
Itamaraju: Duas semanas após início das chuvas, mais de duas mil pessoas seguem desabrigadas
Temporal no sul da Bahia começou no dia 29 de novembro, mas situação se agravou na madrugada do dia 8 deste mês, quando a cidade entrou na primeira lista de situação de emergência.
Por g1 BA e TV Santa Cruz.

Cerca de duas semanas após o início das chuvas no sul da Bahia, mais de duas mil pessoas seguem desabrigadas em Itamaraju, nesta sexta-feira (17). Esses moradores estão em locais improvisados, como escolas públicas e lares de idosos.
O temporal no sul da Bahia começou no dia 29 de novembro. A BR-101 foi a primeira via a ser afetada em Itamaraju, porque os ventos fortes derrubaram nove árvores e muitos galhos na pista. A situação se agravou na madrugada do dia 8 deste mês, quando a cidade entrou na primeira lista de situação de emergência.
No início da semana, a prefeitura de Itamaraju afirmou que a chuva destruiu, no mínimo, 150 casas, e que é calculado um prejuízo de R$ 40 a R$ 50 milhões. A cidade teve situação de emergência reconhecida pelos governos estadual e federal.
Algumas famílias que ficaram desalojadas já retornaram para suas casas. Equipes da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) estão na cidade, fazendo vistoria em abrigos para verificar as condições sanitárias.
Jovem caculeense que estava desaparecido é encontrado com vida
Condeúba.: Variante Delta é Detectada no Município.
Segundo nota emitida pela secretaria municipal de saúde do município de Condeúba, no dia 07 de Dezembro de 2021, tomou conhecimento formal através da CIEVS (centro de informação de vigilância em saúde), que em analise e estudo de amostra em 04/10/2021 de um paciente do gênero masculino, com histórico de viajem para a capital Baiana Salvador, e com resultado regente para COVID_19, onde foi realizado mapeamento de sequenciamento genético constatando-se mutação do gene AY.43, variante conhecida como DELTA detectado no município de Mortugaba cerca de 668km da capital Baiana.
Sabendo-se através de ciência que esta variante do vírus possui uma maior transmissibilidade, e reforça a importância dos cuidados sanitários de toda a população.
confira a nota .:
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Requinte Confeitaria
12/12/2013 - Licínio é Beneficiado Com Uma Ambulância da SAMU
Guanambi.: Filha quebrou a costela e arrancou pedaço de dedo da mãe.
Uma mulher foi agredida por sua filha no bairro São Sebastião, em Guanambi, na última semana. Segundo informações obtidas pela Agência Sertão, a vitima teve farturas na costela, uma parte do dedo arrancado e outros hematomas pelo corpo.
20/09/2013 - Condecoração de João Bonfim em Licínio de Almeida
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Corpo de produtor geral de Marília Mendonça, uma das vítimas do acidente com avião, será enterrado
Henrique Ribeiro era natural de Salvador e trabalhava com a cantora há seis anos. Corpo foi liberado do IML de Caratinga na madrugada deste sábado (6) e previsão é de que o corpo de Henrique chegue em Salvador às 12h.
Por g1 BA.
O corpo do produtor geral de Marília Mendonça, Henrique Ribeiro, será enterrado em Salvador neste sábado (6), conforme informações de familiares. Henrique, de 32 anos, trabalhava com a cantora há seis anos e foi uma das cinco vítimas do acidente de avião que vitimou a cantora.
O velório e enterro serão realizados no Cemitério Jardim da Saudade, na capital baiana, por volta das 16h. Ainda segundo familiares, a previsão é de que o corpo de Henrique chegue em Salvador às 12h.
O corpo do produtor foi liberado do IML de Caratinga (MG) na madrugada deste sábado e pela manhã, estava no aeroporto de Ubaporanga, também no território mineiro. De lá, seguiria para Salvador.
Henrique era de Salvador e morava em Goiânia há mais de dez anos. Em Goiás, ele se tornou produtor do sertanejo Cristiano Araújo, que morreu após um acidente de carro em 2015. Henrique acompanhava o sertanejo na viagem do acidente, porém estava no ônibus com a banda.
Henrique deixa um filho, que morava com a mãe em Minas Gerais.
Retorno ao trabalho
No começo da semana, o produtor havia postado nas redes sociais celebrando o retorno ao trabalho, após a pandemia. "Trabalhe com o que você ama e nunca mais precisará trabalhar na vida. Estamos de volta!!!!"
Ainda nas redes sociais, Henrique registrou, naa sexta-feira (5), momentos antes de embarcar no avião. Marília faria um show em Caratinga. Ela postou em redes sociais dentro do avião nesta sexta.
Torcedor apaixonado pelo Vitória, Henrique chegou a presentear Marília com uma camisa do clube do coração. Nas redes sociais, o clube lamentou a morte do torcedor.
"É com muito pesar que o Esporte Clube Vitória vem lamentar a perda de Marília Mendonça, Henrique Bahia e os demais tripulantes, na tarde desta sexta-feira (05). Desejamos força para todos familiares, amigos e fãs. Nosso respeito e admiração!", escreveu o perfil oficial do clube.
