Por G1 BA.

Homem foi preso suspeito de matar ex-companheira na Bahia — Foto: Divulgação/Polícia Civil

 

Um homem foi preso suspeito de matar a ex-companheira asfixiada no município de Vitória da Conquista, na região sudoeste da Bahia. A vítima foi encontrada amordaçada e com mãos e pés amarrados, segundo a Polícia Civil.

O crime ocorreu no dia 10 de junho e o suspeito, Willian Alves Santos, foi preso na sexta-feira (21) foi preso por equipes da Delegacia de Homicídios e da 10ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin). Ele estava com um mandado de prisão em aberto pelo crime.

A vítima foi Wagna Borges da Silva, que não teve idade divulgada. Segundo a Polícia Civil, a mulher morreu por asfixia mecânica e o corpo dela foi encontrado na própria residência.

O suspeito do crime será encaminhado para o sistema prisional.

 
Publicado em BAHIA E REGIÃO

Operação Policial na área de Licínio de Almeida, Jacarací e Caculé com o intuito de identificar e capturar indivíduos envolvidos no cometimento de assaltos na região, em rondas ostensivas e preventivas no distrito de Tauape em Licínio de Almeida, a Guarnição PM dessa cidade através do Sd Pm Sergio Souza e Sd Pm Ramos  em rodas ostensivas e preventiva identificou uma motocicleta vermelha descaracterizada que se assemelhava com a utilizada nos assaltos recentes, de imediato foi abordado o condutor e identificado como Saulo dos Santos Moura, 20 anos, elemento já conhecido e reincidente na prática de furtos, roubos e tráfico de drogas na região. Após abordagem foi verificado que a motocicleta se encontrava com chassi pinado e o indivíduo portando quantidade de drogas. O elemento e materiais foram conduzidos e apresentados na delegacia de Polícia Civil em Guanambi.
preso jacaraci

Em continuidade à Operação, a Guarnição de Jacarací identificou através de abordagens, no distrito de Paiol, indivíduo que se encontrava com um mandado de prisão em aberto por Homicídio. Trata-se de Santino Caetano Teixeira, de 39 anos, natural de Caculé – BA. Foi apresentado na delegacia.

POLÍCIA MILITAR DA BAHIA, CPRSO - 94ª CIPM/ 2º PEL – Caculé/ Licínio de Almeida/ Jacarací

94ª CIPM “Guardiã do Alto Sertão!”

Publicado em LICÍNIO DE ALMEIDA
Esta semana o site Informe Cidade foi procurado por uma mulher de 45 anos que acusa seu ex-companheiro de ter divulgado, em redes sociais, um vídeo íntimo do casal após o fim do relacionamento.
A denunciante, Rita de Cássia, disse à nossa reportagem, e também em Boletim de Ocorrência registrado na Delegacia de Polícia de Caculé, que após terminar o relacionamento com seu então companheiro, de prenome Luciano, começou a receber ameaças do acusado que queria continuar a relação.
“Por diversas vezes ele me pediu para voltar e eu não quis. Depois que ele viu que não ia ter volta mesmo, começou a me fazer várias ameaças, inclusive de morte, e divulgou o vídeo na internet.” Conta.
Sobre a gravação das imagens, Rita afirma que foi feita pelo aparelho celular de Luciano e sem o consentimento dela. “Quando eu percebi que ele estava gravando eu tentei tomar o celular dele para apagar as imagens e disse que não queria que ele fizesse aquilo. Na ocasião a gente até discutiu e ele afirmou pra mim que havia apagado e eu acreditei. Só depois que terminamos foi que ele começou a me ameaçar com a divulgação e me mandou o vídeo pra eu ter certeza que ele não havia apagado.” Relata a vítima.
Rita disse que todas as ameaças feitas por mensagens, via What’s App, foram entregues para a polícia que agora investiga o caso.
O Informe Cidade tentou ouvir Luciano, mas o suposto autor da divulgação do vídeo na internet não respondeu as perguntas que foram enviadas para o seu telefone via aplicativo de mensagens.
por Informecidade
Publicado em BAHIA E REGIÃO
por Informecidade.
Na madrugada de hoje, polícias militares da 94ª CIPM – Companhia Independente da Polícia Militar, em Caculé, prenderam Edvaldo Dutra Farias, foragido da delegacia de polícia de Caculé, desde agosto de 2018.
Edvaldo, que responde pelo crime de estupro, foi preso em companhia de Ângela Maria de Almeida, no Bairro Lagoa das Pedras.
O foragido era monitorado pela polícia e estava indo ao encontro da mulher, com a qual mantinha um relacionamento. Os dois foram conduzidos e apresentados à central de flagrantes em Guanambi, ficando à disposição da autoridade competente.
Publicado em BAHIA E REGIÃO
Armas e munição estavam em um fundo falso de uma caminhonete abordada na BR-369, em Ubiratã; motorista, de 56 anos, foi preso.

No total, foram apreendidos 1 fuzil de fabricação alemã, 16 pistolas e 5,7 mil cartuchos de munição para fuzis e pistolas de vários calibres — Foto: PRF/Divulgação

Policiais rodoviários federais apreenderam um arsenal com fuzil e pistolas que seriam entregues em São Gonçalo (RJ). O flagrante foi feito em Ubiratã, no oeste do Paraná.

As armas e a munição estavam escondidas em um fundo falto de uma caminhonete abordada na BR-369, na tarde de sexta-feira (31). Assista ao vídeo abaixo.

O motorista da caminhonete, com placas de Ampére, no sudoeste, foi preso em flagrante por tráfico internacional de armas de fogo e munição.

Publicado em BRASIL E MUNDO
Hoje por volta das 11:35 horário local, houve um grave acidente envolvendo uma caçamba e uma moto com dois ocupantes na Ba 263 estrada que liga Jacaraci a Irundiara, segundo informação coletada pelo site portallicinio o condutor da moto o sr Nivaldo é padrasto deYran Neto Silva de 12 anos, onde veio a óbito no local, Já Nivaldo encontra-se internada no hospital de Jacaraci em estado grave.
Até o fechamento da matéria a policia militar esteve preservando o local do acidente.
Informações e imagens enviada a redação por transeuntes seguidores do site .Ryan 2.fw tn
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Segundo ele, técnica em enfermagem presa pelo crime era quem pilotava a moto em direção à casa da tia dela, onde neném foi deixado. Recém-nascido foi resgatado após 10 horas.

Por John Wlliam e Vanessa Martins, TV Anhanguera G1 GO.

Recém-nascido levado de maternidade em Goiânia e resgatado em casa de prima de técnica em enfermagem do hospital — Foto: Polícia Civil/Divulgação

 

A Polícia Civil apurou que o bebê levado da Maternidade Nascer Cidadão viajou 30 km dentro do baú de uma motocicleta pilotada pela técnica em enfermagem presa pelo crime, em Goiânia. O delegado Wellington Lemos, que investiga o caso, disse que a funcionária, a tia dela, a prima e o marido foram presos e devem responder pelo crime de subtração de incapaz.

O hospital é gerido pela Fundação de Apoio ao Hospital das Clínicas (Fundahc), que informou que vai demitir a funcionária. A empresa disse que colabora com as investigações e que a técnica trabalhava na unidade de saúde há cerca de 9 meses, e não havia apresentado problemas antes.

G1 não conseguiu descobrir quem é responsável pela defesa das pessoas presas para pedir um posicionamento sobre o caso.

O neném nasceu no último dia 25 de maio. Segundo a Polícia Civil, a mãe dele queria colocá-lo para adoção e fugiu do hospital. Na quinta-feira (30), o garoto sumiu e, após 10 horas de buscas, foi encontrado na casa da prima da técnica e levado de volta para o hospital.

“Ela não trabalha naquele setor. Ela foi lá por livre e espontânea vontade e solicitou a uma das enfermeiras para segurar a criança para fazê-la arrotar. A enfermeira percebeu um vulto passando pela porta e notou que ela não estava mais lá”, explicou o delegado.

 

De acordo com as investigações, as câmeras de segurança da unidade não gravaram o momento porque, justamente o cabo da UTI Neonatal, onde o bebê estava, foi cortado.

