
Covid-19: Jequié tem 100% dos leitos de UTI ocupados
Segundo a prefeitura, todos os 19 leitos do Hospital Prado Valadares e os 10 do São Vicente estão ocupados. A taxa de ocupação de leitos clínicos é de 81%, já que 47 dos 58 leitos disponíveis estão ocupados.
Por TV Bahia.
A cidade de Jequié, que fica no sudoeste da Bahia, registra 100% de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para Covid-19, segundo informações do último boletim divulgado pelo município.
Segundo informações da prefeitura, todos os 19 leitos do Hospital Prado Valadares e os 10 do São Vicente estão ocupados. A taxa de ocupação de leitos clínicos é de 81%, já que 47 dos 58 leitos disponíveis estão ocupados.
Jequié atendi pacientes com Covid-19 de outras 20 cidades da região sudoeste. De acordo com dados do órgão municipal, até a noite de quarta-feira (17), foram registrados 813 casos ativos e 63 pessoas testaram positivo para a doença nas últimas 24 horas.
Em Vitória da Conquista, também no sudoeste da Bahia, a taxa de ocupação aumento de 84 para 93% nas últimas 24 horas. Apenas cinco dos 70 leitos de UTI estão desocupados.
Crianças sem leitos de UTI em Itabuna

Desde o início do mês, o Hospital Manoel Novaes, que fica em Itabuna, no sul da Bahia, tem 100% de ocupação nos leitos pediátricos de Unidade de Terapia Intensiva. A unidade médica é a única da região que oferece leitos de UTI e clínicos para o tratamento exclusivo de crianças com a Covid-19.
Ao todo, o hospital tem 16 leitos infantis: quatro de UTI, sendo três em atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e um particular, e 12 clínicos, sendo 10 em atendimento pelo SUS e dois particulares.
Essa é a segunda vez, desde o início da pandemia, que o Hospital Manoel Novaes registra 100% de ocupação em leitos pediátricos. A unidade é referência no atendimento materno-infantil na região sul do estado.
De acordo com dados divulgados pelo hospital, nos primeiros 15 dias de fevereiro foram feitos 70 atendimentos a crianças com a suspeita da Covid-19 ou com testes positivos. Já nos primeiros dias de março, a unidade já atendeu mais de 100 pacientes.
Outra situação que preocupa o Manoel Novaes é que o número de gestantes com Covid-19, que realizam parto no local, aumentou. A maioria das crianças já nascem com a doença.
Também cresceu o número de atendimentos na Maternidade Ester Gomes, onde também existe atendimento para crianças com Covid-19. No ano passado, 209 crianças foram atendidas e apenas nos dois primeiros meses de 2021, já foram registrados 207 atendimentos.
Vitória da Conquista contabiliza 346° óbito, pacientes de Caculé, Licínio de Almeida e Jacaraci estã
por .: Sertão em Dia
SP bate recorde e registra 679 novas mortes por Covid-19 em um dia; estado confirmou 1 óbito a cada
Máxima anterior era de 521 mortes confirmadas em 24h no estado. Coordenador do Centro de Contingência contra Covid-19 do governo de SP prevê recorde de mortes pela doença 'em alta escala', e vice-governador do estado diz que Doria não descarta lockdown, mas que medida precisa ser coordenada nacionalmente.
Por G1 SP — São Paulo.
O estado de São Paulo registrou 679 novas mortes provocadas pela Covid-19 nesta terça-feira (16), o maior total em 24h desde o início da pandemia. O número equivale a uma nova morte confirmada a cada 2 minutos e 6 segundos. Ao todo, o estado chegou a 64.902 óbitos causados pelo coronavírus.
O recorde anterior, registrado na semana passada, era de 521 mortes em um dia, e representava pouco mais de uma morte a cada 3 minutos.
Os novos registros não significam, necessariamente, que as mortes aconteceram de um dia para o outro, mas que foram computadas no sistema neste período. As notificações costumam ser menores em finais de semana, feriados e segundas-feiras, por conta do atraso na contabilização.
A média móvel de mortes, que considera os registros dos últimos sete dias, também foi recorde nesta terça-feira (16) e chegou a 400 óbitos diários. O valor é 50% maior do que o registrado há 14 dias, o que para especialistas indica forte tendência de alta da epidemia.
Como o cálculo da média móvel leva em conta um período maior do que o registro diário, é possível medir de forma mais fidedigna a tendência da pandemia
O estado teve ainda 17.684 novos casos da doença confirmados nas últimas 24h. No total, São Paulo chegou a 2.225.926 casos de Covid-19 confirmados desde o início da epidemia.
A média móvel de casos foi recorde nesta segunda-feira, e chegou a 13.129 casos por dia, um número 39% maior do que o verificado 14 dias atrás, o que também indica tendência de alta.
Explosão da Covid-19 em SP
Mais cedo, em entrevista à GloboNews, o vice-governador do estado, Rodrigo Garcia, disse que João Doria não descarta decretar um lockdown, mas afirmou que o governo não tem condições de determinar o fechamento do estado sem que tal medida seja coordenada nacionalmente.
Levantamento feito pelo G1 e pela TV Globo aponta que ao menos 75 pessoas com Covid ou suspeita da doença morreram na fila de espera por leito de UTI no estado.
O colapso da saúde também atinge a rede particular da capital paulista. Nesta terça, o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, disse que os hospitais privados estão solicitando leitos do SUS porque não conseguem atender a demanda. “Algo inédito”, afirmou Aparecido.
'Todos os hospitais privados de Fortaleza estão em colapso', diz secretário da Saúde
O estado enfrenta o segundo pico da pandemia, com aumento em números de óbitos por três meses seguidos.
Por G1 CE.
O secretário da Saúde do Ceará, Dr. Cabeto, afirmou nesta terça-feira (16) que todos os hospitais da rede privada de Fortaleza estão em colapso, com 100% dos leitos de enfermaria e UTI ocupados. O estado enfrenta o auge do segundo pico da pandemia, com recorde em números de óbitos por três meses seguidos.
"Todo o estado brasileiro está em situação muito difícil. Todos os hospitais privados de Fortaleza estão em colapso, 100% deles. Diariamente eu tenho solicitações para ajudar, para colaborar, e essa integração do Ceará como um todo é agora mais importante", disse.
"Mais importante agora é olhar para as questões técnicas e humanas, fazer as duas coisas de maneira muito harmônica e bem colocadas para que a gente tenha um bom resultado", completou o secretário, em transmissão em rede social ao lado do governador Camilo Santana.
Novas vacinas
O Ceará deve receber nesta semana o 9º lote de vacinas contra a Covid-19. A nova carga contém 180 mil doses. O novo lote de vacinas contra a doença foi anunciado pelo governador Camilo Santana, na manhã desta tera-feira (16), durante uma vistoria nas unidades de campanha do Hospital Geral de Fortaleza.
“Estamos lutando muito pelas vacinas. Aliás vamos receber um lote de 180 mil vacinas agora provavelmente amanhã no Ceará. Vamos dar continuidade, mas tem sido muito pequena a quantidade diante da necessidade, afirmou.
Durante o anúncio, Camilo Santana, afirmou que deverá anunciar novas medidas duras contra o avanço da Covid-19 no estado.
“Vamos anunciar nesta semana novas medidas. Sei que são medidas duras que afetam a economia do estado, afeta a vida das pessoas, mas o estado tem faz um esforço de fazer medidas importantes que possam socorrer e que apoiar as famílias mais vulneráveis do estado do Ceará. Em breve vamos anunciar novas medias”, reforçou.
Aumento das mortes e isolamento social
A média diária de mortes por Covid-19 no Ceará subiu 28% na primeira quinzena de março em comparação com o que foi observado no mês de fevereiro.
Nos primeiros 14 dias deste mês, foram contabilizados, em média, 41 mortes pela doença no estado a cada 24 horas; no mês anterior, a média foi de 24 falecimentos a cada dia.
Um decreto em vigor em todo o estado determina que apenas atividades consideradas essenciais podem manter as atividades. As medidas valem até domingo, 21 de março.
O decreto foi estabelecido inicialmente para Fortaleza e em seguida ampliado para todo o estado devido ao aumento dos casos e óbitos pela Covid-19.
Assinado contrato que prevê aquisição de 9,7 milhões de doses da vacina russa para a Bahia
Em postagem nas redes sociais, governador Rui Costa confirmou assinatura do contrato, ocorrida na segunda-feira (15).
Por G1 BA.
O governador Rui Costa anunciou nas redes sociais, na noite de segunda-feira (15), a assinatura do contrato para aquisição de 9,7 milhões de doses da vacina russa contra a Covd-19 para a Bahia.
A quantidade de imunizadores da Bahia faz parte dos 37 milhões de doses acordados com o Consórcio do Nordeste. Nas redes sociais, Rui celebrou a assinatura do contrato.
"Contrato celebrado! Nossa compra da Sputnik V está garantida e já receberemos as primeiras doses em abril. Foram seis meses de trabalho intenso para chegarmos a este dia histórico na luta contra o coronavírus. A celebração do contrato ocorreu há pouco durante reunião com o presidente do Fundo Soberano Russo, Kirill Allexandrovich Dmitriev, e o governador do Piauí, Wellington Dias", disse Rui.
Segundo o governador da Bahia, as vacinas serão enviadas em quatro lotes.
“Dois milhões em abril, 5 milhões em maio, 10 milhões em junho e 20 milhões em julho. E assim vamos acelerando a vacinação na Bahia e no Brasil e, se Deus quiser. E o trabalho continua para logo logo voltarmos à vida normal, e vivermos a vida com alegria, como os baianos sabem muito bem”, falou Rui Costa.
Brumado.: Cinco pessoas da mesma família morrem em menos de um mês
Última vítima foi Cleiton, que morreu no domingo (7), mesmo dia em que completou 33 anos. Dias antes dele morreram a mãe, o pai, o cunhado e o irmão.
Por G1 BA e TV Bahia.
Cinco pessoas de uma mesma família morreram em decorrência da Covid-19, em menos de um mês, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. A última morte foi registrada no domingo (7).