O governador da Bahia, Rui Costa, lamentou o acidente e citou o produtor musical baiano. "Muito impactado com a morte da talentosa Marília Mendonça, do produtor musical baiano Henrique Ribeiro, e demais passageiros e tripulantes do trágico acidente aéreo em Minas Gerais nesta sexta. Junto-me aos milhões de fãs da cantora em todo o Brasil neste sentimento de dor e tristeza. Luto na música! Meus sentimentos à família e amigos da artista".
A cantora Marília Mendonça, de 26 anos, e mais quatro pessoas morreram na tarde desta sexta-feira (5) após a queda de um avião de pequeno porte perto de uma cachoeira na serra de Caratinga, interior de Minas Gerais.
"Com imenso pesar, confirmamos a morte da cantora Marília Mendonça, seu produtor Henrique Ribeiro, seu tio e assessor Abicieli Silveira Dias Filho, do piloto e copiloto do avião, os quais iremos preservar os nomes neste momento. O avião decolou de Goiânia com destino a Caratinga/MG, onde Marília teria uma apresentação esta noite. De momento, são estas as informações que temos.", informou em nota a assessoria da cantora.
Os bombeiros também confirmaram a morte através da seguinte nota: "O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais informa que nesta sexta (5), ocorreu a queda de uma aeronave de pequeno porte, modelo Beech Aircraft, na zona rural de Piedade de Caratinga. O CBMMG confirma que a aeronave transportava a cantora Marília Mendonça e que ela está entre as vítimas fatais."
Polícia Civil prende 19 estudantes de medicina suspeitos de entrarem no curso com documentos falsos.
Segundo delegado, alguns estudantes estavam na fase de internato atendendo à comunidade. Quatro suspeitos são da mesma família, sendo uma mulher, dois filhos dela e seu irmão.
Por Rafael Oliveira, g1 Goiás.
A Polícia Civil prendeu 19 estudantes de medicina, nesta quarta-feira (27), suspeitos de entrarem no curso com históricos escolares falsos no processo de transfência externa, ou seja, entre faculdades, para a Universidade de Rio Verde, no sudoeste de Goiás. Foram 17 presos em Goianésia, um em Formosa e um em Barreiras, na Bahia.
Os nomes dos suspeitos não foram divulgados. Por isso, o g1 não localizou a defesa deles para se manifestar sobre as prisões. Eles foram levados para a delegacia numa van da univeridade.
"Grande parte dos suspeitos estudava no Paraguai e falsificou documentos de faculdades no Brasil para transferência para outras faculdades também no país. As instituições que foram alvo da falsificação informaram que eles nunca estudaram lá", esclareceu o delegado Danilo Fabiano.
Segundo a investigação, alguns deles nunca estudaram medicina e já entravam no quinto ou sexto-período do curso. Outros já estavam na fase de internato e atendendo à comunidade.
A investigação levantou que quatro estudantes são da mesma família, sendo uma mulher, seus dois filhos e seu irmão. Outro caso que chamou a atenção da polícia foi de quatro são casais, sendo marido e mulher.
A Universidade de Rio Verde (UniRV) disse em nota que identificou fortes evidências de fraude documental praticada por alguns dos candidatos no processo de transferência. A instituição explicou que as faculdades que seriam de origem dos alunos confirmaram as fraudes.
O comunicado diz ainda que a universidade comunicou as fraudes à Polícia Civil, que assumiu o caso e orientou na continuidade da transferência para não atrapalhar a investigação. Após a operação policial, a instituição comunicou que vai expulsar os estudantes investigados.
Apesar de a instituição ter sede em Rio Verde, os alunos estudavam em campus de Goianésia e Formosa, segundo a polícia. Foram apreendidos também aproximadamente 80 históricos escolares falsificados durante a operação.
O delegado informou que a investigação continua para identificar se outros alunos também usaram documentos falsos para ingressar em universidades de Goiás.
Fraudes
O delegado Danilo Fabiano disse que os alunos entravam a partir do quinto ou sexto período, sendo a metade do curso, sem ter estudado em qualquer faculdade no Brasil.
Foram falsificados documentos de oito universidades de medicina no país, as quais confirmaram as irregularidades à polícia durante a investigação.
"Grande parte era de alunos da UniRV, que denunciou as fraudes à Polícia Civil. O mandado cumprido na Bahia se refere a uma pessoa que já estava em outra faculdade, mas ela tinha apresentado documento falso em Goiás", explicou o delegado.
Bolsa de estudo
Parte dos alunos investigados conseguiram bolsas de estudos pagas pelos cofres públicos. O delegado apurou que eles agiram em conjunto para fraudar os documentos.
A Polícia Civil informou que os estudantes podem responder por falsidade ideológica, uso de documento falso, associação criminosa e perigo à vida de outras pessoas.