O delegado contou ainda que, ao ser retirado do hospital, o bebê foi levado para a casa da tia da técnica em enfermagem, e depois para a casa da filha dela. A investigação apontou que a intenção da família era deixar a criança com a prima da técnica em enfermagem, porque ela havia perdido um bebê no sexto mês de gestação e não poderia mais engravidar.

Todos os envolvidos foram presos e devem responder por subtração de incapaz, que é um crime cuja pena vai até 6 anos de prisão.

O Conselho Tutelar assumiu a responsabilidade pelo bebê e, depois que ele receber todo o tratamento necessário no hospital , irá para adoção, como explicou o conselheiro Ismael Carvalho.

“O juizado vai encaminhá-la para uma unidade acolhedora institucional e dai a família que tiver em primeiro na fila do cadastro nacional de adoção vai receber esse presente”, disse.

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Por Aline Pavaneli, G1 PR.

Eduardo Cunha deixa Complexo Médico-Penal, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba — Foto: Reprodução/RPC

 

O ex-deputado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha deixou o Complexo Médico Penal (CMP), em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, nesta sexta-feira (31), para ser transferido para o Rio de Janeiro, onde continua cumprindo a pena de 14 anos e seis meses de prisão à qual foi condenado na Operação Lava Jato.

Ele deixou o presídio paranaense às 8h desta sexta-feira. De acordo com a Polícia Federal (PF), Cunha ficará detido no Presídio Pedrolino Werling de Oliveira, conhecido como Bangu 8.

Cunha estava preso no Paraná há mais de 2 anos e sete meses, desde outubro de 2016. Em março de 2017, ele foi condenado na 1ª instância a 15 anos e quatro meses de reclusão pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

O processo apurou o recebimento de propina pelo ex-deputado, por um contrato de exploração de Petróleo em Benin, na África, e o uso contas no exterior para lavar o dinheiro. O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) diminuiu a pena de Cunha para 14 anos e 6 meses, em novembro de 2017.

Em abril deste ano, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou, por unanimidade, anular a pena de lavagem de dinheiro imposta ao ex-presidente da Câmara dos Deputados.

 

Os advogados argumentavam que, em razão do mesmo ato, Cunha foi condenado por corrupção passiva e lavagem. Mas, na avaliação de todos os ministros da turma, as instâncias inferiores consideraram que há provas do cometimento dos dois crimes.

Veja os processos de Eduardo Cunha na Lava Jato:

  • Condenado a 14 anos e 6 meses pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas em contrato da Petrobras para a exploração de petróleo no Benin, na África.
  • Réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, acusado de exigir e receber US$ 5 milhões em propina em contratos de construção de navios-sonda da Petrobras.

A transferência

No início de abril, após um pedido da defesa de Eduardo Cunha, a juíza Luciani Maronezi, da 2ª Vara de Execuções Penais de Curitiba, pediu que as autoridades do Rio de Janeiro fossem consultadas para saber se havia vagas disponíveis para receber Cunha.

No dia 23 de maio, a Justiça do Rio de Janeiro aceitou o pedido e, na última quarta-feira (29), a Justiça Estadual do Paraná autorizou a transferência.

Após a aceitação da transferência pela Justiça do Rio de Janeiro, o Ministério Público do Paraná (MP-PR) reiterou que é contra a transferência de Cunha para um presídio carioca. A justificativa foi a influência política do ex-deputado que, segundo a Promotoria, acarretou na prática dos crimes pelos quais o ex-deputado foi condenado.

Em nota divulgada após a autorização, a defesa de Cunha disse que "a decisão é justa e adequada aos preceitos legais e constitucionais".

Ex-deputado Eduardo Cunha quando foi preso, em 2016 — Foto: Giuliano Gomes/PR Press

Ex-deputado Eduardo Cunha quando foi preso, em 2016 — Foto: Giuliano Gomes/PR Press

 

Outros processos

Na Operação Lava Jato no Paraná, Cunha ainda responde a uma ação penal, que aguarda sentença. O processo apura a suspeita de o ex-deputado tenha recebido propina de US$ 5 milhões em contratos de construção de navios-sonda da Petrobras. Ele nega as acusações.

Eduardo Cunha tem outra condenação, na 1ª instância, a 24 anos e dez meses de prisão na Justiça Federal de Brasília, por envolvimento em desvios de recursos do Fundo de Investimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS).

À época da condenação, a defesa de Eduardo Cunha informou que ia recorrer, acrescentando que a sentença é "fantasiosa" e baseada em delações premiadas sem provas.

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Por G1 AM.

Quarenta presos foram encontrados mortos dentro de cadeias em Manaus nesta segunda-feira (27), informou a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). Inicialmente, o governo do Amazonas havia dito que eram 42 mortos.

Na véspera, uma briga entre presos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) já tinha deixado 15 presidiários mortos.

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) informou que todas as mortes desta segunda tinham indício de asfixia. Elas ocorreram nas seguintes unidades:

  • Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat) – 25 mortos;
  • Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) – 6 mortos;
  • Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM 1) – 5 mortos;
  • Compaj – 4 mortos.

De acordo com a Seap, "neste momento, a situação está controlada e os presos estão na tranca".

Também nesta segunda, o Ministério da Justiça informou que vai enviar ao Amazonas integrantes da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária. De acordo com o governo federal, a força-tarefa atua quando há crise no sistema penitenciário – o objetivo é "controlar distúrbios e resolver outros problemas".

No caso do Compaj, integrantes da Força Nacional de Segurança Pública já atuam na área externa do presídio desde o massacre que deixou 56 mortos em janeiro de 2017. A força atua também na estrada onde ficam as cadeias.

 
Governo vai enviar equipe de intervenção penitenciária ao Amazonas

Governo vai enviar equipe de intervenção penitenciária ao Amazonas

Em nota, o governo do Amazonas informou que o governador Wilson Lima conversou na tarde desta segunda com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

"Acabei de falar com o ministro Sérgio Moro, que já está mandando uma equipe de intervenção prisional para o Estado do Amazonas, para que possa nos ajudar neste momento de crise e um problema que é nacional: o problema dos presídios. A qualquer momento a equipe de intervenção do Ministério da Justiça desembarca no Estado para nos ajudar", afirmou Wilson Lima no comunicado.

Familiares de presos aguardam notícias do lado de fora após massacre em presídio de Manaus, no Amazonas — Foto: Bruno Kelly/Reuters

Familiares de presos aguardam notícias do lado de fora após massacre em presídio de Manaus, no Amazonas — Foto: Bruno Kelly/Reuters

 Familiares de presos aguardam notícias do lado de fora após massacre em presídio de Manaus — Foto: Bruno Kelly/Reuters

Familiares de presos aguardam notícias do lado de fora após massacre em presídio de Manaus — Foto: Bruno Kelly/Reuters

Entrada do complexo penitenciário nesta segunda-feira (27) — Foto: Ive Rylo/G1 Amazonas

Entrada do complexo penitenciário nesta segunda-feira (27) — Foto: Ive Rylo/G1 Amazonas

Brigas entre detentos deixam 55 mortos entre domingo e segunda — Foto: Rodrigo Cunha e Roberta Jaworski

Quinze mortos no Compaj no domingo

 
 
Briga em presídio de Manaus termina com 15 mortos

Briga em presídio de Manaus termina com 15 mortos

 

No domingo, uma briga entre detentos dos pavilhões 3 e 5 do Compaj terminou com 15 mortos.

Segundo o secretário de Administração Penitenciária, coronel Marcos Vinicius Almeida, a confusão aconteceu durante o horário de visitação na unidade. As vítimas foram assassinadas asfixiadas ou perfuradas com escovas de dentes.

"Não foi rebelião. É uma briga de internos. Nunca havia acontecido mortes durante visitas. Alguns morreram dentro da cela com as grades trancadas. Eles cometeram os crimes também em frente aos familiares", afirmou Almeida.

O secretário também disse que não foram registrados reféns, agentes feridos ou fuga de detentos. Questionado sobre denúncias feitas por familiares de detentos de que policiais em helicópteros atiraram contra presos, ele disse que os tiros não foram direcionados a pessoas e serviram apenas para contenção.