A família é da cidade de Brumado, que fica a cerca de 140 km de Vitória da Conquista. Os cinco estavam internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), entre os hospitais São Vicente, das Clínicas e o Hospital Geral de Vitória da Conquista.
A última vítima foi um jovem identificado como Cleiton, que morreu no dia em que completou 33 anos. Dias antes dele, morreram a mãe, Zélia, e o pai, José Luiz. O casal estava na faixa dos 75 anos. O cunhado de Cleiton, Antônio, foi a terceira vítima da família a perder a vida para o coronavírus.
A quarta pessoa a morrer foi o irmão de Cleiton, Lúcio, que também era filho de Zélia e José Luiz. De acordo com a família, eles não souberam das mortes uns dos outros porque estavam na UTI.
O casal Zélia e José Luiz deixa outros cinco filhos. Cleiton deixa uma filha e Lúcio deixa duas. Antônio, que também deixa um filho, se contaminou ao cuidar do sogro, José Luiz, quando ele adoeceu.
O enterro de Cleiton foi na tarde de domingo. O carro da funerária passou pela casa da família, todo fechado, para que vizinhos e familiares se despedissem do corpo. O enterro foi realizado em Brumado.
Escolas abrem nesta segunda em SP e comércio e restaurantes devem permanecer fechados; veja o que fu
Estado entrou na fase mais restritiva da quarentena no último sábado (6) e permanece até 19 de março. Consideradas áreas essenciais, escolas foram autorizadas a operar com 35% da capacidade.
Por G1 SP — São Paulo.
As escolas municipais, estaduais e particulares foram autorizadas a abrir nesta segunda-feira (8), primeiro dia útil das medidas mais restritivas de isolamento social no estado de São Paulo.
Pelas regras, as instituições podem receber alunos presencialmente respeitando o limite de 35% da capacidade. No caso da rede municipal, as prefeituras têm autonomia para decidir se liberam ou não as atividades.
Na capital paulista, a prefeitura decidiu seguir a orientação do estado e manteve o funcionamento.
Considerada serviço essencial, a educação foi autorizada a operar durante a fase vermelha, que entrou em vigor no último sábado e deverá permanecer até o dia 19 de março.
A medida foi tomada pela gestão de João Doria (PSDB) para conter o avanço do número de casos e mortes provocadas pelo novo coronavírus.
A fase vermelha autoriza apenas o funcionamento de setores da saúde, transporte, imprensa, estabelecimentos como padarias, mercados e farmácias, além de escolas e atividades religiosas, que foram incluídas na lista de serviços essenciais por meio de decretos estaduais.
Parques, academias, bares, museus e cinemas, por exemplo, deverão permanecer fechados.
O que pode funcionar na fase vermelha?
- Escolas e universidades
- Hospitais, clínicas, farmácias, dentistas e estabelecimentos de saúde animal (veterinários)
- Supermercados, hipermercados, açougues e padarias, lojas de suplemento, feiras livres
- Delivery e drive-thru para bares, lanchonetes e restaurantes: permitido serviços de entrega
- Cadeia de abastecimento e logística, produção agropecuária e agroindústria, transportadoras, armazéns, postos de combustíveis e lojas de materiais de construção
- Empresas de locação de veículos, oficinas de veículos, transporte público coletivo, táxis, aplicativos de transporte, serviços de entrega e estacionamentos
- Serviços de segurança pública e privada
- Construção civil e indústria
- Meios de comunicação, empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens
- Outros serviços: igrejas e estabelecimentos religiosos, lavanderias, serviços de limpeza, hotéis, manutenção e zeladoria, serviços bancários (incluindo lotéricas), serviços de call center, assistência técnica e bancas de jornais.
Pior semana da pandemia
Neste domingo (7), o estado de São Paulo registrou o nono recorde seguido de pacientes internados com Covid-19 desde o início da pandemia.
Segundo dados da Secretaria da Saúde, o estado tem 19.049 pacientes hospitalizados com quadro confirmado ou suspeito da doença, sendo que 10.622 pessoas estão internadas em leitos de enfermaria e outras 8.427 em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
O estado vem batendo recordes seguidos no número de internados pela doença desde o dia 27 de fevereiro. Em 2020, durante a primeira onda da pandemia, o recorde de internados foi de 15.289 pacientes em 14 de julho.
A capital paulista também atingiu 81,5% de leitos de UTI ocupados neste sábado (6). Ao menos três hospitais da cidade têm 100% de ocupação e seis unidades estão com mais de 90% de ocupação no município.
Brasil tem 1.054 vítimas de Covid nas últimas 24 horas; média móvel de mortes bate nono recorde segu
País contabilizou 11.018.557 casos e 265.500 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Casos e mortes apresentam tendência de alta.
Por G1.
O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h deste domingo (7).
O país registrou 1.054 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas e chegou ao total de 265.500 óbitos. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias chegou a 1.497, esta ainda em alta e com novo recorde - é a maior desde o começo da pandemia. A variação foi de 42% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.
Também já são 46 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de 1 mil, 10 dias acima de 1,1 mil, e pelo oitavo dia a marca aparece acima de 1,2 mil. Foram nove recordes seguidos de 27 de fevereiro até aqui.
Veja a sequência da última semana na média móvel:
- Sábado (27): 1.180 (recorde)
- Domingo (28): 1.208 (recorde)
- Segunda-feira (1º): 1.223 (recorde)
- Terça-feira (2): 1.274 (recorde)
- Quarta-feira (3): 1.332 (recorde)
- Quinta-feira (4): 1.361 (recorde)
- Sexta-feira (5): 1.423 (recorde)
- Sábado (6): 1.455 (recorde)
- Domingo (7): 1.497 (recorde)
Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 11.018.557 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 79.237 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 67.061 novos diagnósticos por dia -- o maior número registrado desde o começo da pandemia. Isso representa uma variação de 42% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de alta também nos diagnósticos.
Dezoito estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortes: PR, RS, SC, SP, DF, GO, MS, MT, AC, RO, TO, AL, BA, CE, MA, PB, PI, RN e SE
Brasil, 7 de março
- Total de mortes: 265.500
- Registro de mortes em 24 horas: 1.054
- Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.497 (variação em 14 dias: +42%)
- Total de casos confirmados: 11.018.557
- Registro de casos confirmados em 24 horas: 79.237
- Média de novos casos nos últimos 7 dias: 67.061 por dia (variação em 14 dias: +42%)
Estados
- Subindo (18 estados mais o Distrito Federal): PR, RS, SC, SP, DF, GO, MS, MT, AC, RO, TO, AL, BA, CE, MA, PB, PI, RN e SE
- Em estabilidade (6 estados): ES, MG, RJ, PA, RR e PE
- Em queda (2 estados): AM e AP
Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).
Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.
Vacinação
Balanço da vacinação contra Covid-19 deste domingo (7) aponta que 8.220.820 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 3,88% da população brasileira.
A segunda dose já foi aplicada em 2.718.147 pessoas (1,28% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal. No total, 10.938.967 doses foram aplicadas em todo o país.
Governadores articulam anúncio de medidas conjuntas contra avanço da covid-19
- Renan Filho (MDB), governador de Alagoas;
- Waldez Góez (PDT), governador do Amapá;
- Camilo Santana (PT), governador do Ceará;
- Renato Casagrande (PSB), governador do Espírito Santo;
- Ronaldo Caiado (DEM), governador de Goiás;
- Flávio Dino (PC do B), governador do Maranhão;
- Helder Barbalho (MDB), governador do Pará;
- João Azevêdo (PSB), governador da Paraíba;
- Ratinho Junior (PSD), governador do Paraná;
- Paulo Câmara (PSB), governador de Pernambuco;
- Wellington Dias (PT), governador do Piauí;
- Cláudio Castro (PSC), governador do Rio de Janeiro;
- Fátima Bezerra (PT), governadora do Rio Grande do Norte;
- Eduardo Leite (PSDB), governador do Rio Grande do Sul;
- João Doria (PSDB), governador de São Paulo;
- Belivaldo Chagas (PSD), governador de Sergipe.
Licínio de Almeida.: Governo do Estado anuncia medidas mais restritivas para 22 municípios.
Brasil registra 1.726 mortes em 24 horas e bate novo recorde na pandemia; total chega a 257,5 mil
País contabilizou 10.647.845 casos e 257.562 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Casos e mortes apresentam tendência de alta.
Por G1.
O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta terça-feira (2).
O país registrou 1.726 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas - recorde desde o início da pandemia - chegando ao total de 257.562 óbitos desde seu começo. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias chegou a 1.274. A variação foi de 23% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.
O número de mortes em 24 horas registrado no Brasil nesta terça-feira (2) é superior ao registrado preliminarmente nos Estados Unidos na segunda-feira (1º) e compilado nos principais painéis de monitoramento. Segundo a Johns Hopkins, os EUA tiveram 1.567 mortes. O número é semelhante ao verificado pela plataforma Our World in Data, da Universidade de Oxford, que aponta 1.565 mortes no país. Os EUA somam, desde o início da pandemia, 515.985 óbitos.
Já são 40 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de 1 mil, 6 dias acima de 1,1 mil, e pelo terceiro dia a marca aparece acima de 1,2 mil. Foram quatro recordes seguidos de sábado até aqui. Veja a sequência da última semana na média móvel:
- Quarta-feira (24): 1.129 (recorde)
- Quinta-feira (25): 1.150 (recorde)
- Sexta-feira (26): 1.148
- Sábado (27): 1.180 (recorde)
- Domingo (28): 1.208 (recorde)
- Segunda-feira (1º): 1.223 (recorde)
- Terça-feira (2): 1.726 (recorde)
Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 10.647.845 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 58.237 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 55.318 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de 22% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de alta também nos diagnósticos.
Quinze estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortes: PR, RS, SC, DF, SP, AC, PA, TO, AL, BA, CE, MA, PB, PI, RN e SE
Brasil, 2 de março
- Total de mortes: 257.562
- Registro de mortes em 24 horas: 1.726
- Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.274 (variação em 14 dias: +23%)
- Total de casos confirmados: 10.647.845
- Registro de casos confirmados em 24 horas: 58.237
- Média de novos casos nos últimos 7 dias: 55.318 por dia (variação em 14 dias: +22%)
Estados
- Subindo (15 estados mais o Distrito Federal): PR, RS, SC, SP, DF, AC, PA, TO, AL, BA, CE, MA, PB, PI, RN e SE
- Em estabilidade (8 estados): ES, MG, RJ, GO, MS, MT, RO e PE
- Em queda (3 estados): AM, AP e RR
Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).
Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.
Vacinação
Balanço da vacinação contra Covid-19 desta terça-feira (2) aponta que 7.106.147 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 3,36% da população brasileira.
A segunda dose já foi aplicada em 2.166.982 pessoas (1,02% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal. No total, 9.273.129 doses foram aplicadas em todo o país.
Sul
- PR: +74%
- RS: +133%
- SC: +170%
Sudeste
- ES: -4%
- MG: -1%
- RJ: +3%
- SP: +18%
Centro-Oeste
- DF: +62%
- GO: -5%
- MS: +14%
- MT: +5%
Norte
- AC: +24%
- AM: -40%
- AP: -37%
- PA: +53%
- RO: +12%
- RR: -51%
- TO: +104%
Nordeste
- AL: +18%
- BA: +64%
- CE: +39%
- MA: +82%
- PB: +45%
- PE: -14%
- PI: +71%
- RN: +127%
- SE: +25%
Número de brasileiros que vivem na extrema pobreza cresce com fim do auxílio emergencial
Segundo dados projetados pela FGV, em 2019, antes da pandemia, 10,97% da população recebia menos de R$ 246 por mês. Com o pagamento do auxílio, esse número caiu para 4,52%. Agora, em fevereiro de 2021, com o fim do benefício, está ainda maior: 12,83%.
Por Profissão Repórter.
O auxílio emergencial pago pelo governo durante a pandemia de Covid acabou ajudando milhares de brasileiros a saírem de uma situação de extrema pobreza. Mas, segundo levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV), com o fim do pagamento do benefício, a situação está ainda pior do que antes.
Segundo números projetados pela FGV, entre agosto de 2020 e fevereiro de 2021, cerca de 17,7 milhões de pessoas voltaram à pobreza, apesar da volta do Bolsa Família. Em agosto, a população pobre era cerca de 9,5 milhões: 4,52% do total de brasileiros, 210 milhões. Em fevereiro, passou para 27,2 milhões: 12,83%.
Em 2019, antes da pandemia, os dados consolidados apontavam para uma porcentagem de 10,97% dos brasileiros na extrema pobreza, ou seja, ganhando menos que R$ 246 por pessoa.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/3/k/WvvLjVSNe8pf4lARMXfQ/sp-prato-familia.jpg)
Família divide prato de arroz e feijão e um pedacinho de salsicha — Foto: Profissão Repórter
Ainda de acordo com a FGV, só no estado de São Paulo, temos em fevereiro, em termos absolutos, 1,79 milhões de pobres e cerca de 394 mil novos pobres desde agosto 2020.
No Profissão Repórter, a repórter Eliane Scardovelli mostra a situação de algumas famílias paulistanas que sofrem na busca por alimentos. Na Ceagesp, a maior central de abastecimento da América Latina, ela registrou o desespero de famílias que foram ao local para receber um kit com doações e acabaram enfrentando muita fila e confusão. Confira na reportagem.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/K/L/yrBA0USP6dU7ZfJheTcQ/sp-fila-3.jpg)
Mulheres lutam por cacho de bananas — Foto: Profissão Repórter
HMSS de Ibiassucê realizou pela primeira vez cirurgias a laser por vídeo

Mais de 300 pessoas aguardam leitos de UTI na BA: 'É como se fosse uma taxa de ocupação de 100%', di
Covid com alta recorde e lotação de UTIs: especialistas listam motivos para parar o país por ao meno
Exemplos vindos do Reino Unido e Israel mostram, segundo especialistas, que medidas de restrição adotadas por menos de 15 dias e campanha de vacinação sem isolamento social são incapazes de conter o avanço da pandemia.
Por Laís Modelli, G1
Praias e comércio fechados, toque de recolher e barreiras sanitárias em todo o país por, pelo menos, duas semanas. É o que defendem especialistas ouvidos pelo G1 como medidas nacionais e coordenadas que o governo federal deveria adotar em março para conter o avanço da pandemia do novo coronavírus, que já registrou recordes em apenas dois meses de 2021.
- RECORDES: Brasil chega a 40 dias com média de mortes acima de mil
- COM 28 DIAS: Fevereiro é o 2º pior mês de toda a pandemia no Brasil
- SEM LEITO: 220 pacientes esperam por vaga de UTI em Santa Catarina
- VOLTA ÀS AULAS: O que dizem os estudos mais recentes sobre Covid e crianças
Segundo os especialistas ouvidos pelo G1, os argumentos listados abaixo mostram a necessidade de um lockdown nacional (bloqueio geral), com medidas duras de restrição de circulação, durante o mês de março no Brasil:
- Sem vacinação em massa, sem rastreamento dos casos e sem o aumento da testagem, o distanciamento é a única maneira de conter o vírus;
- Diante do agravamento geral da pandemia, o país não conseguirá diminuir as transmissões se cada estado adotar uma medida diferente;
- Exemplos de outros países mostram que medidas curtas e pontuais, menores que 15 dias, não geram resultados consistentes;
- Quanto menor a circulação da população, menor a chance de o vírus encontrar pessoas suscetíveis à infecção;
- Reino Unido e Israel conseguiram controlar as transmissões com uma combinação de lockdown e vacinação em massa.
Necessidade de ação nacional
Membro da diretoria do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Vanja dos Santos explica que, diante do iminente colapso do sistema de saúde em quase todos os estados, as ações precisam ser nacionais para serem eficazes.
"No momento de caos generalizado em que estamos, ou paramos e fechamos tudo, ou vamos dobrar essas mais de 250 mil mortes pela Covid-19 que tivemos em um ano em um tempo muito menor" , disse Vanja dos Santos, membro da diretoria do CNS.
Santos explica que o CNS e demais órgão nacionais que integram a "Frente Pela Vida" pedem ao governo federal ações unificadas desde o ano passado. Com o agravamento da pandemia em fevereiro, o segundo mês com maior número de mortes por Covid-19 desde o início da pandemia, a paralisação das atividades em todo o país é tema no CNS.
"Na nossa última reunião, na terça-feira (23), discutimos medidas urgentes para o Brasil neste momento, como fechar todo o comércio, praias e serviço não essencial por duas semanas, assim como estipular um toque de recolher, implementar barreiras sanitárias pelo país e fazer testagem em massa", conta Santos.

Reino Unido: restrições longas
O coordenador da Rede Análise Covid-19, o cientista de dados Isaac Schrarstzhaupt, usa o exemplo do Reino Unido para explicar que medidas curtas e pontuais, menores que 15 dias, não alteram a curva de transmissão.
"O Reino Unido está no seu terceiro lockdown e começará a flexibilizar as medidas neste 1º de março, mesmo com o avanço da vacinação por lá. A flexibilização será devagar e escalonada. Locais como salão de beleza, por exemplo, reabrirão apenas em abril", diz Schrarstzhaupt.
"No Brasil, vimos governos estaduais e prefeituras decretarem lockdowns isolados, o que é válido, mas por somente alguns dias. Analisando os dados do Reino Unido, vemos que o período é muito curto para que se tenha uma diminuição dos casos", compara.
- Paraná fecha serviços não essenciais e determina toque de recolher a partir das 20h por nove dias
No primeiro lockdown britânico, iniciado em 23 de março de 2020, Schrarstzhaupt explica que os casos começaram a estabilizar apenas no 16º dia de restrições.
No segundo lockdown, começado em 5 de novembro, o cientista aponta que os casos começaram a cair depois de 13 dias. Mesmo assim, o governo britânico manteve as restrições por mais 15 dias, terminando o segundo bloqueio nacional apenas em 2 de dezembro.
"Toda a vez que se coloca alguma medida de restrição de mobilidade, há uma redução no número de casos, mas essa redução pode não ser proporcional ao tamanho do problema. Por isso, quanto maior o número de pessoas infectadas, mais duras e longas devem ser as restrições" , afirma Isaac Schrarstzhaupt, coordenador da Rede Análise Covid-19
Israel: lockdown e vacinação em massa
Em dezembro, ao mesmo tempo em que iniciou a vacinação em massa contra a Covid-19, Schrarstzhaupt aponta que Israel decretou seu terceiro confinamento nacional. "A estratégia israelense para conter a pandemia tem sido vacinar em massa e restringir circulação", explica Schrarstzhaupt.
Israel já vacinou mais da metade da população com ao menos uma dose, e a imunização por si só não foi vista como única estratégia. Diante disso, o governo fechou o maior a aeroporto internacional do país por duas semanas em fevereiro e manteve os demais fechados por um mês.
O país também adotou medidas como proibir qualquer cidadão de se distanciar mais de um quilômetro de sua residência.
Tais medidas ainda estão em vigor em Israel. Algumas foram flexibilizadas mais de um mês após o decreto do terceiro lockdown, e somente para os que já foram completamente imunizados com as duas doses da vacina.
O vídeo abaixo mostra os resultados positivos da vacinação no Reino Unido e em Israel.

Medidas precisam ser coordenadas entre estados
A diretora do CNS afirma que a entidade pede que o governo federal coordene e unifique as medidas contra a pandemia desde meados de 2020. "Pedido que o governo federal nunca atendeu", afirma Santos.
"Se um estado restringe a circulação das pessoas e fecha comércio, mas outro não faz o mesmo e as fronteiras continuam abertas, será muito difícil para aquele que impôs as medidas conseguir impedir que uma variante chegue ao seu estado, por exemplo", aponta Schrarstzhaupt.
Outra entidade que pede há meses uma coordenação nacional das medidas contra a Covid-19 é o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), que divulgou nesta segunda-feira (1) uma carta com sugestões de medidas urgentes contra o iminente colapso das redes pública e privada de saúde diante do aumento dos casos de Covid-19 no Brasil.