"Como parte dos alunos era marido e mulher, a universidade dá uma bolsa de estudos de 25%. Com isso, como a universidade é uma fundação pública, causa dano ao erário, vez que parte do recurso é público", explicou o delegado.
Moradores protestam contra obra de ampliação do fornecimento de água por barragem, no sudoeste da BA
Moradores de cinco cidades já abastecidas pela barragem consideram que o fornecimento para outros cinco municípios é inviável.
Por TV Sudoeste.
Moradores das cidades de Paramirim, Caturama, Botuporã, Tanque Novo e Érico Cardoso protestaram nesta quarta (20), em Paramirim, no sudoeste do estado, contra a obra de ampliação da oferta de água da barragem de Zabumbão para outros cinco municípios da região.
Os moradores dos municípios já abastecidos pela barragem são contra a ampliação do fornecimento porque acreditam que o volume de água não é suficiente. O projeto prevê que as cidades de Macaúbas, Ibipitanga, Ibitiara, Oliveira dos Brejinhos e Boquira sejam beneficiadas.
A barragem do Zabumbão fica localizada no município de Paramirim, e possui 60,9 milhões de m³ de volume, com capacidade de captação de 80,5 litros por segundo. Ela atende a cerca de 56 mil pessoas.
Segundo a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) o controle da vasão da barragem é gerido pelo comitê da Bacia do Rio Paramirim em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA). Já o uso da água para consumo humano é gerido pela Embasa.
Ainda de acordo com a companhia, a Codevasf está em fase de negociações com o governo do estado para administrar as atividades de operação, manutenção e gestão da barragem.
O governo do estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento da Bahia, informou que a obra de ampliação é importante para garantir a segurança hídrica do Vale do Paramirim.
O estado ainda afirma que o empreendimento vai beneficiar mais 55 mil habitantes, e que a avaliação do abastecimento é feita anualmente.
Justiça Federal determina que agressora de babá use tornozeleira eletrônica; vítima pulou de prédio.
Pedido de prisão preventiva de Melina foi negado por ela ser mãe de crianças pequenas. Seap ainda não informou se a Bahia tem equipamento de monitoramento para investigada.
Por g1 BA e TV Bahia.
A Justiça Federal determinou que a empresária Melina Esteves França, investigada por agredir a babá Raiana Ribeiro em Salvador, use tornozeleira eletrônica. A informação foi confirmada pelo Ministério Público Federal (MPF). A vítima pulou do terceiro andar de um prédio, para fugir dos espancamentos.
O MPF detalhou que o pedido de prisão preventiva de Melina foi negado por ela ser mãe de crianças pequenas. Com isso, o órgão determinou que fossem impostas outras medidas cautelares, como o monitoramento eletrônico.
A reportagem entrou em contato com a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), para saber quando a tornozeleira de Melina foi instalada, e aguarda retorno.

O MPF também informou que recebeu o inquérito policial e pediu que os documentos sejam anexados com os autos que tramitavam na Polícia Federal, que identifica todas as vítimas e os depoimentos prestados por elas, para dimensionar a quantidade de crimes cometidos.
A Justiça do Trabalho também havia determinado uma série de obrigações trabalhistas, sob pena de multa de mais de R$ 300 mil para a agressora. Além de Raiana, Melina é investigada por violência doméstica contra outras 11 ex-funcionárias.
Agressões
Imagens gravadas por câmeras de segurança da casa de Melina mostraram a babá desmaiando após uma série de pancadas. Depois de uma sequência de tapas, socos, chutes e puxões de cabelos, Raiana levanta e se aproxima de uma porta de vidro para respirar.
Ela se desequilibra e cai desacordada. Durante a queda, a babá chega a se chocar contra uma das filhas de Melina, que também cai no chão. Em 3 de setembro, Raiana disse que desmaiou após ser atacada porque, além da violência, ficava sem comer no trabalho.
Para prestar depoimento, Melina Esteves França deixou o apartamento onde ela mora, no bairro do Imbuí, em Salvador, sob vaias de moradores e escoltada por policiais civis. Após ser ouvida, ela foi liberada.
Entenda o que ocorreu ponto a ponto

- O caso ocorreu na manhã de 25 de agosto. Raiane Ribeiro pulou do terceiro andar para fugir de agressões. Ela disse também que era mantida em cárcere privado pela patroa Melina Esteves França.
- Antes de pular, Raiana chegou a enviar uma mensagem de áudio pedindo ajuda aos familiares em um aplicativo de mensagens. No mesmo dia, ela recebeu alta médica, após ficar internada no Hospital Geral do Estado (HGE). A jovem sofreu fraturas no pé.
- Raiana Ribeiro trabalhava como babá na casa de Melina há uma semana, cuidando das filhas trigêmeas dela. As crianças têm 1 ano e 9 meses.
- No dia 26 de agosto, Melina prestou depoimento por cerca de seis horas. Ao chegar no prédio onde mora, depois de ter saído da delegacia, ela foi vaiada pelos vizinhos.
- Um dia depois, ao menos quatro ex-funcionárias de Melina prestaram depoimento à polícia e relataram ser vítimas de crimes semelhantes.