O titular da Seap afirmou que uma investigação foi aberta para apurar as motivações da briga. "O Estado não reconhece facções. Estamos investigando o que teria motivado isso. As câmeras internas registraram todos os crimes e vamos encaminhar as informações à Justiça."

Em nota, o governo do Amazonas informa que "mesmas medidas serão tomadas em relação às mortes registradas nesta segunda-feira". "Os resultados destas apurações serão encaminhados à Justiça. A secretaria também vai adotar medidas disciplinares nos presídios, a exemplo do que já fez no Compaj."

Massacre em 2017 e início da crise

A crise no sistema penitenciário do Amazonas teve início em janeiro de 2017, quando um conflito no Compaj deixou deixou 56 mortos. A rebelião durou mais de 17 horas e foi considerada pelo então secretário de Segurança Pública "o maior massacre do sistema prisional" do Estado.

Os mortos eram integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e presos por estupro, segundo o então secretário.

Um dia depois, um motim na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), que fica na Zona Leste de Manaus, deixou mais mortos. O Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM) também teve um princípio de motim.

 

Como medida para ajudar no reforço da segurança nas penitenciárias do estado, homens da Força Nacional de Segurança chegaram a Manaus. Eles passaram a atuar na área externa das cadeias. Dentro dos presídios, no entanto, a segurança é de responsabilidade do governo do estado.

Após aquela crise, um grupo de 17 detentos chefes de facções foram transferidos do Compaj e do Ipat para um presídio federal de Mato Grosso do Sul.

À época, além de executar transferência dos detentos, a Seap informou que adotaria novas medidas para evitar rebeliões.

Oito meses após a rebelião, a Polícia Civil concluiu o inquérito, no qual 210 pessoas foram indiciadas pelos assassinatos dos 56 presos no Compaj.

Em novembro de 2017, o Ministério Público do Estado (MP-AM) ofereceu denúncia criminal contra 213 detentos por homicídio triplamente qualificado. De acordo com a Justiça, os denunciados aguardam julgamento. Os processos estão na fase de instrução.

Em dezembro de 2018, um agente penitenciário foi morto dentro do Compaj.

Publicado em BRASIL E MUNDO
Por   Sertão em Dia.
Um crime bárbaro foi registrado na noite desta terça-feira (21), em Paiol distrito de Jacaraci. Dois homens armados entraram na residência do senhor Francisco Pinto de 75 anos. Segundo informações obtidas pelo site Sertão Em Dia, “Chico Pinto” como é conhecido, estava com sua esposa e suas duas filhas, ambas portadoras de deficiência mental. Ao adentrar na casa, os criminosos anunciaram o assalto e partiram pra cima de “Chico”. Por muita sorte a esposa e as duas filhas conseguiram fugir para a casa da vizinha. Os criminosos levaram aproximadamente R$35.000,00. Logo após o assalto, a vizinhança encontrou Francisco com as duas pernas amarradas, braços e com a boca tampada com um pano. Após o fato, a Polícia Militar foi acionada para investigação do caso. A guarnição pede para quem suspeitar do ocorrido entrar em contato.
Publicado em BAHIA E REGIÃO

Por G1 BA.

Homem foi preso na BR-242, altura da cidade de Barreiras, no sábado (19). — Foto: Reprodução / PRF

 

Um caminhoneiro de 31 anos foi preso na BR-242, altura da cidade de Barreiras, oeste da Bahia, no sábado (18), depois que a polícia encontrou cerca de 420 mil maços de cigarros de origem clandestina no caminhão onde ele estava.

Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os cigarros paraguaios foram localizados dentro de centenas de caixa, no compartimento de carga do veículo, durante uma abordagem da polícia, no KM-788 da rodovia.

Ainda segundo a PRF, durante a apreensão, o motorista informou que foi contratado no estado de São Paulo e que ganharia R$ 3 mil reais para levar a carga de Luís Eduardo Magalhães para Ibotirama, também na região oeste.

O caminhoneiro foi preso e levado para a Polícia Judiciária local. Já os veículos e a carga ficaram no pátio da PRF.

Publicado em BAHIA E REGIÃO

Câmeras do circuito de segurança flagram o momento em que um rapaz, identificado como Luiz Fernando, entra em uma residência, localizada na Rua José Seabra, Bairro São Cristóvão e supostamente furta um aparelho celular. O fato aconteceu na tarde desta quinta-feira (09).

Em boletim de ocorrência registrado na manhã de hoje (10) o proprietário do imóvel acusa o rapaz de ter sido o autor do furto de um J1 Mine da Sansung que estava em cima do sofá sendo carregado na tomada.

A vítima relata que, após perceber que o aparelho havia “sumido”, recorreu às câmaras de segurança instaladas na casa de um vizinho e confirmou, pelas imagens, que o rapaz havia entrado em sua residência. A ação dura cerca de quatro minutos.

 
Publicado em BAHIA E REGIÃO

Por Maíra Brito, TV Oeste.

Câmeras de segurança flagraram o momento em que criminosos explodiram caixas eletrônicos de uma agência do Banco do Brasil, na cidade de Barreiras, no oeste da Bahia, na madrugada desta quinta-feira (2). [Confira o vídeo acima]

Não há registro de feridos na ação. Desde o início do ano, já foram contabilizados 12 ataques a agências bancárias no estado.

Nas imagens da ação desta quinta, dois criminosos aparecem perto dos caixas. Em seguida, eles começam a correr e saem da agência. Menos de 10 segundos depois, ocorre a explosão.

Grupo invade cidade no oeste da Bahia e explode banco — Foto: Paiva/Blog Braga

Por conta da ação dos bandidos, ocorrida por volta das 3h30, a agência ficou destruída. Parte do teto caiu e fios ficaram pendurados. Além disso, os vidros das portas ficaram estilhaçados e dois caixas eletrônicos foram totalmente danificados.

Não há informações sobre se os criminosos conseguiram levar alguma quantia. Até a publicação desta reportagem, ninguém havia sido preso.

Em nota, a Polícia Militar informou que guarnições da 83ª CIPM e da Companhia Independente de Policiamento Tático (CIPT) Rondesp Oeste foram encaminhadas ao local, para reforçar o policiamento.

Agência ficou destruída após ação de criminosos em Barreiras — Foto: Paiva/Blog Braga

Agência ficou destruída após ação de criminosos em Barreiras — Foto: Paiva/Blog Braga

Agência ficou destruída após ação de criminosos em Barreiras — Foto: Paiva/Blog Braga

Agência ficou destruída após ação de criminosos em Barreiras — Foto: Paiva/Blog Braga

Agência ficou destruída após ação de criminosos em Barreiras — Foto: Paiva/Blog Braga

Agência ficou destruída após ação de criminosos em Barreiras — Foto: Paiva/Blog Braga

Agência ficou destruída após ação de criminosos em Barreiras — Foto: Paiva/Blog Braga

Agência ficou destruída após ação de criminosos em Barreiras — Foto: Paiva/Blog Braga

Agência ficou destruída após ação de criminosos em Barreiras — Foto: Paiva/Blog Braga

Agência ficou destruída após ação de criminosos em Barreiras — Foto: Paiva/Blog Braga

Publicado em BAHIA E REGIÃO
Nesse sábado, (20) por volta das 10h00 uma guarnição da Polícia Militar da Cidade de Licínio de Almeida, após receber denúncias da população, efetuou abordagem ao sr José Roberto de Souza Brito, que em posse de um veículo Chevrolet Montana, Placa EGV-4551- Ibiassucê-BA, estaria vendendo melancias e drogas ilícitas. Após a verificação, foram encontrados: 05 (cinco)Tabletes pequenos de substâncias análogas a maconha, 03 (três) pinos de substâncias análogas a cocaína, R$ 835,00 reais em espécie e um aparelho de Celular.
O material apreendido, juntamente com o referido cidadão foram apresentados na Delegacia Territorial de Caetité.
por:  ASCOM (Polícia Militar da Bahia)
drogas lic 02
Publicado em LICÍNIO DE ALMEIDA
Por Informecidade.
Dois dos três fugitivos da Delegacia de Polícia de Caetité morreram no fim da tarde desta sexta-feira (19), menos de 24 horas após terem empreendido fuga, durante confronto com agentes da CIPE Sudoeste – Companhia de Policiamento Especializado de Vitória da Conquista.
Após a fuga a polícia teve informações de um provável local onde os fugitivos estariam escondidos. Com o apoio de policiais militares da 94ª CIPM e de policiais civis da 22 CORPIN, seguiram em operação onde entraram em confronto com os fugitivos.
Os elementos estavam em posse de uma submetralhadora e uma espingarda calibre 12, que foram furtadas durante a fuga. Na troca de tiros os dois indivíduos foram alvejados. Eles chagaram a ser socorridos, mas vieram a óbito. O terceiro preso permanece foragido.
Publicado em BAHIA E REGIÃO

Por Artur Lira, G1 PB

Dois policiais militares do estado da Bahia e um outro homem foram presos nesta quarta-feira (17), suspeitos de envolvimento em sequestros de empresários na Paraíba, roubos e adulteração de veículos. Segundo a Polícia Civil eles foram presos no município de Fagundes, no Agreste paraibano, quando se preparavam para realizar um roubo na Paraíba. Um contêiner que era usado como cativeiro também foi localizado.