Entre os pedidos do Conass estão a adoção de um toque de recolher nacional, o fechamento de bares e praias, a proibição de eventos presenciais e suspensão de aulas presenciais em todo o país. A carta também critica a falta condução nacional unificada e coerente da reação à pandemia.
Em meio ao temor de colapso na saúde, especialistas alertam: “vamos ter pessoas morrendo em casa”
Brumado confirma 62ª morte de coronavírus e tem 392 pacientes ativos
Rui Costa se emociona ao falar de medidas restritivas: 'O que é mais importante, 48h de loja funcion
Rui Costa também questionou a população sobre descumprimento das medidas. Nesta segunda-feira (1º), Bahia tem 84% de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Por G1 BA.
O governador da Bahia, Rui Costa, se emocionou ao falar da prorrogação das medidas restritivas no estado, nesta segunda-feira (1º). Ele também questionou a população sobre o descumprimento das medidas implantadas para tentar impedir o aumento dos casos e mortes de Covid-19 no estado.
Neste domingo (28), as restrições (que começaram na sexta-feira) foram prorrogadas por mais 48 horas, até as 5h de quarta-feira (3). Somente serviços essenciais podem funcionar .
A Bahia tem 84% de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), de acordo com dados da Central Integrada de Comando e Controle da Saúde.
"Eu espero que esse sufoco desses dias sirva para alertar aquelas pessoas que têm saído na rua sem máscara, que têm ido para festas e aglomeração. Eu quero que elas pensem. Se elas são evangélicas, católicas, espíritas, que pensem no exercício da nossa espiritualidade, da nossa fé, não pode ficar apenas na retórica", disse Rui Costa.
"Nós temos que nos perguntar: ‘Quantas vidas humanas essa bebedeira vale?’. ‘Por quantas vidas humanas eu vou ser responsável, por ir para balada e festas em Teixeira [de Freitas], em Prado ou Eunápolis?’. ‘Quantas vidas humanas serão necessárias para justificar o meu comportamento?’. ‘Ah, eu tenho meu direito individual de ficar bêbado, de encher os bares, de ir para paredão no meio da rua’", continuou.

VÍDEOS: autoridades relatam apreensão com UTIs lotadas e aumento da Covid nos estados
O governador questionou ainda se direitos individuais estão acima do bem estar coletivo, de uma doença que ele mesmo caracterizou como coletiva.
"Seu direito individual é superior à dor de mães e pais que estão perdendo seus filhos? Acabei de ver agora há pouco um pai chorando, desesperado, porque perdeu a filha de 16 anos para a Covid-19".
“Não é fácil. É duro receber mensagens de pessoas que perguntam assim: ‘E o meu negócio? E a minha loja?’. O que é mais importante: 48 horas de uma loja funcionando, ou a vida? Desculpe, eu não consigo falar”.
Ainda segundo Rui Costa, a adoção de medidas restritivas foi necessária porque este é o pior momento da pandemia desde março do ano passado.
“A emoção, de fato... Não é fácil e não gostaríamos de estar tomando decisões como essas. Gostaria sim, que todas as pessoas estivessem usando máscaras, mesmo aquelas que se consideram super homens, se consideram jovens. Se não for por eles, pelo menos que seja pelas mães, pelo pai, pela avó. Eu fico me perguntando se as pessoas sozinhas decretaram o fim da pandemia".
Ele disse também que espera que essa prorrogação de 48 horas seja necessária para conter momentaneamente o avanço da pandemia, e que sente "inveja" de países onde as pessoas estão seguindo as medidas coletivas de proteção, como a China.
“Eu espero que essas 48 horas sejam necessárias. Eu às vezes olhos para a China, para a Ásia, olho para a Alemanha e outros países, e eu sinto uma inveja enorme do comportamento social dessas pessoas, da compreensão de que a doença não é individual. Essa doença não é como um câncer, que é individual, essa é uma doença coletiva. Ou a gente vai tomar consciência disso ou nós não nos livraremos tão cedo dessa doença".
"É importante falar que, por ser uma doença coletiva, nós só vamos nos livrar dela com comportamento coletivo. Enquanto alguns acharem que pode ir para os bares encher a cara de cachaça, ir para balada e festas, sem nenhum peso na consciência de quantas pessoas estão morrendo, nós não vamos vencer essa doença".
O que não pode
- circulação noturna de pessoas das 20h às 5h até dia 8 de março;
- lojas e comércio de rua até dia 3 de março;
- bares, restaurantes, pizzarias, lojas de conveniência e similares até dia 3 de março [podem funcionar apenas na modalidade delivery até 0h];
- shoppings e centros comerciais até dia 3 de março;
- eventos e atividades, independentemente do número de participantes, ainda que previamente autorizados, que envolvam aglomeração de pessoas como: eventos desportivos coletivos e amadores, religiosos, cerimônias de casamento, eventos recreativos em via pública ou privada, circos, eventos científicos, solenidades de formatura, passeatas e afins, bem como aulas em academias de dança e ginástica, estão proibidos até 8 de março [essa medida também vale para todo o estado da Bahia];
- estão proibidos, por mais sete dias, os procedimentos cirúrgicos eletivos não urgentes ou emergenciais, nas unidades hospitalares de saúde públicas e privadas da Bahia;
- quaisquer atividades esportivas coletivas amadoras, sendo permitidas as práticas individuais, desde que não gerem aglomerações, seguem proibidas até 8 de março;
- ficam suspensas as atividades presenciais nos órgãos e entidades da Administração Pública Estadual não enquadrados como serviços públicos essenciais, devendo ser adotado o regime de trabalho remoto até dia 3 de março;
- ficam suspensos, no período de 1º de março até as 5h do dia 3 de março de 2021, os atendimentos presenciais do Serviço de Atendimento ao Cidadão - SAC em todo Estado da Bahia
O que pode
- Serviços de alimentação por delivery poderão funcionar até meia-noite;
- Mercados e padarias poderão funcionar até as 20h;
- Feiras livres também poderão funcionar, desde que em local aberto e com distanciamento entre as barracas;
- Serviços necessários ao funcionamento de indústrias, do setor eletroenergético, das centrais de telecomunicações (call centers) que operem em regime de 24h e dos centros de distribuição, bem como o deslocamento dos seus trabalhadores;
- Ainda segundo o decreto, podem funcionar normalmente os terminais rodoviários, metroviários, aquaviários e aeroviários; os serviços de limpeza pública e manutenção urbana; delivery de farmácia e atividades profissionais de transporte de privado de passageiros;
- procedimentos cirúrgicos a serem realizados em clínicas e estabelecimentos que funcionem exclusivamente como hospital dia;
- procedimentos cirúrgicos eletivos oncológicos e cardiológicos;
- os atos religiosos litúrgicos poderão ocorrer, respeitados os protocolos sanitários estabelecidos, especialmente o distanciamento social adequado e o uso de máscaras, bem como com capacidade máxima de lotação de 30% (trinta por cento).
Veja o que pode e o que não pode no transporte
- Ônibus metropolitanos encerram as operações das 20h30 às 5h e o metrô das 20h às 5h, até 8 de março;
- Transporte aquaviário metropolitano (ferry boat e lanchinhas) seguem suspensos até 5h do dia 3 de março;
- Os ônibus intermunicipais poderão circular normalmente.
- Veja o vídeo.:
Vitória da Conquista.: Homem é preso suspeito de manter filha com transtornos mentais em cárcere pri
jovem era vítima de maus tratos
Caso ocorreu na zona rural de Vitória de Conquista. Vítima foi encontrada sozinha, presa em quarto, em situação sub-humana, sem higiene e fazendo as necessidades dentro do cômodo.
Por G1 BA.
Um homem foi preso suspeito de manter a filha, uma jovem com transtornos mentais, em cárcere privado, na zona rural de Vitória da Conquista, sudoeste da Bahia. Segundo a polícia, a vítima, que não teve identidade revelada, também sofria maus tratos.
A policia recebeu a denúncia do caso, que ocorria no povoado do Baixão, no sábado (27). No mesmo dia eles foram ao local e, ao chegarem, ainda do lado de fora do imóvel, os policiais ouviram os gritos da jovem.
Ela estava sozinha, presa em quarto, em situação sub-humana, sem higiene e fazendo as necessidades dentro do cômodo. A jovem foi liberada pela polícia.
Testemunhas disseram à polícia que a situação ocorria há anos e que, além disso, o homem teria outro filho com problemas mentais que também sofre maus tratos.
Após o resgate, a polícia realizou uma busca pela região e encontrou o homem, que foi preso e levado para o Distrito Integrado De Segurança Pública (Disep) de Vitória da Conquista. Ele responderá por maus tratos, abandono de incapaz e cárcere privado.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/k/L/eXNZ49S9yy5E30dAHyKA/carcere-3.jpg)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/z/I/53gmu6SCiT4ySSi3TZeg/carcere-2.jpg)
Jovem foi resgatada pela polícia — Foto: Reprodução/TV Bahia
Licínio de Almeida.: Veja o Que Abre e o Que Não Abre Aqui na Cidade
UTIs lotadas, alta nas mortes e explosão de casos: avanço de Covid-19 deixa estados em situação crít
Ao menos 13 estados enfrentam dificuldades. Brasil bateu nesta quinta recorde de mortes registradas em 24 horas: 1.582.
Por G1 — São Paulo.
Estados brasileiros vivem situação crítica na Saúde em razão do avanço da pandemia de Covid-19, com alta nos números de casos e de mortes causadas pela doença. Também estão na iminência de colapso, com Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) lotadas ou perto de ficar sem vagas.
Em Santa Catarina, no Rio Grande do Sul e em Rondônia, autoridades alertaram nesta quinta-feira (25) para o colapso nas estruturas de atendimento de saúde. Ao menos 12 estados enfrentam dificuldades (veja lista abaixo).
Também nesta quinta, o Brasil bateu recorde de mortes registradas em 24 horas: 1.566 pessoas – é o maior número desde a chegada da pandemia ao país, em março de 2020.
Carlos Lula, presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), apontou alta ocupação hospitalar em Santa Catarina, Tocantins, Rondônia, Rio Grande do Sul, Bahia, Ceará, Paraíba, Maranhão e Sergipe.