- Na manhã do dia 29 de agosto, um grupo de pessoas se reuniu em frente ao prédio onde a babá pulou do terceiro andar. Eles fizeram uma manifestação de apoio à vítima e pediram justiça pelo caso.
- Em 1° de setembro, o advogado da empresária anunciou que deixou o caso, mas não detalhou o motivo. O novo advogado de Melina Esteves, no dia 5 do mesmo mês, que ela tem transtorno psicológico diagnosticado como Borderline – caracterizado pelas mudanças rápidas de humor – e não estava em tratamento.
- No dia seguinte, o g1 divulgou com exclusividade imagens de uma câmera de segurança que flagraram o momento em que a babá foi agredida pela ex-patroa, horas antes dela pular do prédio.
- Em 3 de setembro, Melina Esteves França deixou o apartamento onde ela mora sob vaias de moradores e escoltada por policiais civis, para prestar depoimento. Depois foi liberada.
- No dia 15 de setembro, O MPT entrou com ação contra Melina, por submeter duas empregadas domésticas à condição de trabalho análogo à escravidão.
- Já no dia 17 do mesmo mês, o TRT fixou multa de R$ 300 mil caso Melina não cumpra série de ordens.
27/05/2013 - Conferência Nacional das Cidades
Bolsonaro chega à Bahia para visitar obras da FIOL e formalizar contrato de concessão da ferrovia
Presidente chegou em Vitória da Conquista por volta das 8h30 desta sexta-feira (3). De lá, ele pegou helicóptero até Tanhaçu, onde cerimônia de formalização foi feita. Essa foi a 3ª vez dele na Bahia este ano.
Por G1 BA e TV Sudoeste.
O presidente Jair Bolsonaro esteve na Bahia nesta sexta-feira (3), para visitar as obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), na cidade de Tanhaçu, sudoeste do estado. Ele participou da cerimônia de formalização do contrato de concessão do trecho de 537 km da via.
O avião presidencial pousou no Aeroporto Glauber Rocha, em Vitória da Conquista, que fica a cerca de 130 km de Tanhaçu, por volta das 8h30. De lá, Bolsonaro seguiu de helicóptero para Tanhaçu, onde chegou cerca de uma hora depois.
O presidente não usou máscara de proteção contra a Covid-19 no estado baiano. Na Bahia, o uso de máscaras é obrigatório em pelo menos 385 cidades desde abril de 2020. Entre essas cidades estão Vitória da Conquista e Tanhaçu. [Veja no vídeo acima]

No aeroporto de Conquista, os apoiadores precisaram passar por detecção de metais, antes de se aproximarem do presidente. [Confira no vídeo acima]
Em Tanhaçu, um grupo aguardava Bolsonaro antes mesmo de sua chegada ao estado – a maioria deles, assim como o presidente, estava sem máscara, ou fazendo uso incorreto da proteção contra a Covid-19.
Esta é a terceira viagem do presidente à Bahia neste ano. Nas duas anteriores – em janeiro a Coribe e em abril a Feira de Santana –, o presidente entregou partes de obras de adequação de rodovias federais: as BRs 135 e 101, respectivamente.
Nesta sexta-feira, a Bahia Mineração (Bamin) assume oficialmente o trecho da FIOL que fica entre as cidades baianas de Caetité e Ilhéus. Essa concessão acontece após o leilão vencido pela mineradora em abril.
Os ministros da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, do Turismo, Gilson Machado, e da Cidadania, João Roma, acompanham o presidente na visita. Ambos também estavam sem máscara.
Ferrovia de Integração Oeste-Leste
As obras de construção da FIOL começaram em 2011, em uma parceria entre os governos federal e da Bahia. No entanto, por falta de verbas, foi paralisada entre 2015 e 2017. A previsão era de que a FIOL tivesse construção concluída em 2014, mas ela segue sem previsão de finalização.
Quando concluída, a FIOL deve reduzir os custos de transporte de grãos, álcool e minérios destinados ao mercado externo.
Depois da assinatura da concessão em Tanhaçu, o presidente retornou para Vitória da Conquista. Nesta tarde, Bolsonaro seguirá para o Recife, em Pernambuco, onde participará de uma cerimônia de inauguração das instalações da Escola de Formação de Luthier e Archetier da Orquestra Criança Cidadã.
Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro aguardaram a chegada dela a Vitória da Conquista, na Bahia — Foto: Ariela Bonfim/TV Sudoeste
22/03/2013 : Passeio ecológico em Licínio de Almeida
13/03/2013 : 2º Passeio Moto Mulher de Licínio de Almeida
24/02/2013 : Licínio Ecológico no Olhos da ECOTUR
15/11/2012 - Corrida de Rua da PGCNT de Licínio
Gente do campo: produtor cadeirante investe no plantio sem uso do solo e vira referência em Goiás
Com 4 mil pés de alface, a chácara do agricultor Paulo Alves serve de sala de aula para cursos de hidroponia e de hortas. Ele se orgulha de ter voltado a estudar e concluir o 2º grau já adulto, após repetir a terceira série até os 18 anos, com dificuldades para ler e escrever.