Os suspeitos são Diego Afonso Saraiva, Danilo Fernando de Oliveira Alcântara e Eberson Carmo dos Santos.

As prisões ocorreram em um sítio na zona rural de Fagundes, no Agreste paraibano. No momento da chegada da Polícia Civil, os homens foram flagrados adulterando um veículo, além de estarem de posse de uma espingarda calibre 12, um revólver calibre 357, uma pistola calibre .40 e outra pistola calibre .45, 10 carregadores de pistola, centenas de munições, além de diversas placas de veículos e distintivos falsos.

Segundo o delegado de Roubos e Furtos da Polícia Civil em Campina Grande, Victor Melo, durante a ação policial os três presos se identificaram como policiais militares do Estado da Bahia. Foi confirmado que dois deles realmente são policiais e o terceiro apresentou um documento que os investigadores suspeitam que é falso.

O grupo está sendo investigado há mais de um ano, após a ocorrência de uma série de sequestros contra empresários, em Campina Grande. Três empresários da cidade já foram até a Central de Polícia Civil, em Campina Grande e reconheceram os suspeitos como sequestradores e também as armas usadas nos crimes. Os sequestros foram em janeiro e setembro de 2018 e em março desse ano.

 

Ainda nas buscas, a Polícia Civil encontrou um contêiner que a investigação acredita que era usado como cativeiro para manter as vítimas sequestradas. No contêiner as vítimas ficavam trancadas e dentro havia uma churrasqueira, peças de carros e apenas duas janelas pequenas por onde entrava um pouco de luz e ar.

 
Suspeita da Polícia Civil era de que policiais sequestravam vítimas e trancavam em contêiner — Foto: Victor Melo/Polícia Civil

Suspeita da Polícia Civil era de que policiais sequestravam vítimas e trancavam em contêiner — Foto: Victor Melo/Polícia Civil

Durante as investigações, foi descoberto que os suspeitos seriam especialistas em sequestros, ataques a instituições financeiras e também o comércio de armas de fogo de grosso calibre.

Segundo a Polícia Civil, nesta terça-feira (17) a equipe de investigação da DRF conseguiu a informação de que a quadrilha estaria novamente em Campina Grande e articulando um grande roubo. Por isso foi iniciada uma série de diligências até que nesta quarta-feira os suspeitos foram encontrados escondidos e se preparando para o crime.

Os presos foram autuados em flagrante pelos crimes de Adulteração de sinal de veículo automotor, Receptação, Porte Ilegal de Arma de Fogo de Calibre Restrito, Falsidade Documental, Apresentar-se Falsamente como Funcionário Público (Contravenção Penal) e Associação criminosa, assim como serão indiciados nos três crimes de sequestro onde foram reconhecidos.

Publicado em BAHIA E REGIÃO
Por G1 SC.

Operação combate crimes de perigo à aviação — Foto: PF/Divulgação

 

A Polícia Federal (PF) cumpre mandados de busca e apreensão desde o início da manhã desta quarta-feira (10), em cidades do Norte catarinense e Vale do Itajaí, além de outros dois estados, durante uma operação contra crimes de perigo à aviação. De acordo com o delegado Alexandre Andrade, o alvo das investigações envolve uma empresa com sede em Joinville, suspeita por fraudes fiscais, na manutenção e na documentação de aeronaves.

A operação denominada de Dédalo, que ocorre em conjunto com Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), apreendeu sete aeronaves e pelo menos parte de outras cinco em locais clandestinos. As ações ainda estão em andamento e um balanço será divulgado no final da manhã, segundo o delegado. Ninguém foi preso até esta publicação.

No total são cumpridos em Santa Catarina, três mandado de busca e apreensão em Joinville e outro em Rio do Sul. Outros dois ocorrem em Curitiba (PR), três em Sorocaba (SP) e um em Birigui (SP).

Também são alvos das buscas sete aeronaves, sem condições de voo, por apresentarem irregularidades em documentos e estruturais, que colocam em risco a aviação civil.

Conforme a PF, participam dos trabalhos 50 policiais federais e 20 fiscais da Anac.

Investigação

As investigações começaram em 2016, após uma denúncia de irregularidades na manutenção de aeronaves, além de reportagens veiculadas pela imprensa, vinculando as irregularidades a quedas de helicópteros.

Um inquérito policial foi instaurado. A PF em conjunto com a Anac fez a inspeção na empresa investigada, apreendendo documentos, peças e aeronaves.

Segundo a PF, a perícia feita nos documentos, além de contatos com fabricantes e autoridades estrangeiras dos Estados Unidos, comprovaram indícios de compra de aeronaves sinistradas, reparo além dos limites permitidos pelo fabricante, com uso de registros supostamente fraudulentos ou com o aproveitamento de plaquetas e documentação para emprego em outras aeronaves, além de falhas nos controles, colocando em risco a aviação civil.

 

Ainda de acordo com a polícia, foram apontados indícios de falsificação de documentos, não prestação ou prestação parcial ou dissimulada de informações à Anac, com o objetivo de dificultar ou iludir a fiscalização do órgão, além de fraudes fiscais nos processos de importação de aeronaves.

Os investigados vão responder pelos crimes de perigo à aviação; falsificação de documentos; falsidade ideológica e sonegação fiscal, cujas penas isoladas variam de um a seis anos de prisão.

Dédalo

A operação recebeu o nome de Dédalo que, na mitologia grega, era um homem muito sábio e criativo, pai de Ícaro, que fabricou asas de penas ligadas com cera para que ele e Ícaro pudessem voar e fugir do labirinto onde estavam presos.

Na fuga, Ícaro se aproximou muito do sol, a cera derreteu e ele caiu no mar. Da mesma forma, o uso de peças não adequadas em aeronaves pode provocar acidentes aéreos.

 

Publicado em BRASIL E MUNDO
Por Informecidade

A mulher de blusa preta e o homem de boné que aparecem na imagem acima são suspeitos de terem furtado uma mulher dentro de um estabelecimento comercial em Caculé na manhã desta quarta-feira (03). Segundo a vítima, ela havia acabado de sacar o valor correspondente a um salário mínimo na Caixa Econômica.

Segundo informações divulgadas, a vítima teria saído do banco após sacar o dinheiro e entrado em uma loja de capas de celulares. Enquanto olhava os produtos, o casal se aproximou e começou a conversar com a mulher, dando-lhe opinião sobre qual “capinha” comprar. Logo em seguida o casal saiu.

Após decidir pelo produto que iria comprar, a vítima foi fazer o pagamento e só aí percebeu que a bolsa estava aberta e que todo o dinheiro havia sido levado.

Câmeras de segurança registraram o mento em que o casal suspeito saiu da loja, mas não gravaram o momento do suposto furto.

De acordo com a Polícia Militar, esse tipo de ação é bastante comum em dias de feira e principalmente no período de pagamento de salários e aposentadorias.

Publicado em BAHIA E REGIÃO

Por G1 BA.