Ele disse que a transferência de pacientes entre estados, em consequência da situação, está comprometida.
"A gente termina a contabilidade tendo feito o transporte de mais de 600 pacientes do Amazonas para outros estados. E mais de 60 de Rondônia. Hoje a gente já teria dificuldade bem maior de fazer esse transporte porque todo mundo está no seu limite", afirmou o presidente do Conass.
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que a transferência de pacientes entre estados que enfrentam lotação de unidades de terapia intensiva será uma das estratégias usadas para enfrentar o que ele chamou de "nova etapa" da pandemia de Covid-19, marcada pelo alastramento da variante descoberta em Manaus.

Secretários de Saúde respondem a Pazuello: ‘Todo mundo no limite’
Situação nos estados
- SC - Estamos entrando em colapso, diz secretário de saúde de Santa Catarina
- TO - Ocupação de leitos passa de 80% no Tocantins
- RO - Secretário diz que todos os leitos de UTI para Covid estão ocupados
- RS - Secretária de saúde fala em possível esgotamento de vagas nas UTIs
- BA - Bahia tem restrição total de atividades não essenciais e secretário alerta para colapso; número de vítimas bate recorde
- CE - 91% dos leitos de UTI no Ceará estão ocupados e 170 cidades têm risco altíssimo
- PB - Paraíba adota toque de recolher; mortes aumentaram 41%
- MA - Taxade ocupação dos leitos chega a mais de 80% em São Luís
- SP - Toque de recolher a partir desta sexta-feira em todo o estado; estado tem recordes de pacientes internados
- RN - 'Natal e Região Metropolitana estão com rede de saúde colapsada', diz governadora
- PR - Hospitais de Curitiba têm fila e secretária de Saúde fala em 'avalanche de casos'
- PI - Estado impôs toque de recolher em razão do número de casos e de mortes
- PE - Governo suspendeu cirurgias eletivas em cidades do interior e contrata mais leitos para Covid na rede privada
Restrição da circulação noturna de pessoas é ampliada na Bahia; veja o que pode e o que não pode fun
A partir das 17h de sexta-feira (26) até as 5h da segunda (1º), ficam suspensas todas as atividades não essenciais no estado. Também está restrita a circulação das pessoas das 20h às 5h, de sexta a segunda.
Por G1 BA.
A circulação noturna de pessoas na rua em toda a Bahia será restrita a partir de sexta-feira (26), das 20h às 5h, até segunda (1º). A medida foi anunciada pelo governo do estado na noite desta quinta-feira (25). Anteriormente, o decreto de toque de recolher valia para 381 cidades baianas e era válida até domingo (28).
Segundo a decisão, a exceção é para deslocamentos por motivos de saúde ou que fique comprovada a urgência, e também para trabalhadores da saúde e segurança. Fica suspenso também o funcionamento do ferry boat e das "lanchinhas", no final de semana [dias 27 e 28 de fevereiro].
A restrição das atividades não essenciais já havia sido anunciada por Rui Costa. O decreto com detalhes sobre as medidas também será publicado na sexta, mas o G1 teve acesso ao conteúdo e lista o que pode e o que não pode funcionar no estado.
As medidas restritivas têm como objetivo conter o avanço da pandemia de Covid-19. A partir das 17h de sexta-feira até as 5h da segunda-feira, ficam suspensas todas as atividades que não estejam relacionadas à saúde pública, alimentação e segurança em toda a Bahia, porém, o início das medidas será de forma escalonada:
- Lojas e comércio de rua: fecharão às 17h;
- Bares, restaurantes, pizzarias, lojas de conveniência e similares: fecharão às 18h;
- Shoppings, galerias e demais centros comerciais: fecharão às 19h;
Vale ressaltar que a venda de bebidas alcoólicas está proibida em qualquer estabelecimento comercial, inclusive supermercados e delivery, a partir das 18h de sexta-feira.
De acordo com o governo do estado a diferença de horário para início do cumprimento do decreto serve para escalonar o uso do transporte público e evitar aglomerações nos veículos. Os estabelecimentos deverão encerrar as atividades com até 30 minutos de antecedência, de modo a garantir o deslocamento de seus funcionários às suas residências.
O que não pode
- circulação noturna de pessoas das 20h às 5h;
- lojas e comércio de rua;
- bares, restaurantes, pizzarias, lojas de conveniência e similares;
- shoppings e centros comerciais;
- venda de bebidas alcoólicas está proibida em qualquer estabelecimento comercial, inclusive supermercados e delivery, a partir das 18h de sexta-feira;
- eventos e atividades, independentemente do número de participantes, ainda que previamente autorizados, que envolvam aglomeração de pessoas como: eventos desportivos coletivos e amadores, religiosos, cerimônias de casamento, eventos recreativos em via pública ou privada, circos, eventos científicos, solenidades de formatura, passeatas e afins, bem como aulas em academias de dança e ginástica;
- estão proibidos, durante sete dias, os procedimentos cirúrgicos eletivos não urgentes ou emergenciais, nas unidades hospitalares de saúde públicas e privadas da Bahia;
- quaisquer atividades esportivas coletivas amadoras durante o período estipulado, sendo permitidas as práticas individuais, desde que não gerem aglomerações.
O que pode
- Serviços de alimentação por delivery poderão funcionar até meia-noite;
- Mercados e padarias poderão funcionar até as 20h;
- Feiras livres também poderão funcionar, desde que em local aberto e com distanciamento entre as barracas;
- Serviços necessários ao funcionamento de indústrias, do setor eletroenergético e dos centros de distribuição, bem como o deslocamento dos seus trabalhadores;
- Ainda segundo o decreto, podem funcionar normalmente os terminais rodoviários, metroviários, aquaviários e aeroviários; os serviços de limpeza pública e manutenção urbana; delivery de farmácia e atividades profissionais de transporte de privado de passageiros;
- procedimentos cirúrgicos a serem realizados em clínicas e estabelecimentos que funcionem exclusivamente como hospital dia;
- procedimentos cirúrgicos eletivos oncológicos e cardiológicos.
Veja o que pode e o que não pode no transporte
- Ônibus metropolitanos e o metrô deverão encerrar as operações das 20h30 às 5h, de sexta a segunda;
- Transporte aquaviário metropolitano (ferry boat e lanchinhas) funcionam até a sexta (26), às 20h30, e só retomam a operação na segunda (1º) a partir das 5h, portanto, não funcionam no final de semana;
- Os ônibus intermunicipais poderão circular normalmente.
'Estou enxergando o pico do Everest. Estamos apavorados', diz secretária da Saúde do RS
Arita Bergmann alertou para esgotamento da capacidade das UTIs no estado. Manifestação foi feita durante reunião do governo com prefeitos. Estado acionou o último nível do Plano de Contingência Hospitalar, criado no início da pandemia.
Por Gustavo Chagas, G1 RS
A secretária da Saúde do Rio Grande do Sul, Arita Bergmann, alertou para o risco de esgotamento da capacidade do sistema de saúde do estado no combate ao coronavírus. A manifestação foi feita, nesta quinta-feira (25), durante a reunião do governador Eduardo Leite com prefeitos para tratar do sistema de cogestão - que autoriza os municípios a adotar medidas mais brandas em relação às bandeiras impostas pelo estado.
A titular da pasta afirmou enxergar "o pico do Everest", em menção à situação da pandemia no RS.
"Eu já estou enxergando o pico do Everest. Estamos aqui apavorados", afirmou.
A secretária da Saúde apresentou a evolução da ocupação de leitos clínicos e de UTI nas últimas semanas. No dia 24 de janeiro, o RS tinha 2.383 pessoas internadas com Covid-19. Já nesta quinta, o número era de 4.925 pacientes em hospitais, uma alta de 206% em pouco mais de um mês. No caso dos leitos críticos, os hospitais operam com 91,8% da capacidade máxima.
“Esta é maior taxa de ocupação até agora, uma situação de extrema gravidade, e será necessária a utilização de espaços disponíveis em cada instituição da rede hospitalar do estado”, explicou o diretor do Departamento de Regulação Estadual, Eduardo Elsade.
Segundo Arita Bergmann, se o ritmo atual for mantido, o RS pode ficar sem leitos para atender a demanda.
"Não haverá leitos, especialmente de UTI, para atender a demanda, que é crescente. Crescente a ponto de nos deixar com uma lista de espera", explicou.
Último nível do plano hospitalar
A secretária da Saúde informou ainda que o estado acionou o último nível do Plano de Contingência Hospitalar e solicitou aos hospitais o uso de todos os espaços possíveis para receber pacientes, diante da dificuldade de criar novos leitos de UTI.
Além da suspensão imediata das cirurgias eletivas (com exceção das cirurgias de urgência ou que representem risco para o paciente), deverão ser instalados leitos emergenciais em salas de recuperação e em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) intermediárias. Junto à ocupação dessas áreas a serem disponibilizadas, deverão também ser acionadas as equipes técnicas desses setores, especialmente as equipes médicas e de enfermagem.
“A partir de agora, os hospitais gaúchos, entre públicos e privados, têm o compromisso de disponibilizar toda a sua estrutura para atendimento de casos de Covid-19, porque estamos na fase mais crítica, que precisa de atitudes mais drásticas”, explicou a secretária da Saúde, Arita Bergmann.
Eduardo Leite citou projeções do governo, que apontavam a necessidade de 7 mil vagas críticas para atender a todos.
"É absolutamente inviável", avaliou o governador.
O Plano de Contingência Hospitalar foi elaborado no início da pandemia e já teve novas versões que acompanharam o avanço da doença. O plano é estruturado em quatro fases e, cada uma, das etapas sinaliza as ações e a forma como a SES deve organizar os serviços hospitalares e a movimentação da rede para acesso dos pacientes aos serviços.
Vacinação
Eduardo Leite falou da aquisição de vacinas por parte do governo estadual e das prefeituras. Segundo o governador, uma reunião já foi agendada com a Pfizer para negociar a compra de doses. Além disso, o RS estaria se juntando a outros estados para adquirir o imunizante russo, Sputnik V.