Por Vivian Souza.
Um verdadeiro contador de histórias, o agricultor Paulo Rodrigues Alves já passou por muitas dificuldades na vida, como a perda do movimento das pernas e a dificuldade de aprendizado devido à dislexia. Ainda assim, hoje, aos 57 anos, ele é referência no plantio de alfaces na cidade de Nazário, em Goiás, graças à adoção da hidroponia.
"Quando perguntam, eu falo: ‘Eu não sou deficiente, eu sou eficiente’. Tenho minhas limitações, como todo homem e toda mulher têm”, afirma o produtor que, ao encarar a cadeira de rodas, diz apenas ter sentido medo da piedade alheia.
A técnica hidroponia, adotada por Paulo, consiste em cultivar sem o uso do solo. Nela, as raízes recebem uma solução que contém água e todos os nutrientes essenciais para o desenvolvimento da planta, explica Ricardo Pereira, engenheiro agrônomo e instrutor do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar)Goiás.
Com o método, a hortaliça, que seria apenas para sustento próprio, rendeu o suficiente para a comercialização e a lavoura de Paulo se tornou sala de aula para cursos sobre o tema e para estudantes de escolas públicas.
Medo da pena
Paulo começou a trabalhar ainda criança, aos 8 anos de idade, depois que seu pai teve um infarto fulminante e ele se viu sozinho com a mãe, que era costureira. Na época, um dos tios lhe entregou uma enxada e o chamou para ajudar em uma roça de arroz plantada às margens de uma rodovia.
“Dessa lavoura, que meu tio tratou para mim, minha mãe comprou um rádio. Aquilo para mim... Até aquele dia eu nunca tinha usado uma calça comprida. (A colheita) deu 21 sacos (de arroz), guardamos para a despesa, vendemos e ainda abrimos uma poupança. Todo trabalho que eu fazia a gente depositava”, recorda.
Foi com essa poupança que, aos 18 anos, Paulo comprou uma caminhonete e decidiu mudar de ramo. Trocou a roça pelo transporte de leite para uma fábrica de queijo.
Conforme realizava as entregas, ele começou a se interessar pela produção do laticínio e se ofereceu para trabalhar, sem salário, em troca do aprendizado. Sua nova rotina, então, era pela manhã transportar o leite, de onde tirava a sua renda, e de tarde cumprir expediente na fábrica.
Essa dinâmica permaneceu por 11 meses, quando a sua caminhonete, que funcionava a gás, pegou fogo. “Queimou toda e aí eu fiquei sem dinheiro, porque tudo o que eu tinha foi para comprar a caminhonete”.
Apesar de estar dentro do veículo com um ajudante na hora do acidente, ambos saíram sem se machucar. “Mas demos sorte que na região o povo estava arando a terra e aí fomos jogando terra para apagar o fogo, conseguimos salvar o leite de dentro da caminhonete”.
Se encontrando desempregado, Paulo foi convidado a abrir uma sociedade com um primo para produzir queijos. Como ele tinha o conhecimento, seria o responsável pela mão de obra e o primo pelo investimento em dinheiro.
A fábrica foi crescendo e em 4 meses o volume obtido subiu de mil litros de leite para 5 mil, se fazendo necessário, inclusive, abrir uma estrutura para os queijos em um povoado próximo da fazenda do primo.
A parceria deu certo por 13 anos. Depois deste período, Paulo sentiu a necessidade de ter algo completamente dele, já que, com a nova unidade, ele recebia apenas 10% dos lucros. Assim, o agricultor começou a fazer queijos sozinho.
Aos 36 anos, sua própria produção de queijos era enviada para outros estados e o transporte era feito em parceria com o primo, que também continuou a fabricar sozinho.
Em janeiro de 1999, os motoristas que faziam este translado estavam cansados devido à demanda e Paulo precisou conduzir o caminhão com os produtos à São Paulo.
Ainda enquanto passavam por Araguari, em Minas Gerais, o freio do caminhão falhou, fazendo com que o automóvel caísse em barrancos e quase tombasse em um rio.
“O caminhão deu perda total, eu machuquei a coluna e tive um corte de leve na sobrancelha. A fratura da minha coluna foi porque eu segurei o peso do impacto nas pernas e a minha coluna comprimiu e esmagou minhas pernas. Eu estava sem cinto”, recorda.
Paulo relata que nunca se deixou abater: “Quando as pessoas chegavam para me visitar, me encontravam sorrindo e pensando positivo”.
Após descobrir as sequelas do acidente, o agricultor teve uma preocupação: “Eu senti medo das pessoas sentirem dó, dos outros me julgarem como um inválido. Eu não queria ser um inválido".
Um mês após o acidente, o produtor já tinha ingressado em uma instituição para fazer fisioterapia e, 6 meses depois, montou uma sorveteria. “Com essa sorveteria eu construí a minha casa, dei estudo aos meus filhos”, diz.