Materiais foram localizados depois de rondas da PM em Barreiras, na terça-feira (2). Homem foi encaminhado para delegacia da cidade. — Foto: Polícia Militar

 

Um homem de 39 anos foi preso em flagrante com 940 mil cigarros de diversas marcas, além de armas, dentro de casa, durante uma ronda da Polícia Militar, na cidade de Barreiras, região oeste da Bahia, na terça-feira (2).

Conforme a PM, os militares faziam rondas pela cidade quando encontraram 40 mil unidades de cigarros dentro de um veículo, no bairro Invasão do Salsicha. O motorista foi ouvido pelos agentes e informou que comprou o material com um homem de prenome Elias.

A PM continuou a ronda pela cidade até chegar na casa de Elias Vieira da Silva Júnior. No local, com autorização do homem, a polícia entrou no imóvel e encontrou mais 940 mil unidades de cigarros sem nota fiscal, além de um revólver calibre 38 e uma espingarda calibre 12.

O homem foi preso e encaminhado, junto com os materiais, para a delegacia de Barreiras. A PM não informou, no entanto, o que ocorreu com o motorista do carro. O caso é investigado pela Polícia Civil da cidade.

Homem e o material foram encaminhados para a delegacia da cidade.  — Foto: Polícia Militar

Homem e o material foram encaminhados para a delegacia da cidade. — Foto: Polícia Militar

 
Materiais foram localizados depois de rondas da PM em Barreiras, oeste da Bahia.  — Foto: Polícia Militar

Materiais foram localizados depois de rondas da PM em Barreiras, oeste da Bahia. — Foto: Polícia Militar

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Por G1 BA.

Uma mulher foi presa após após o cão farejador da polícia encontrar 160 Kg de maconha na casa onde ela estava,na cidade de Santo Estevão, distante 150 km de Salvador, na terça-feira (2). — Foto: SSP-BA / Divulgação

 

Uma mulher foi presa após após o cão farejador da polícia encontrar 160 Kg de maconha na casa onde ela estava, na cidade de Santo Estevão, distante 150 km de Salvador, na terça-feira (2).

Conforme a Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia (SSP-BA), policias receberam denúncias anônimas e foram até a casa, na Avenida Cardeal da Silva. Após autorização da mulher, a polícia entrou no imóvel e fez buscas pelo local, onde encontrou, com ajuda do cão farejador, a substância em vários cômodos.

Ainda segundo a SSP, a mulher e a substâncias foram encaminhados para a delegacia de Feira de Santana, cidade da mesma região. A Polícia Civil investigará o caso.

 
Mulher e a substâncias foram encaminhados para a delegacia de Feira de Santana, cidade da mesma região. A Polícia Civil investigará o caso. — Foto: SSP-BA / Divulgação

Mulher e a substâncias foram encaminhados para a delegacia de Feira de Santana, cidade da mesma região. A Polícia Civil investigará o caso. — Foto: SSP-BA / Divulgação

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Um idoso de 72 anos foi morto a tiro após reagir a um assalto na noite de quinta-feira (28), na zona rural de Sebastião Laranjeiras, no sudoeste da Bahia. Conforme informação da Polícia Militar, Filogonio Neto estava em sua casa, localizada na Fazenda Tanque, quando foi abordado por três homens, os quais estavam em duas motocicletas.
 De acordo com os policiais, os filhos do aposentado disseram que ele reagiu e acabou sendo atingido no tórax. Ele foi socorrido pelos filhos ainda com vida, porém não resistiu aos ferimentos e morreu antes de dar entrada na emergência do Hospital Municipal Walter Leão Rocha.
O corpo da vítima foi encaminhado ao IML-Instituto Médico Legal de Guanambi, onde passará por exame de necropsia. A Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar o crime.
Redação www folhadovale.net
 
EDIÇÃO: JOÃO MIGUEL
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por Portal Vilson Nunes
Um técnico em informática, identificado como Fábio Luiz Leal da Silva, 33 anos, foi preso em flagrante, nesta quinta-feira (28), em Guanambi (BA), durante a 4a fase da Operação Luz na Infância, deflagrada pela Polícia Civil em 26 estados e no DF, que investiga crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet. Segundo informações obtidas pelo Portal Vilson Nunes, o detido foi flagrado na casa onde mora com o avô, na rua José Fagundes, no bairro Santo Antônio, com mais de 1,2 mil vídeos pornográficos envolvendo crianças.
tecnico informatica pedofilo 02 tn
A diligência foi realizada por equipes da 22º Coorpim, com apoio de Peritos Criminais do Departamento de Polícia Técnica de Guanambi
Ainda segundo a polícia, na ocasião foram apreendidos computadores, celulares, pendrive, memórias, hd’s. Em razão dos fatos, o indivíduo foi autuado em flagrante delito pela prática do crime de pedofilia com base no Art. 241-A e 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente.
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Por: Divulgação/CRO-BA Por: Redação BNews

Dois falsos dentistas foram detidos em Vitória da Conquista, sudoeste da Bahia, em uma ação do Conselho Regional de Odontologia da Bahia (CRO-BA), em parceria com a Polícia Militar, nesta quarta-feira (27). As informações são do site Achei Sudoeste.

Segundo a reportagem, foram detidos Jonivaldo Barris Porto, 48 anos, e Uilton Silveira Rocha, 66 anos. A polícia chegou até o endereço do consultório após denúncias. 

A dupla cobrava cerca de R$ 500 pelo procedimento de prótese e R$ 100 por extrações. Na ação, também foram apreendidos equipamentos de uso exclusivo de cirurgião dentista. Os objetos foram encaminhados para o Departamento Técnico. 

Ainda foi constatado que o local utilizado pela dupla estava em condições insalubres e apresentava alto risco de transmissão de doenças infectocontagiosas. Os falsos dentistas devem responder por exercício ilegal da profissão.

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com informações de Informecidade...
Em ação realizada na madrugada desta segunda-feira (25), agentes da Polícia Militar que atuam nas cidades de Malhada de Pedras e Guajeru, juntamente com investigadores da Polícia Civil de Rio do Antônio, prenderam um homem suspeito de tráfico de drogas.
De acordo com informações publicadas pelo portal Informe Rio do Antônio, a polícia chegou ao suspeito após uma denúncia anônima que ele estaria viajando de São Paulo para Guajeru transportando a droga que seria comercializada na região.
José Martins de Souza foi abordado no trevo da BR-030 que dá acesso ao município de Malhada de Pedras a bordo de um coletivo. Com ele a polícia apreendeu uma bolsa com 195 papelotes de cocaína. Segundo o suspeito, o material havia sido comprado pelo valor de R$1.500,00 e seria vendido a R$20,00 cada papelote.
José Martins de Souza foi autuado em flagrante e encaminhado, juntamente com o material apreendido, para a DP de Brumado, onde a ocorrência foi registrada.
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Por G1.

Um homem fez disparos dentro de um bonde na cidade de Utrecht, na Holanda, deixando um morto e vários feridos na manhã desta segunda-feira (18), segundo a imprensa. A polícia afirma que o incidente pode ter motivação terrorista. O suspeito fugiu.

Os tiros foram disparados por volta das 10h45 (6h45 no horário de Brasília) na Praça 24 de Outubro. Testemunhas disseram que ele deixou o local do crime de carro, segundo a BBC.

"Não podemos descartar a motivação terrorista", afirmou no Twitter o coordenador nacional para Segurança e Contraterrorismo na Holanda, PJ Aalbersberg.

De acordo com o jornal "De Telegraaf", uma vítima foi coberta por um lençol branco no local, mas a polícia ainda não confirmou a morte.

Joost Lanshage, porta-voz da polícia na Holanda, citado pela CNN, afirmou que ninguém foi detido e uma investigação está em andamento.

A praça está fechada e ambulâncias estão no local. Três helicópteros foram acionados para dar socorro às vítimas.

 

Alerta máximo

O premiê holandês, Mark Rutte, disse estar preocupado, e já acionou o comitê de combate ao terrorismo após o incidente, de acordo com a Reuters.

Após o incidente, o governo elevou o alerta para terrorismo para o mais alto na província de Utrecht. A segurança dos aeroportos foi reforçada. As escolas foram instruídas a fechar suas portas e a polícia aumentou a segurança nos aeroportos e em outras infraestruturas vitais. Segurança também foi intensificada em mesquitas.