'Estamos entrando em colapso', diz secretário de Saúde de SC;
Maior taxa de ocupação de leitos de UTI foi atingida na quarta, quando região Oeste também tinha 32 pacientes aguardando por leito ou transferência. Estado publicou decreto com restrições, mas secretário pediu mais medidas a prefeitos.
Por Caroline Borges, G1 SC e NSC TV.
O secretário da Saúde de Santa Catarina, André Motta, admitiu que o estado está enfrentando um colapso na saúde por causa do coronavírus. Na quarta-feira (24), os hospitais atingiram a maior taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) geral e Covid-19 do Sistema Único de Saúde (SUS) em toda a pandemia: 91,18%.
No início da tarde desta quinta (25), 83 pacientes aguardavam por leitos de UTI, segundo dados internos da Secretaria de Estado da Saúde (SES) aos quais o G1 teve acesso.
- SC publica decreto para tentar frear Covid-19
O governo de Santa Catarina publicou na noite desta quarta um decreto com novas restrições em no estadoválidas por 15 dias. Em mensagem enviada aos prefeitos catarinenses, Motta pediu medidas mais restritivas para diminuir a circulação de pessoas.
"Preciso informar a todos que a situação da pandemia deteriorou no Estado todo e, a exemplo do que acontece nas regiões mais a Oeste, estamos entrando em colapso! Todos os esforços de Estado e municípios, até então, são insuficientes em face à brutalidade da doença. Infelizmente, percebesse fenômeno similar no resto do país, disse o secretário de Saúde.
Desde março, ao menos 652,8 mil pessoas tiveram diagnóstico positivo para Covid-19, e 7,1 mil morreram.
Na terça-feira (23), o governo estadual encaminhou pedido de apoio ao Ministério da Saúde por causa da possibilidade de faltar remédios de "kit intubação". Os estoques são insuficientes em muitos hospitais.
Medidas restritivas
No comunicado aos prefeitos, além de ter pedido medidas contra a Covid-19, o secretário estadual solicitou esforço na área da saúde.

Secretário de Saúde de SC orienta prefeitos a adotarem restrições de circulação
"Solicito aos gestores municipais que tomem medidas emergenciais para diminuir significativamente a circulação das pessoas, mantendo apenas serviços essenciais e que convoquem toda a força de trabalho da Saúde para o enfrentamento", pediu o secretário estadual aos gestores municipais.
Diferentemente da solicitação aos municípios, no decreto publicado no Diário Oficial do Estado não há fechamento de serviços não essenciais. Também não há restrição à circulação de pessoas, como previsto em um decreto publicado em dezembro.
Pelas regras divulgadas nesta quarta, casas noturnas e de espetáculos não podem funcionar, e é proibido vender e consumir bebidas alcoólicas em postos de combustíveis e em suas lojas de conveniência entre 0h e 6h em todos os níveis de risco. Bares, restaurantes e shoppings não podem funcionar de madrugada.
O transporte coletivo e rodoviário pode continuar circulando, mas com 50% de ocupação. No entanto, em Joinville, no Norte do estado, houve registro de aglomerações e os usuários enfrentaram dificuldades para conseguir assentos no ônibus

Fila de espera por UTIs

Em Santa Catarina, pacientes com Covid-19 têm esperado por vagas em unidades de saúde. Além dos 83 pacientes apontados nos dados internos da Secretaria, pode haver mais pessoas aguardando, pois são enviados somentes pedidos de internação de pacientes com condição de transporte para longas distâncias no caso das transferências.
Doentes internados em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) não entram na fila, por exemplo, já que precisam passar por um hospital para estabilização antes de entrarem na contabilização estadual.
Em ofício enviado ao Governo, o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) pediu que a Secretaria da Saúde informe quantas pessoas esperam por leitos de UTI e de quais cidades elas são (veja vídeo abaixo).

Com o gargalo, o governo do estado estuda protocolos para desocupar o mais rápido possível os leitos e aumentar a rotatividade entre os pacientes. Durante audiência pública na Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa (Alesc) nesta quarta, o superintendente de regulação em Santa Catarina, Ramon Tartari, falou sobre a mudança de protocolos:
"O consumo de leitos é absurdo e os pacientes são graves, de forma que já iniciamos as discussões sobre protocolos e critérios para admitir pacientes em UTI e protocolos de triagem reversa, que é a retirada do paciente de UTI o mais precoce possível para dar maior giro e aceitar pacientes nas UTIs”.
Na região Oeste, que enfrenta um colapso no sistema de saúde, a prefeitura de Chapecó informou que, no fim da tarde desta quarta, 32 pacientes aguardavam por um leito de UTI ou transferência. Outras 50 pessoas precisavam de vagas em leitos clínicos. Até as 14h desta quinta, o dado atualizado não havia sido repassado.
O Hospital Regional do Oeste (HRO), de Chapecó, referência no atendimento para tratamento de Covid-19, está atendendo acima da capacidade. Segundo a prefeitura, há 62 leitos de UTI Covid-19, mas 92 pacientes estão internados espalhados em outros setores do local.
- Relembre situação dos leitos de UTI SUS e os desafios em abrir novas vagas
Em coletiva de imprensa na tarde desta quarta, o médico Vinicius Chies de Moraes, que coordena o setor de emergência e o da UTI-Covid no Hospital Regional São Paulo, em Xanxerê, afirmou que difícil decisão de escolher quem será intubado já é uma realidade.
“A situação é desesperadora. E não é uma situação que está por acontecer, ela já aconteceu, e está acontecendo. Nós teremos mortes em grande escala", disse.
No hospital, todos os 20 leitos para tratar pacientes estão ocupados, de acordo com a última atualização da unidade. Cerca de 24 pessoas aguardavam por uma vaga na quarta.

Procurada pelo G1 SC, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou apenas que a regulação está atuando justamente para garantir as transferências necessárias e o pleno atendimento a toda população catarinense. Sobre o número de pessoas na fila de espera, a pasta informou apenas que o dado é dinâmico.
Pacientes aguardam internação em UPAs
Em Florianópolis, até as 20h de quarta, as UPAs contavam com oito pacientes aguardando por uma transferência para hospitais da região. Nos locais, os doentes são atendidos com cilindros de oxigênio, mas a prefeitura informou que o mais indicado é que eles sejam internados em unidades de saúde.
Em nota, a prefeitura da capital informou que, há algumas semanas, os cilindros de oxigênio eram carregados em média três vezes por semana. Atualmente, estão sendo gastos entre 6 e 12 galões de oxigênio por dia.
Apesar do alto consumo, a administração municipal informou que enfrenta falta de entrega desse serviço. A prefeitura tem contrato em vigor e disse que garante o fornecimento de cilindros. O município, no entanto, apontou que dois casos de nova variante já foram identificados na cidade.
As novas cepas são mais transmissíveis. No total, o estado tem cinco casos confirmados da mutação do coronavírus.
Bahia tem restrição total de atividades não essenciais a partir de sexta-feira
Medida valerá de sexta-feira (26) até as 5h de segunda (1º). Transporte público vai funcionar normalmente e venda de bebida alcoólica, inclusive em supermercados, fica proibida durante o período.
Por G1 BA.
A Bahia terá restrição total das atividades não essenciais a partir das 17h sexta-feira (26) até as 5h de segunda-feira (1º), numa tentativa de conter o avanço da Covid-19. A medida foi divulgada nesta quinta (25) pelo governador do estado, Rui Costa, e pelo prefeito de Salvador, Bruno Reis.
De acordo com o governador, bares e restaurantes não terão funcionamento presencial em nenhum horário a partir do início do período de restrição, e a venda de bebidas alcoólicas está proibida durante esse período, inclusive em supermercados. Os shoppings também ficarão fechados no final de semana.
O anúncio das restrições segue na esteira do que vem ocorrendo em outras cidade do país, como São Paulo e Araraquara.
Na capital paulista, o governo do estado determinou restrição de circulação das 23h às 5h em todo o estado. A regra entra em vigor a partir desta sexta-feira (26) e vale até 14 de março (entenda os principais pontos da medida aqui).
Em Araraquara, no interior paulista, medidas de restrição estão em vigor desde domingo (21) - e vale até às 23h59 de terça-feira (23). Na cidade, assim como nas vizinhas Américo Brasiliense e Santa Lúcia, está proibida a circulação de carros e pessoas, bancos, supermercados e postos de combustíveis também permanecem fechados no período .
O início das restrições, na sexta, será feito de acordo com o seguinte escalonamento:
- Lojas e comércio de rua: fecharão das 17h de sexta-feira (26) às 5h de segunda-feira (1º);
- Bares, restaurantes, pizzarias, lojas de conveniência e similares: fecharão das 18h de sexta-feira (26) às 5h de segunda-feira (1º);
- Shoppings e centros comerciais: fecharão das 20h de sexta-feira (26) às 5h de segunda-feira (1º);
Apesar disso, o delivery de alimentos está permitido até a meia noite de sexta, e é preciso que as empresas forneçam transporte próprio para esses trabalhadores.
A circulação de pessoas na rua está liberada normalmente, desde que não hajam aglomerações. O transporte público também vai poder funcionar normalmente. O governador não deu detalhes sobre o transporte intermunicipal.
Todas as atividades sociais, sejam elas religiosas, políticas ou culturais, também estão proibidas neste período. Atividades físicas coletivas também foram suspensas neste período e atividades individuais, como corridas e caminhadas, podem ser feitas.
No início da divulgação, o governador e prefeito chegaram a falar sobre a restrição para a capital e os 13 municípios da região metropolitana. Em seguida, Rui anunciou que toda a Bahia deve ter a restrição, incluindo municípios que não tinham entrado no toque de recolher anteriormente.
Taxas de ocupação
Nesta quinta-feira , Salvador tem 84% de taxa de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para adultos. No geral, o percentual de ocupação geral dos leitos (UTI, clínicos, adultos e pediátricos) é de 83%.
Na região metropolitana, a situação é semelhante. Ainda na quarta-feira (24), antes do decreto de restrição para a Bahia, a prefeitura de Guanambi, no sudoeste baiano, já havia anunciado um lockdown, que começará a partir da segunda-feira (1º) e durará 10 dias.