O negócio foi tocado por Paulo até 2009, quando o passou para sua filha, Ana Paula, pois ela iria se casar e precisava de um sustento. Durante a pandemia, a família teve que vender o negócio para poder pagar outras contas, como aluguel.
Além disso, a família de Paulo enfrenta mais um desafio. Seu genro luta contra uma leucemia há 2 anos.
Estudar para plantar
“Eu tenho o segundo grau completo, viu?”, conta Paulo logo no início da entrevista. A conquista é motivo de orgulho para o produtor que possui dislexia, um transtorno genético que dificulta o aprendizado e a assimilação de signos escritos em signos verbais. A condição atinge entre 5% e 17% da população mundial, segundo a Associação Brasileira de Dislexia (ABD).
Por isso, mesmo gostando de estudar e tendo facilidade para aprender várias coisas, ele sempre teve dificuldade em ler e escrever, o que fez com que permanecesse até os 18 anos na 3ª série do ensino fundamental.
Durante toda a infância e adolescência Paulo passava o dia na roça e, depois do expediente, atravessava 7 km a pé para ir às aulas noturnas.
“Com toda essa dificuldade que eu tinha para aprender a ler e escrever, eu nunca deixei de estudar. (...) Não perdia a aula”.
Paulo conta que mesmo que nas provas ele respondesse às perguntas corretamente, acabava sendo reprovado pelas falhas na escrita. Quando fez 18 anos, acabou desistindo de estudar para se dedicar integralmente ao trabalho.
Ainda antes do acidente que retirou o movimento de suas pernas, Paulo sentiu necessidade de aprender a ler porque começou a ir à igreja e queria entender a bíblia. Ele foi tentando a leitura e aos poucos melhorou, mas ainda tinha dificuldades.
Apenas depois dos 36 anos é que ele decidiu voltar à escola e conseguiu completar o ensino através do sistema de Educação de Jovens e Adultos (EJA). Para ele, a educação é extremamente importante.
“Antigamente me falavam que tinha que estudar para não ficar na roça e trabalhar para os outros. Eu disse o mesmo para os meus filhos, ‘Vocês têm que estudar, senão vão trabalhar na roça’. Mas hoje em dia tem que estudar para ir para a roça também. Eu estudei para conseguir meus pés de alface”.
De volta à lavoura
Depois da sorveteria, Paulo construiu sozinho um triciclo adaptado, a partir de uma motocicleta antiga. Nele, o produtor instalou uma carroceria para carregar a sua cadeira de rodas e uma caixa de som e começou a fazer propagandas para o comércio.
Nesse meio tempo, o agricultor conta que ajudava um morador de sua cidade, que trabalhava com plantio convencional de alface. Um dia, esse senhor pediu para que ele pesquisasse sobre hidroponia e montasse um plano para aplicar a técnica na lavoura dele.
“Aí eu fiz a pesquisa, fiz um curso pela internet e fiz o projeto para ele e entreguei na mão dele, e ele falou pra mim ‘ah, não estou acreditando nesse trem’. Eu, com o projeto na mão, com espaço no meu quintal, decidi montar uma hidroponia para ver se dava certo, a princípio para consumo da família”.
Em 2017, ele colocou o plano em prática. Para isso, Paulo precisou comprar tanques de água, bombas e canos PVC. Com apenas duas bancadas, ele obteve 800 pés de alface e passou a vender o produto, usando o seu triciclo.
O instrutor do Senar Goiás Ricardo Pereira explica que a hidroponia consiste na montagem de bancadas e em um reservatório, onde é dissolvido um kit de nutrientes na água, criando uma solução que é injetada e bombeada para os plantios. O sistema é montado em declive, por isso, o líquido volta para a caixa de água formando um ciclo.
De acordo com o instrutor, as vantagens de se usar a hidroponia são diversas. O processo é sustentável, permite cultivar em pequenos espaços ou em estufas, além de dispor a bancada na altura ideal para o agricultor, deixando de ser necessário que ele fique se abaixando.
Apesar das facilidades, para usar a hidroponia é preciso formação técnica por causa dos seus procedimentos, como a calibração de equipamentos, medição dos componentes da água, entre outras especificidades, ressalva Pereira.
O interesse pela metodologia foi tamanho, que Paulo comprou uma chácara de pouco mais de 1 hectare. Ele também solicitou ao sindicato da cidade e ao Senar para que trouxessem um curso sobre o tema para que ele conseguisse aprender ainda mais e cedeu sua propriedade para as aulas.
Com a especialização, sua produção expandiu, alcançando 4 mil pés da hortaliça. Atualmente, o agricultor paga uma pessoa para ajudá-lo em atividades mais complicadas para as suas limitações, como a esterilização dos canos.
Sua plantação também já foi sala de aula para os alunos do Colégio Estadual Professor Edmir Povoa Lemes e da Escola Estadual Santos Dumont. A partir dela, os estudantes aprenderam como montar uma horta comunitária.