A cidade de Utrecht tem mais de 300 mil habitantes e fica a cerca de 40 km da capital holandesa, Amsterdã.

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Por G1.

Os coletes amarelos voltaram a entrar em confronto com a polícia em Paris, na França, na manhã deste 18º sábado de mobilização. Lojas como Hugo Boss, Lacoste, Nespresso, entre outras, foram destruídas e saqueadas na tradicional avenida Champs-Elysées. O jornal "Le Monde" afirma que 94 pessoas foram detidas.

O conhecido restaurante Fouquet's, frequentado por políticos, celebridades e turistas, teve os vidros quebrados, as mesas derrubadas e a fachada pichada.

Na avenida Franklin Roosevelt, travessa da Champs-Elysées, uma agência bancária localizada no térreo de um edifício residencial foi incendiada.

 
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Restaurante Fouquet's foi alvo dos ataques dos coletes amarelos neste sábado (16) — Foto: Benoit Tessier/ Reuters

'Agitadores'

O ministro do Interior, Christophe Castaner, denunciou no Twitter que os autores destes atos "não são manifestantes ou agitadores, são assassinos", e pediu à polícia que respondesse "com a maior firmeza a estes ataques, inadmissíveis". Entre 7 e 8 mil participam da manifestação, entre eles, cerca de 1,5 mil "ultra-violentos", segundo ele.

As autoridades franceses estavam cientes que a mobilização deste sábado (16) contaria com a infiltração de ativistas ultraviolentos, inclusive vindos do exterior.

Os incidentes de violência começaram cedo, às 10h30 no horário local (6h30 em Brasília), nas proximidades do Arco do Triunfo. Manifestantes construíram barricadas e atacaram carros da polícia, que reage com bombas de gás lacrimogêneo, de acordo com a Rádio França Internacional (RFI).

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Coletes amarelos danificam vitrine de loja na Champs Elysées, em Paris, neste sábado (16) — Foto: Zakaria Abdelkafi / AFP

Policiais foram atacados com pedras e outros projéteis cortantes. Vários cortejos de coletes amarelos não foram declarados, de acordo com autoridades da área de segurança.

Durante a semana, um militante histórico do movimento, Eric Drouet, disse nas redes sociais que era necessário acabar com o "pacifismo" das manifestações. Drouet, que é motorista de caminhão, convidou "coletes amarelos" de todo o país a se reunir na capital e citou o apoio de militantes que poderiam vir da Itália, Bélgica, Holanda, Alemanha e Polônia.

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Coletes amarelos colocam fogo em barricada durante protesto em Paris, neste sábado (16) — Foto: Philippe Wojazer/ Reuters

Pelo menos 5 mil policiais e seis carros blindados compõem o dispositivo de segurança em Paris. Outras ações estão programadas em Bordeaux, Dijon, Caen e Montpellier.

 

Depois de semanas em declive, o movimento dos coletes amarelos tenta ganhar um novo impulso. Há semanas não se viam em Paris cenas de saques e confrontos, que lembram as registradas na Champs-Élysées no fim de 2018.

O grande debate nacional lançado pelo presidente Emmanuel Macron para encontrar soluções à crise dos coletes amarelos terminou oficialmente nesta sexta-feira (15). Mas as propostas feitas por milhares de franceses desde janeiro estão sendo processadas e o governo só deve fazer anúncios oficiais nas próximas semanas, segundo a RFI.

Os protestos aconteceram enquanto Macron chegava aos Pirineus com a mulher, Brigitte, para esquiar. "Vou passar dois ou três dias aqui, para recobrar as forças e me reencontrar com a paisagem e amigos", disse Macron ao jornal regional "La Depeche du Midi".

Marchas pelo clima e pela solidariedade

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Manifestantes pedem medidas urgentes no combate ao aquecimento global neste sábado (16), em Paris — Foto: Charles Platiau/ Reuters

O sábado foi marcado por uma série de protestos por diferentes temas na capital francesa.

Em atmosfera bem mais pacífica, 140 ongs promoveram a "Marcha do Século pelo Clima", partindo da praça do Trocadero. Outros 200 eventos para denunciar a inércia dos dirigentes no combate ao aquecimento global também estavam previstos em todo o país. Os manifestantes cobram do governo respostas à altura dos desafios climáticos e da redução da biodiversidade, de acordo com a RFI.

 

A Marcha da Solidariedade, também na capital francesa, denuncia a violência policial e o "racismo de Estado". Por fim, trabalhadores de parques de diversão realizam um protesto por restrições impostas à profissão.

Manifestações

O primeiro protesto, em 17 de novembro, reuniu cerca de 290 mil pessoas. Muitas portavam o colete amarelo fluorescente – item de segurança obrigatório nos veículos franceses –, que acabou virando símbolo da nova onda de protestos.

Desde então, a França enfrentou uma série de bloqueios de rodovias, protestos de motoristas de ambulâncias e manifestações de estudantes secundaristas.

 
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Por G1 BA.

Um grupo armado explodiu uma agência do Bradesco da cidade de Maragogipe, no recôncavo da Bahia, na madrugada desta quinta-feira (14). De acordo com a polícia, a ação durou cerca de 40 minutos.

Os bandidos chegaram por volta de 2h30, e moradores relataram que escutaram barulhos de tiros por quase uma hora. Não há informações sobre feridos, nem se alguma quantia foi roubada da agência, que ficou destruída na ação.

Segundo a polícia, os suspeitos atiraram contra o posto da Polícia Militar (PM), jogaram miguelitos na ponte de São Félix, que dá acesso a cidade, além de atearam fogo em diversos veículos, um desses próximo ao complexo policial da cidade, que fica na Ladeira do Corte, um dos acessos para a cidade, para impedir a saída dos agentes de plantão.

Em nota, o Bradesco informou que está trabalhando para restabelecer o atendimento o mais breve possível.

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Por G1.

O ataque a tiros desta quarta-feira (13) na Escola Estadual Raul Brasil, de Suzano (SP), não é único na história do país. Considerado um problema crescente nos Estados Unidos, esse tipo de crime já aconteceu pelo menos outras oito vezes no Brasil.

  • O que se sabe até agora sobre tragédia em Suzano
  • Leia relato de estudantes

Dois adolescentes encapuzados mataram ao menos 10 pessoas dentro da instituição em Suzano. Eles cometeram suicídio em seguida, segundo a polícia. Cinco das vítimas eram estudantes, outra era funcionário da escola. Os atiradores e as vítimas ainda não foram identificados.

O massacre é o maior já registrado em São Paulo. No Rio, em abril de 2011, onze crianças morreram e 13 ficaram feridas quando um homem de 23 anos atirou contra salas de aula lotadas em uma escola do bairro de Realengo.

Após o episódio, o então governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse que as medidas de segurança em escolas do estado seriam avaliadas (relembre abaixo outros ataques em escolas do Brasil).

Medianeira (2018)

 O episódio mais recente aconteceu em setembro do ano passado, no Colégio Estadual João Manoel Mondrone, em Medianeira, no oeste do Paraná, a 60 km de Foz do Iguaçu.

Um adolescente de 15 anos entrou armado e atirou contra colegas de classe. Dois alunos, um de 15 e outro de 18 anos, ficaram feridos.

Dois adolescentes foram apreendidos. Um deles disse à polícia que sofria bullying na escola e tinha como alvos ao menos nove colegas. Ele contou que saiu de casa decidido a praticar o ataque, planejado por dois meses.

Janaúba (2017)

 

Oito crianças e uma professora morreram após um segurança colocar fogo em uma creche em Janaúba, no Norte de Minas Gerais, em outubro de 2017.

O vigia do Centro Municipal de Educação Infantil Gente Inocente jogou álcool em crianças e nele mesmo. Em seguida, ateou fogo. No horário havia 75 crianças e 17 funcionários na escola.

O agressor, Damião Soares dos Santos, de 50 anos, chegou a ser internado, mas morreu horas depois. Ele era funcionário do lugar desde 2008 e estava de licença médica. No dia do ataque, disse que iria à creche para entregar um atestado médico.