Na região metropolitana, a prefeitura de Madre de Deus também anunciou lockdown. Lá, a prefeitura registrou aumento 385,1% nos casos ativos de Covid-19.
Na terça-feira (23), o governador Rui Costa já havia sinalizado que, caso o toque de recolher não ajudasse a frear os números da pandemia, seria necessário o lockdown. Nesta quinta ele voltou a repetir a situação.
veja o vídeo .:
Com cheia de rio, médico de Tarauacá atende bebê dentro da água: 'tentar amenizar sofrimento', diz
Foto do médico Rodrigo Damasceno atendendo bebê de dois anos que está com pneumonia dentro da água viralizou nas redes sociais. Enchente do Rio Tarauacá já desabriga mais de 400 pessoas.
Por Aline Nascimento, G1 AC — Rio Branco.
A cidade de Tarauacá, no interior do Acre, sofre uma das maiores enchentes de sua história.Mais de 90% do município está inundadoe mais de 400 pessoas estão desabrigadas. Em meio ao caos, uma imagem que mostra o médico Rodrigo Damasceno atendendo um bebê, que está com pneumonia, dentro da água viralizou nas redes sociais e chamou a atenção.
O rio está com o nível de 11,05 metros, de acordo com a medição do Corpo de Bombeiros feita às 6 horas deste sábado (20). A cota de transbordo é de 9,50 metros, ou seja, o rio está 1,55 acima do nível máximo estipulado para transbordar. A maior cota já registrada na cidade foi 11,93, em 2014.
A foto mostra o médico com a água acima da cintura, ouvindo os batimentos de uma criança com um estetoscópio, enquanto a mãe segura o filho no colo dentro de uma canoa. A família mora na Rua Manoel Lorenço, no bairro da Praia, um dos primeiros atingidos pela enchente na cidade. O G1 não conseguiu contato com a família.
O registro foi feito pelo fotógrafo Lucas Melo na quinta-feira (18), que acompanhava a equipe do médico nos atendimentos.
"A maior dificuldade em consultar é deixar um barco próximo ao outro. Então, é mais fácil ficar fora e dentro da água e consultar as pessoas dentro do barco, assim, temos uma mobilidade melhor. É a maior alagação que vivenciei no município e que está afetando mais as pessoas. Essa criança tem dois anos e está com pneumonia. Conseguimos remédios com uma farmácia local e saímos também distribuindo a medicação, porque não adianta dar só a receita se a família não tem condições de comprar", contou o médico.
Segundo a Defesa Civil de Tarauacá, há 80 famílias desabrigadas e 35 desalojadas. Foram montados oito abrigos para atender os moradores que precisaram sair de casa. Pelo menos 7 mil famílias, o que representa em média 28 mil pessoas, estão atingidas pelas águas do rio. Nove bairros da cidade já foram afetados, além de parte da BR-364, que dá acesso à cidade.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/g/I/KpaTnnSUKngzNIiUXfeA/enchente-rio.jpg)
Tarauacá está com 70% da área alagada com a enchente do rio que leva o mesmo nome — Foto: Gleydison Meireles/Arquivo pessoal
Assistência
O médico, que também é ex-prefeito de Tarauacá, explicou que a família da criança não saiu de casa, mesmo com a água dentro da residência. A mãe do menino falou para a equipe médica que tem medo de sair do local e furtarem os móveis.
Para Damasceno, o momento é de buscar os pacientes, ir nas casas oferecer ajuda, porque a maioria das pessoas está isolada nos bairros e não pode sair para procurar atendimento. Além disso, ele disse que muitas unidades de saúde estão inundadas.
"A gente tem tentado atender da forma que é possível, se for dentro da água vamos; se for nas casas também entramos; se for situação de um local mais afastado também vamos, porque as pessoas estão isoladas. No lugar de estarem procurando os médicos, atendimentos, nós que temos que procurar porque estão isoladas. Mais da metade dos postos de saúde está debaixo d'água , então, até para procurar os atendimentos é difícil, é algo que compromete o funcionamento básico de uma cidade", lamentou.
Em visita em alguns bairros, Damasceno contou que encontrou famílias que não tinham o que comer. Além da enchente, a cidade enfrenta um surto de dengue. "O povo está passando uma necessidade grande, acabou o auxílio emergencial, hoje fui em uma casa entregar sopa que o pessoal não tinha tomado café e nem almoçado. Só iam comer a sopa. O que estamos tentando fazer é amenizar o sofrimento, levando uma sopa, atendimento, pão, para ver se consegue ajudar uma parte da população", acrescentou.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/y/R/6gIH7rS3AXPClvjAByrw/desabrigados.jpg)
Mais de 400 moradores estão desabrigados em Tarauacá — Foto: Gleydison Meireles/Arquivo pessoal
Impotência
Médico há 14 anos, o profissional revelou que o sentimento diante da situação é de impotência por não conseguir ajudar mais e aliviar o sofrimento da população. Mesmo assim, ele falou que segue oferecendo o que pode, seja um atendimento médico, um remédio ou um prato de sopa.
"É um misto de sentimento, de esperança, porque estamos tentando ajudar, mas também de impotência, porque a força da água é muito grande. Estamos em uma encruzilhada, o pouco que fazemos não vai resolver todos os problemas, mas fazemos nossa parte. Teve uma pessoa hoje, quando fomos distribuir a sopa, que falou: 'doutor, a gente quer que a água baixe'. Falei que não podia ajudar dessa forma, mas com um atendimento e sopa podia", relembrou.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/Q/d/hlOsE6R06ayTXQXoAABA/desabrigados-ii.jpg)
Rio Tarauacá ultrapassou os 11 metros e atinge nove bairros na cidade — Foto: Gleydison Meireles/Arquivo pessoal
Situação de emergência
O governador do Acre, Gladson Cameli, decretou na terça (16) situação de emergência devido à cheia dos rios que desabriga centenas de família no estado do Acre. As cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Santa Rosa do Purus, Feijó, Tarauacá, Jordão, Cruzeiro do Sul, Porto Walter, Mâncio Lima e Rodrigues Alves foram citadas no decreto.
Na quinta (18), o governo federal reconheceu a situação de emergência na capital acreana e na cidade de Tarauacá, no interior do estado. A portaria de reconhecimento foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), assinada pelo secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Alexandre Lucas Alves.
No caso de Rio Branco, a declaração de situação de emergência foi feita no último dia 9 pela prefeitura após uma enxurrada que deixou 40 bairros atingidos pelas águas de igarapés que transbordaram.
Em Tarauacá, a situação de emergência é devido à enchente do rio que leva o mesmo nome da cidade.
Doze pessoas são autuadas por descumprir toque de recolher no interior da Bahia
De acordo com SSP-BA, infrações aconteceram nas cidades de Santo Amaro, Ipiaú, Anagé, Ruy Barbosa, Serrinha, Itabuna e Teixeira de Freitas.
Por G1 BA.
Doze pessoas foram autuadas por descumprimento do decreto do toque de recolher em sete cidades do interior da Bahia, entre a noite de sexta-feira (19) e a madrugada deste sábado (20).
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), as infrações aconteceram nas cidades de Santo Amaro, Ipiaú, Anagé, Ruy Barbosa, Serrinha, Itabuna e Teixeira de Freitas.
As pessoas foram autuadas nos artigos 268 (Infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa) e 330 (Desobedecer a ordem legal de funcionário público).
Os autuados prestaram depoimentos e assinaram termos circunstanciados. Eles estão à disposição da Justiça.
Salvador
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/B/A/X4KlvFTNKVaO9tmDlF8w/a1.jpg)
Equipes de segurança e trânsito em Salvador para fiscalização durante toque de recolher nesta primeira noite da medida na Bahia — Foto: Dalton Soares/TV Bahia
Em Salvador, cinco pessoas foram levadas à delegacia e liberadas em seguida. Quatro dos flagrantes por desobediência ao decreto do governo do estado foram registrados no Complexo do Nordeste de Amaralina.
O quinto foi no bairro de Paripe, onde um homem foi detido após ser flagrado com som automotivo. O equipamento também foi apresentado na delegacia. A SSP informou que as pessoas justificaram o motivo de estarem na rua, a maioria delas voltando do trabalho.h
Farol da Barra, ponto turístico de Salvador completamente vazio na noite desta sexta (19), primeiro dia de toque de recolher na Bahia — Foto: Dalton Soares/TV Bahia
Toque de recolher
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/M/W/9n6IvNRnakyBQLalwvWg/whatsapp-image-2021-02-20-at-06.29.58.jpeg)
Toque de recolher em Salvador — Foto: Alberto Maraux/SSP-BA
A medida foi tomada como uma forma de frear a contaminação do coronavírus no estado. Das 417 cidades baianas, 343 estão com o decreto do toque de recolher, incluindo Salvador e região metropolitana. Confira acima quais locais.
Para garantir o cumprimento do decreto, a Polícia Militar começou a fazer rondas na rua. O toque de recolher será válido por sete dias, das 22h às 5h.
A população também pode contribuir com a fiscalização. Para denunciar o descumprimento do decreto, é possível ligar par ao 190 ou para o número 3235-0000, em Salvador. Já quem mora no interior do estado, pode denunciar por meio do 181.
Estabelecimentos que forem flagrados funcionado após às 22h, podem ser interditados e ter o alvará de funcionamento cassado.
Caculé: Paciente com Covid-19 é transferido de UTI aérea para hospital em Salvador
Paciente que deu entrada no CEV (Centro Especializado Covid) na última quarta-feira (17) precisou ser transferido para UTI nesta sexta-feira (19) ao ter o seu quadro de saúde agravado. A equipe do SAMU 192 foi acionada e realizou o processo de encaminhamento do paciente para cidade de Caetité (BA), onde o mesmo foi levado via UTI aérea para o Hospital Couto Maia em Salvador (BA).
Após dar entrada no Centro para tratamento dos pacientes com Covid em Caculé, o homem de identidade não revelada teve uma evolução em seu quadro, necessitando de um suporte mais complexo. Após o cadastramento da regulação a equipe do CEV conseguiu dar todo o suporte necessário para o encaminhamento do paciente.