Além da alface, o agricultor cultiva cheiro-verde, laranja, mexerica, abacate, uva, entre outros produtos. Ele conta que mesmo quando não trabalhava mais com a lavoura, nunca deixou de plantar alguma coisa e que essa é uma de suas grandes paixões.
“Você, plantar com a semente na terra e ver ela crescer... Quando eu era jovem e eu sentia o cheiro da terra quando arava, aquilo pra mim era a coisa mais gratificante do mundo.”
Jacaraci.: Filho mata pai e joga corpo em lagoa, crime foi motivado por dinheiro.
11/10/2012 - 12º FEMAD da Escola Estadual Duque de Caxias (2º dia)
Novo decreto suspende toque de recolher na Bahia; proibição de shows e festas está mantida
De acordo com o governo, o decreto, que passa a vigorar a partir de sexta, autoriza, a realização de alguns eventos com até 300 pessoas até o dia 17 de agosto.
Por G1 BA.
O Governo do Estado vai publicar na sexta-feira (6) um decreto que suspende o toque de recolher na Bahia e mantém a proibição de shows e festas, independentemente do número de participantes. De acordo com a gestão estadual, a flexibilização de algumas atividades ocorreu após a queda da taxa de ocupação de leitos de UTI Covid.
O toque de recolher na Bahia foi anunciado pelo governador Rui Costa, no dia 16 de fevereiro deste ano, e passou a valer três dias depois. Na época, foi informado que a decisão ocorreu por causa da alta taxa de ocupação dos leitos de UTI no estado, que alcançava uma taxa de 74%.
De acordo com o governo, o decreto, que passa a vigorar a partir de sexta, autoriza, a realização de alguns eventos com até 300 pessoas até o dia 17 de agosto. [Veja a lista abaixo]
- Cerimônias de casamento
- Eventos urbanos e rurais em espaços públicos ou privados
- Circos
- Parques de exposições
- Solenidades de formatura
- Passeatas e afins
- Funcionamento de zoológicos (Antes estava proibido)
- Museus
- Teatros
Nos municípios integrantes de Região de Saúde em que a taxa de ocupação de leitos de UTI COVID se mantenha, por cinco dias consecutivos, superior a 60%, eventos e atividades poderão acontecer com público de até 100 pessoas.
O decreto que vai ser publicado na sexta-feira também determina que eventos esportivos em todo o estado continuam a acontecer, porém sem a presença de público. Os espaços culturais como cinemas e teatros devem funcionar obedecendo a limitação de 50% da capacidade do local.
Já a lotação permitida em estabelecimentos comerciais, de serviços e financeiro, como mercados e afins, deverá ser definida em ato editado por cada Município, considerado o tamanho do espaço físico, com o objetivo de evitar aglomerações.
O decreto também manteve a orientação em relação às aulas. As atividades letivas, nas unidades de ensino, públicas e particulares, poderão ocorrer de forma semipresencial nos Municípios integrantes de Região de Saúde em que a taxa de ocupação de leitos de UTI COVID se mantenha, por cinco dias consecutivos, igual ou inferior a 75%, obedecendo a ocupação de 50% da capacidade das salas de aula.
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Pedro Barros mantém skate no pódio ao levar prata no park, enquanto Bia Ferreira e Hebert Conceiçao vão a finais no boxe. Seleção masculina de vôlei cai na semi, e Darlan raspa pódio
Por Redação do ge — Tóquio, Japão.
Os Jogos Olímpicos de Tóquio só acabam no próximo domingo, mas o Brasil já fez história no Japão. Nessa madrugada de quarta para quinta-feira, o país chegou a 19 medalhas garantidas, algumas ainda por definir de qual cor, mas já é o suficiente para igualar o maior número de medalhas conquistadas numa única edição. No Rio foram 19 medalhas, o que já garantimos a três dias do fim dos Jogos.
A noite e madrugada de quarta-feira no Brasil, já manhã e tarde no Japão, garantiu para o país uma medalha de prata, além de duas finais para trazer mais ouros ou pratas. Pedro Barros deu um show no skate park e garantiu a medalha de prata, enquanto Hebert Conceição e Bia Ferreira venceram na semifinal e agora vão para a luta que vale a medalha de ouro.
Por outro lado, a seleção masculina de vôlei caiu diante do Comitê Olímpico Russo e vai disputar o bronze. E Darlan Romani acabou em quarto lugar, perto do pódio no arremesso de peso.
?? Pedro Barros mantém sina do skate

O skate brasileiro voltou a ver um representante do país no pódio das Olimpíadas de Tóquio. Nesta quinta-feira, sob um sol de 34ºC no Centro de Esportes Urbanos de Ariake, Pedro Barros levou a medalha de prata na decisão da modalidade park. Outros dois brasileiros estavam na final, e Luiz Francisco foi o quarto colocado ao levar uma nota duvidosa, ficando fora do pódio, e Pedro Quintas foi o oitavo.
Foi a terceira medalha do país no esporte, que viu sua estreia olímpica na capital japonesa. Antes, Kelvin Hoefler e Rayssa Leal já havia conseguidos medalhas de prata na modalidade street.