Goiânia (2017)

Um estudante de 14 anos atirou dentro do Colégio Goyases, escola particular de ensino infantil e fundamental, em Goiânia. Dois estudantes morreram e outros quatro ficaram feridos. O caso aconteceu em outubro de 2017.

Testemunhas relataram que o autor do ataque, filho de policiais militares, estava dentro da sala de aula e, no intervalo, tirou da mochila uma pistola e efetuou os disparos. Em seguida, quando ele se preparava para recarregar o revólver, foi convencido pela coordenadora a travar a arma.

O garoto foi apreendido. Nesse caso, a polícia também citou bullying como possível motivação do ataque.

João Pessoa (2012)

Dois adolescentes, de 16 e 13 anos, foram apreendidos após um tiroteio na escola estadual Enéas Carvalho no Centro de Santa Rita, na Grande João Pessoa, em abril de 2012. Um deles fez seis disparos, ferindo três alunos.

De acordo com a polícia, o alvo da dupla era um adolescente de 15 anos. As outras duas vítimas foram atingidas por estarem próximas ao garoto.

São Caetano do Sul (2011)

Um aluno de dez anos atirou contra uma professora na Escola Municipal Alcina Dantas Feijão, em São Caetano do Sul (SP). em setembro de 2011. Em seguida, ele atirou contra a própria cabeça e morreu no hospital.

O estudante, filho de um guarda-civil municipal, usou um revólver calibre 38 no ataque. A professora, de 38 anos, sobreviveu.

Realengo, Rio de Janeiro (2011)

 

Um homem de 23 anos atirou contra alunos em salas de aula lotadas na Escola Municipal Tasso da Silveira, no bairro de Realengo, Zona Oeste do Rio. O crime aconteceu em abril de 2011.

Onze crianças morreram e 13 ficaram feridas, todas com idades entre 12 e 14 anos. O atirador, Wellington Menezes de Oliveira, usou dois revólveres, que chegou a recarregar várias vezes. Em seguida, ele foi atingido por um policial e se suicidou. 

Wellington era ex-aluno da instituição. Segundo testemunhas, ele entrou no colégio dizendo que faria uma palestra. Antes do crime, o autor do ataque deixou uma carta com informações desconexas, em que manifestava a determinação de se suicidar depois da tragédia.

Taiúva (2003)

Um ex-aluno também foi responsável pelo ataque a tiros à Escola Estadual Coronel Benedito Ortiz, em Taiúva (SP), em janeiro de 2003. Cinco alunos, o caseiro, a zeladora e uma professora da instituição ficaram feridos.

Um dos estudantes, atingido por um tiro na coluna, ficou paraplégico. Não houve vítimas fatais.

O atirador, Edmar Aparecido Freitas, tinha 18 anos na época do crime. Ele invadiu o local armado com um revólver calibre 38 e um punhal, fez os disparos e se suicidou em seguida. Segundo a polícia, o jovem era vítima de bullying escolar.

Salvador (2002)

Em 2002, um aluno de 17 anos matou a tiros duas colegas da escola particular Sigma, do bairro de Jaguaribe, em Salvador. O adolescente atirou contra as duas dentro de uma sala de aula. Em seguida, se entregou à polícia ainda dentro da escola.

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Por Felipe Freire, Leslie Leitão, Marco Antônio Martins, Paulo Renato Soares e Henrique Coelho, TV Globo e G1 Rio.

Policiais da Divisão de Homicídios da Polícia Civil e promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro prenderam, por volta das 4h30 desta terça-feira (12), o policial militar reformado Ronnie Lessa, de 48 anos, e o ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz, de 46 anos. A força-tarefa que levou à Operação Lume diz que eles participaram dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Os crimes completam um ano nesta semana.

QUEM SÃO OS 2 PRESOS

O QUE SE SABE ATÉ AGORA

O que diz a denúncia

  • Ronnie Lessa é o autor dos 13 disparos que mataram Marielle e Anderson; ele estava no banco de trás do Cobalt que perseguiu o carro da vereadora.
  • Élcio Vieira de Queiroz dirigiu o Cobalt.
“É inconteste que Marielle Francisco da Silva foi sumariamente executada em razão da atuação política na defesa das causas que defendia”, diz a denúncia, acrescentando que a barbárie praticada na noite de 14 de março do ano passado foi um golpe ao Estado Democrático de Direito.

A investigação ainda tenta esclarecer quem foram os mandantes do crime e a motivação.

Prisões

Segundo informações obtidas pelo G1, Ronnie e Élcio estavam saindo de casa quando foram presos. Eles não resistiram à prisão e nada disseram aos policiais.

 

Ronnie estava em sua casa em um condomínio na Avenida Lúcio Costa, na Barra da Tijuca, o mesmo onde o presidente Jair Bolsonaro tem residência. Écio estava em casa, na Rua Eulina Ribeiro, no Engenho de Dentro.

A Operação Lume realiza ainda 32 mandados de busca e apreensão contra os denunciados para apreender documentos, telefones celulares, notebooks, computadores, armas, acessórios, munição e outros objetos. Durante todo o dia, haverá buscas em dezenas de endereços de outros suspeitos.

Após a prisão de Ronnie, agentes fizeram varredura no terreno da casa dele e encontraram armas e facas. Detectores de metais vasculhavam o solo, e até uma caixa d'água foi vistoriada.

 

'A mando de quem?', questiona Freixo

O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL) disse que, apesar das duas prisões, o caso "não está resolvido". Amigo de longa data, ex-chefe e correligionário de Marielle, Freixo questionou: "A mando de quem?".

"São prisões importantes, são tardias. É inaceitável que a gente demore um ano para ter alguma resposta. Então, evidente que isso vai ser visto com calma, mas a gente acha um passo decisivo. Mas o caso não está resolvido. Ele tem um primeiro passo de saber quem executou. Mas a gente não aceita a versão de ódio ou de motivação passional dessas pessoas que sequer sabiam quem era Marielle direito", disse em entrevista ao G1 e ao Bom Dia Rio.

Três meses de pesquisas

Ronnie foi levado para a Divisão de Homicídios do Rio por volta das 4h30. De acordo com os promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, o crime foi meticulosamente planejado durante três meses. O atentado completa um ano nesta quinta-feira (14).

A investigação aponta que Ronnie fez pesquisas na internet sobre locais que a vereadora frequentava. Os investigadores sabem também que, desde outubro de 2017, o policial também pesquisava a vida de Freixo.

Ronnie teria feito pesquisas sobre o então interventor na segurança pública do Rio, general Braga Netto, além de buscas sobre a submetralhadora MP5, que pode ter sido usada no crime.

 

A polícia afirma ainda que Ronnie usou uma espécie de "segunda pele" no dia do atentado. A malha que cobria os braços serviria, segundo as investigações, para dificultar um possível reconhecimento.

Nome da operação

A Operação Lume foi batizada em referência a uma praça no Centro do Rio, conhecida como Buraco do Lume, onde Marielle desenvolvia um projeto chamado Lume Feminista. No local, ela também costumava se reunir com outros defensores dos direitos humanos e integrantes do PSOL.

Além de significar qualquer tipo de luz ou claridade, a palavra lume compõe a expressão "trazer a lume", que significa trazer ao conhecimento público, vir à luz.

'Marielle incomodava', diz assessora

Assessora que estava ao lado de Marielle Franco quando a vereadora foi executada, Fernanda Chaves afirmou que a chefe incomodava. Mas ela não soube identificar uma situação específica para justificar o atentado. “Era um conjunto de coisas, a Marielle incomodava”, afirmou.

Neste domingo (10), Fernanda falou pela primeira vez sem esconder o rosto. “Ela era obviamente crítica à ação das milícias, não tinha as milícias como alvo. Institucionalmente, ela tinha uma limitação como vereadora. O mandato dela estava muito mais voltado para questões de gênero, de violência contra a mulher”, emendou Fernanda.

A assessora acrescenta que Marielle não tinha se indisposto com ninguém na época. “Ela não teve um problema específico que pudesse ter engatilhado uma situação que culminasse com o assassinato dela”, afirmou.