"A sensação de toda equipe nesse momento é de gratidão e missão cumprida, por saber que conseguimos oferecer o melhor de nosso trabalho para o paciente", afirmou a enfermeira coordenadora do centro, Nayara Gomes.
por Informecidade.
Licínio de Almeida.: Toque de Recolher Entrará em Vigor Hoje a Partir das 22:00hs.
Licínio de Almeida.: Toque de recolher anunciado por Rui Costa valerá para 343 cidades. veja lista:
Decreto foi publicado na edição desta quarta-feira (17) do Diário oficial do Estado.
Por G1 BA
O toque de recolher anunciado pelo governador Rui Costa na noite de terça-feira (16) valerá para 343 cidades da Bahia. A lista de municípios foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta (17). [Confira lista no final da reportagem]
A medida, que passa valer a partir de sexta-feira (19), tem como objetivo frear o avanço da pandemia da Covid-19 no estado. A decisão ocorreu após reunião com representantes da União dos Prefeitos da Bahia (UPB), prefeitos e técnicos das secretarias estaduais da Educação e da Saúde.
O toque de recolher será válido por sete dias, das 22h às 5h. Segundo o governador, a decisão ocorre por causa da alta taxa de ocupação dos leitos de UTI no estado, seguindo uma apresentação de técnicos da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) mostrando que a Bahia alcançou uma taxa de 74% de ocupação dos leitos de UTI dedicados para atender pacientes com casos mais graves de Covid-19.
De acordo com o decreto, ficam excetuadas do toque de recolher hipóteses de deslocamento para ida a serviços de saúde ou farmácia, para compra de medicamentos, ou situações em que fique comprovada a urgência. A restrição não se aplica também aos servidores, funcionários e colaboradores, no desempenho de suas funções, que atuam nas unidades públicas ou privadas de saúde e segurança.
O texto do decreto destaca ainda que, excepcionalmente, ficam autorizados, durante os horários de restrição, os serviços necessários ao funcionamento das indústrias e Centros de Distribuição e o deslocamento dos seus trabalhadores e colaboradores.
Veja detalhes do toque de recolher na Bahia:
- medida começa a valer a partir de sexta-feira (19), das 22h às 5h, e segue até 25 de fevereiro;
- estão proibidas atividades comerciais não essenciais;
- as polícias Civil e Militar irão fiscalizar o cumprimento do toque de recolher;
- quem descumprir as regras pode ser preso e irá responder por crime contra a saúde pública;
De acordo com Rui Costa, a medida será válida para a maior parte das cidades baianas, exceto nas regiões de Irecê, Jacobina, na região de Alagoinhas e no oeste do estado, onde as taxas de ocupação dos leitos de UTI não são alarmantes.
O governador ainda afirmou que quem desrespeitar o toque de recolher poderá ser preso e responderá por crime contra a saúde pública.
Segundo o governo da Bahia, restaurantes e bares não poderão operar em delivery a partir das 22h. Postos de gasolinas poderão ficar abertos, mas as lojas de conveniência deverão ser fechadas por causa do toque de recolher.
Já quem trabalha de madrugada deverá portar documento que comprove para poder circular na rua. A Polícia Militar e a Guarda Municipal estarão nas ruas fiscalizando o cumprimento do decreto.
Veja a lista de cidades onde o decreto valerá:
- Abaíra
- Abaré
- Acajutiba
- Adustina
- Água Fria
- Aiquara
- Alagoinhas
- Alcobaça
- Almadina
- Amargosa
- Amélia Rodrigues
- Anagé
- Andaraí
- Andorinha
- Anguera
- Antas
- Antônio Cardoso
- Antônio Gonçalves
- Aporá
- Apuarema
- Araçás
- Aracatu
- Araci
- Aramari
- Arataca
- Aratuípe
- Aurelino Leal
- Baixa Grande
- Banzaê
- Barra da Estiva
- Barra do Choça
- Barra do Rocha
- Barro Preto
- Barrocas
- Belmonte
- Belo Campo
- Biritinga
- Boa Nova
- Boa Vista do Tupim
- Bom Jesus da Serra
- Boninal
- Bonito
- Boquira
- Botuporã
- Brejões
- Brumado
- Buerarema
- Caatiba
- Cabaceiras do Paraguaçu
- Cachoeira
- Caculé
- Caetanos
- Caetité
- Cairu
- Camacã
- Camaçari
- Camamu
- Campo Alegre de Lourdes
- Campo Formoso
- Canavieiras
- Candeal
- Candeias
- Candiba
- Cândido Sales
- Cansanção
- Canudos
- Capela do Alto Alegre
- Caraíbas
- Caravelas
- Cardeal da Silva
- Carinhanha
- Casa Nova
- Castro Alves
- Catu
- Caturama
- Chorrochó
- Cícero Dantas
- Cipó
- Coaraci
- Conceição da Feira
- Conceição do Almeida
- Conceição do Coité
- Conceição do Jacuípe
- Conde
- Condeúba
- Contendas do Sincorá
- Coração de Maria
- Cordeiros
- Coronel João Sá
- Cravolândia
- Crisópolis
- Cruz das Almas
- Curaçá
- Dário Meira
- Dias d’Ávila
- Dom Basílio
- Dom Macedo Costa
- Elísio Medrado
- Encruzilhada
- Entre Rios
- Érico Cardoso
- Esplanada
- Euclides da Cunha
- Eunápolis
- Fátima
- Feira da Mata
- Feira de Santana
- Filadélfia
- Firmino Alves
- Floresta Azul
- Gandu
- Gavião
- Glória
- Gongogi
- Governador Mangabeira
- Guajeru
- Guanambi
- Guaratinga
- Heliópolis
- Iaçu
- Ibiassucê
- Ibicaraí
- Ibicoara
- Ibicuí
- Ibipitanga
- Ibiquera
- Ibirapitanga
- Ibirapuã
- Ibirataia
- Ibitiara
- Ichu
- Igaporã
- Igrapiúna
- Iguaí
- Ilhéus
- Inhambupe
- Ipecaetá
- Ipiaú
- Ipirá
- Irajuba
- Iramaia
- Iraquara
- Irará
- Itabela
- Itaberaba
- Itabuna
- Itacaré
- Itaetê
- Itagi
- Itagibá
- Itagimirim
- Itaju do Colônia
- Itajuípe
- Itamaraju
- Itamari
- Itambé
- Itanagra
- Itanhém
- Itaparica
- Itapé
- Itapebi
- Itapetinga
- Itapicuru
- Itapitanga
- Itaquara
- Itarantim
- Itatim
- Itiruçu
- Itiúba
- Itororó
- Ituaçu
- Ituberá
- Iuiu
- Jacaraci
- Jaguaquara
- Jaguarari
- Jaguaripe
- Jandaíra
- Jequié
- Jeremoabo
- Jiquiriçá
- Jitaúna
- Juazeiro
- Jucuruçu
- Jussari
- Jussiape
- Lafaiete Coutinho
- Lagoa Real
- Laje
- Lajedão
- Lajedinho
- Lajedo do Tabocal
- Lamarão
- Lauro de Freitas
- Lençóis
- Licínio de Almeida
- Livramento de Nossa Senhora
- Macajuba
- Macarani
- Macaúbas
- Macururé
- Madre de Deus
- Maetinga
- Maiquinique
- Malhada
- Malhada de Pedras
- Manoel Vitorino
- Maracás
- Maragogipe
- Maraú
- Marcionílio Souza
- Mascote
- Mata de São João
- Matina
- Medeiros Neto
- Milagres
- Mirante
- Monte Santo
- Mortugaba
- Mucugê
- Mucuri
- Mundo Novo
- Muniz Ferreira
- Muritiba
- Mutuípe
- Nazaré
- Nilo Peçanha
- Nordestina
- Nova Canaã
- Nova Fátima
- Nova Ibiá
- Nova Itarana
- Nova Redenção
- Nova Soure
- Nova Viçosa
- Novo Horizonte
- Novo Triunfo
- Olindina
- Ouriçangas
- Palmas de Monte Alto
- Palmeiras
- Paramirim
- Paripiranga
- Pau Brasil
- Paulo Afonso
- Pé de Serra
- Pedrão
- Pedro Alexandre
- Piatã
- Pilão Arcado
- Pindaí
- Pindobaçu
- Pintadas
- Piraí do Norte
- Piripá
- Planaltino
- Planalto
- Poções
- Pojuca
- Ponto Novo
- Porto Seguro
- Potiraguá
- Prado
- Presidente Jânio Quadros
- Presidente Tancredo Neves
- Queimadas
- Quijingue
- Rafael Jambeiro
- Remanso
- Retirolândia
- Riachão do Jacuípe
- Riacho de Santana
- Ribeira do Amparo
- Ribeira do Pombal
- Ribeirão do Largo
- Rio de Contas
- Rio do Antônio
- Rio do Pires
- Rio Real
- Rodelas
- Ruy Barbosa
- Salinas da Margarida
- Salvador
- Santa Bárbara
- Santa Brígida
- Santa Cruz Cabrália
- Santa Cruz da Vitória
- Santa Inês
- Santa Luzia
- Santa Teresinha
- Santaluz
- Santanópolis
- Santo Amaro
- Santo Antônio de Jesus
- Santo Estêvão
- São Domingos
- São Felipe
- São Francisco do Conde
- São Gonçalo dos Campos
- São José da Vitória
- São Miguel das Matas
- São Sebastião do Passé
- Sapeaçu
- Sátiro Dias
- Saubara
- Seabra
- Sebastião Laranjeiras
- Senhor do Bonfim
- Sento Sé
- Serra Preta
- Serrinha
- Simões Filho
- Sítio do Quinto
- Sobradinho
- Souto Soares
- Tanhaçu
- Tanque Novo
- Tanquinho
- Taperoá
- Teixeira de Freitas
- Teodoro Sampaio
- Teofilândia
- Teolândia
- Terra Nova
- Tremedal
- Tucano
- Uauá
- Ubaíra
- Ubaitaba
- Ubatã
- Una
- Urandi
- Uruçuca
- Utinga
- Valença
- Valente
- Varzedo
- Vera Cruz
- Vereda
- Vitória da Conquista
- Wagner
- Wenceslau Guimarães