?Hebert Conceição e Bia Ferreira na final
No boxe, em que Abner Teixeira já levou o bronze em Tóquio, outros dois boxeadores têm brilhado no Japão. Bia Ferreira e Hebert Conceição venceram suas semifinais na madrugada e vão lutar pela medalha de ouro. A campeã mundial do peso-leve (até 60kg) derrotou a finlandesa Mira Potkonen por decisão unânime (5:0), enquanto Hebert está na decisão do peso-médio (até 75kg) depois de derrotar o russo Gleb Bakshi, atual campeão mundial, por decisão dividida (4:1).
Hebert Conceição vai enfrentar o ucraniano Oleksandr Khyzniak na final, marcada para a madrugada de sexta para sábado às 2h45 (de Brasília). Já na madrugada de sábado para domingo, às 2h (de Brasília), Bia disputará o ouro contra a irlandesa Kellie Anne Harrington.
?Seleção masculina cai na semifinal
Foi um início perfeito, dos melhores até aqui. Aos poucos, porém, tudo voltou a ruir. Com direito a uma virada inexplicável no terceiro set, depois de ter 20/12 no placar, o Brasil caiu para a Rússia nas semifinais das Olimpíadas de Tóquio. Em 3 sets a 1, parciais 18/25, 25/21, 26/24 e 25/23, deu adeus ao sonho do quarto ouro olímpico. O Brasil vai buscar a medalha contra o perdedor da outra semifinal, entre França e Argentina, à 1h de sábado.
Com a derrota para o Comitê Olímpico Russo, o Brasil interrompeu uma sequência de finais que teve início em Atenas, em 2004. A última vez que o Brasil tinha ficado de fora de uma final olímpica foi em 2000, em Sydney.
Darlan Romani passa perto do pódio
O brasileiro Darlan Romani ficou em quarto lugar na final do arremesso de peso, disputada nesta quinta-feira, em Tóquio. Com a marca de 21m88, ele ficou a 59 centímetros da medalha de bronze, que ficou com o neo-zelandês Thomas Walsh com 22m47. O americano Ryan Crouser ficou com o ouro, arremessando 23m30 para estabelecer o novo recorde olímpico - que já era dele -, enquanto Joe Kovacs ficou com a prata com a marca de 22m65.
?⛹?EUA vence e busca 16° ouro
A Austrália até começou bem, abriu 13 pontos de vantagem, parecia que a zebra passearia por Tóquio, até que Kevin Durant botou o jogo no bolso e os americanos se classificaram para a quarta final olímpica consecutiva no basquete: 97 a 78. Com 23 pontos, o ala-pivô do Brooklyn Nets passou longe da média de 18 pontos que tinha somado até então no torneio olímpico, foi cestinha e responsável pela virada americana logo no comecinho do segundo tempo.
Donos de 15 ouros em Jogos Olímpicos, os Estados Unidos buscam o tetracampeonato consecutivo no sábado, contra o vencedor de França e Eslovênia, que se enfrentam às 8h (de Brasília). Quem perder, disputa o bronze com a Austrália.
Acidente com vítima fatal é registrado na BA-617 entre Caculé à Ibiassucê, próximo a comunidade do M
Licínio de Almeida.: Primeiro Engenheiro de Pesca é Formado na Cidade. (Acompanhe)
Aconteceu no dia 28 de Julho a formatura do primeiro Engenheiro de Pesca de Licínio de Almeida, José Antônio @zeantonioengpesca, graduado pelo Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, ele que é neto de Maria Roxa, filho de agricultores familiar Antônio (Tonhão) e dona Helena.
#imagem= curso na comunidade Brejo em nosso município, palestra piscicultura e sistema de aquaponia. Em parceria com a Secretaria de Agricultura e Sindicato.
O profissional desta área Engenharia de Pesca é devidamente habilitado para exercer todas as atribuições no campo do cultivo de todos os organismos aquáticos compreendendo obras de engenharia e serviços técnicos que tenham vínculo direto com a implantação e operação de empreendimentos aquícolas de qualquer porte para produção de qualquer forma e etapa do ciclo de vida de organismos aquáticos, bem como unidades e/ou laboratórios de pesquisa e biotérios que tenham atividades ligadas à área da aquicultura em todas as suas possíveis modalidades e classificações em águas continentais, estuarinas e marinhas, sejam de Piscicultura de forma geral, da Carcinicultura, da Malacocultura, da Ranicultura, da Militicultura e demais formas de cultivos de organismos aquáticos, podendo ainda atuar em áreas de manejo, recuperação e preservação de corpos d'água, visando assim contribuir pra sustentabilidade das atividades que fazem uso deste bem tão precioso que é a água.
#imagem= pequeno cultivo de tilápia que fiz em Cruz das Almas durante o meu período de estudo na graduação.
#imagem= Aqui o resultado da criação.
Veja algumas imagens dos trabalhos executados por José Antônio .
Acompanhe sua formatura Online pelo Youtube no vídeo a seguir.