Linhas de investigação

A DELAÇÃO

Quase dois meses após o crime, em maio, uma publicação do jornal "O Globo" deu indícios do que pode ter sido a articulação para matar Marielle. A reportagem mostrou que uma testemunha deu à polícia informações que implicaram no crime o vereador Marcello Siciliano (PHS) e o ex-PM e miliciano Orlando Curicica.

A testemunha – que integrava uma milícia na Zona Oeste do Rio e foi aliado de Orlando – contou à polícia ter testemunhado uma conversa entre Siciliano e o miliciano na qual os dois arquitetaram a morte da vereadora. A motivação para o crime, segundo a testemunha, seria a disputa por áreas de interesse na região de domínio de Orlando.

"Ela peitava o miliciano e o vereador. Os dois [o miliciano e Marielle] chegaram a travar uma briga por meio de associações de moradores da Cidade de Deus e da Vila Sapê. Ela tinha bastante personalidade. Peitava mesmo", revelou a testemunha, de acordo com o jornal.

Tanto Siciliano quanto Orlando negam ter planejado a morte da vereadora. No mês seguinte, o miliciano foi, a pedido da Segurança Pública do RJ, transferido para uma unidade prisional de segurança máxima.

PONTOS DA DELAÇÃO

  • Testemunha diz que Marcello Siciliano (PHS) e Orlando de Curicica queriam Marielle morta
  • Motivação seria avanço de ações comunitárias da vereadora na Zona Oeste
  • Conversas sobre o crime teriam começado em junho de 2017
  • Ex-aliado de Orlando citou, além de Siciliano e o miliciano, outras quatro pessoas
  • Um homem chamado "Thiago Macaco" teria levantado informações sobre Marielle
 

VINGANÇA

Outra linha de investigação surgiu em agosto: Marielle, que trabalhou com o então deputado estadual Marcelo Freixo, teria sido morta por vingança.

"Tudo o que eu construí no Rio de Janeiro, ela construiu comigo. Então é claro que, quando alguém mata a Marielle, me atinge de forma muito forte, de forma muito brutal. Não sei se essa era a intenção de quem matou a Marielle”, disse o hoje deputado federal.

Os deputados do MDB fluminense Paulo Melo, Jorge Picciani e Edson Albertassi, adversários políticos de Freixo, passaram a ser investigados. Presos por corrupção, os parlamentares negaram envolvimento no crime.

Também em agosto, foi noticiada a descoberta de um grupo que ficou conhecido como "Escritório do Crime", uma quadrilha formada por policiais e ex-policiais. O envolvimento desse grupo nos assassinatos de Marielle e Anderson explicaria a dificuldade de esclarecer o caso.

INVESTIGAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO

A Polícia Federal começa a apurar a possibilidade de haver fraudes na investigação do caso. Em 21 de fevereiro, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão para apurar tentativas de dificultar os trabalhos dos investigadores.

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Por Kleber Tomaz, G1 SP — São Paulo.

Laudo do Instituto de Criminalística (IC) de São Paulo aponta que o caminhão que colidiu com o helicóptero que levava o jornalista Ricardo Boechat e o piloto Ronaldo Quattrucci estava a aproximadamente 40 km/h no momento da batida ao sair da praça de pedágio do Rodonel em direção à Rodovia Anhanguera. A morte de Boechat e Quatrucci completa um mês nesta segunda-feira (11).

Viúva de Boechat lembra um mês da morte do jornalista: 'Quem dera fosse só um pesadelo'

O G1 teve acesso com exclusividade ao documento do Núcleo de Engenharia da Polícia Técnico-Científica do Instituto de Criminalística que comprova que o veículo trafegava dentro do limite de velocidade permitido para a via. Ele analisou o tacógrafo do caminhão conduzido pelo motorista João Adroaldo Tomackeves, que sobreviveu à colisão, saindo com ferimentos leves.

laudo boechat

Laudo do Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Científica informa que tacógrafo de caminhão registrou que veículo estava a 40km/h no momento da colisão com helicóptero que levava Boechat e piloto em São Paulo — Foto: Reprodução/Polícia Técnico-Científica

Boechat e Quattrucci morreram em decorrência de politraumatismoscausados pelo impacto entre o helicóptero e o caminhão, ocorrido em 11 de fevereiro.

A reportagem não conseguiu localizar o representante do Ministério Público responsável por acompanhar o caso para comentar o assunto nesta semana.

 

Para a Polícia Civil, que investiga o acidente, ainda não há elementos para responsabilizar alguém criminalmente pela colisão e pelas mortes. O entendimento da investigação, até então, é de que o que aconteceu foi uma “fatalidade”.

Além do laudo do IC, que atesta que o motorista estava em velocidade compatível para o trecho, outra prova corrobora com a hipótese de que não houve crime na colisão que deixou dois mortos.

Vídeo gravado por câmeras de segurança, por exemplo, mostra que o helicóptero tentava um pouso de emergência, após pane ainda não identificada pela perícia, quando se chocou com o caminhão, que saía da praça de pedágio perto de 40 km/h.

'Fatalidade'

Procurado pelo G1 para comentar o resultado do laudo do IC sobre o tacógrafo do caminhão no momento da colisão com a aeronave, o delegado que investiga o caso informou que o documento será anexado ao inquérito policial.

“Em análise é o tacógrafo, que é o equipamento que mede a velocidade do automóvel. A velocidade na hora do impacto era de 40 km/h, que é compatível com a via, o limite da via”, disse o delegado Alexandre Marcos Kerckhof Cardoso e Silva, do 46º Distrito Policial (DP), em Perus, onde o caso foi registrado.

O caminhão, que tinha equipamento Via Fácil para não parar no pedágio, estava a 80 km/h antes de se aproximar da cabine da praça no Rodoanel, segundo o laudo do Instituto de Criminalística. Depois, reduziu para 60 km/h, e em seguida 40 km/h. Na desaceleração, saiu de 20 km/h, ao passar pela cancela do pedágio, subiu novamente para cerca de 40km/h e colidiu com o helicóptero.

"As linhas desordenadas (rabiscos) impedem uma medição mais precisa e não fazem parte do funcionamento regular do equipamento (surgiram por conta do impacto do veículo com a aeronave)", informa trecho do laudo do IC sobre a leitura do tacógrafo, que aponta a velocidade em torno de 40 km/h como a que o caminhão estava no momento que colidiu com o helicóptero.

 

Segundo o delegado, até o momento, as provas do inquérito indicam que o acidente que deixou Boechat e Quattrucci mortos não foi criminoso.

"Uma fatalidade. O piloto realizou a manobra de emergência e o motorista do caminhão também vinha em velocidade compatível", disse Cardoso e Silva.

Diante disso, não há como a polícia criminalizar o motorista Tomackeves pela batida e, muito menos, pelas mortes.

“Ele [o motorista] mesmo alega que sequer teve ciência do que aconteceu. Ele foi atingido em cheio, não teve tempo de ver, freou posteriormente ao impacto, e só tomou ciência do que o atingiu depois que foi retirado do caminhão”, falou o delegado.

G1 não conseguiu localizar Tomackeves para comentar o assunto nesta semana. Quando prestou depoimento na delegacia, o motorista se referiu assim ao acidente: "Do nada cai uma coisa lá do céu em cima da tua cabeça."

 

Causas

Além das eventuais responsabilidades pelo acidente que deixou mortos, a polícia apura as causas do que possa ter causado a pane no helicóptero.

“O que a gente tem até agora: responsabilidade criminal a gente não tem a quem imputar”, disse Cardoso e Silva. “Talvez trata-se de um acidente por motivo ainda a esclarecer e o que vai restar agora é a responsabilidade civil e administrativa. Pelo menos o que a gente tem até agora, não responsabilizando criminalmente ninguém pela fatalidade.”

 

Policiais militares que atenderam a ocorrência no dia, uma mulher que ajudou a socorrer o motorista do caminhão, e o filho do piloto, que era sócio de Quattrucci na empresa aérea criada pelo pai, já prestaram depoimento na delegacia.

O inquérito do acidente ainda não foi concluído e depende do resultado de outros laudos. Dentre os quais, o da Aeronáutica, que apontará as prováveis causas da pane no helicóptero, até este momento desconhecidas.

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