
Governo da Bahia lança edital para beneficiar trabalhadores da agricultura familiar
A iniciativa foi lançada nesta segunda-feira (25), por meio do projeto Bahia Produtiva, e vai beneficiar até 10 mil famílias no campo.
Por G1 BA.
Um edital de emergência foi anunciado nesta segunda-feira (25) para ajudar trabalhadores baianos da agricultura familiar. A medida vai ajudar até 10 mil famílias, por meio do projeto Bahia Produtiva. Serão destinados cerca de R$ 15 milhões para os produtores de alimentos como hortaliças, frutas, raízes, tubérculos e plantas alimentícias não convencionais.
A medida busca auxiliar trabalhadores que tiveram a produção afetada pelas restrições impostas para conter a propagação do novo coronavírus na Bahia. Para o governador do estado, Rui Costa, o edital valoriza a agricultura familiar e dá mais capilaridade ao setor.
"Com isso, também conseguimos reforçar a economia dos municípios e fomentar a geração de empregos”, disse.
As inscrições serão feitas por meio de manifestação de interesse, no site da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR). Também é possível ter acesso a todo o edital acessando o site.
Podem solicitar o auxílio associações e cooperativas da agricultura familiar, comunidades tradicionais, assentados da reforma agrária, fundo e fecho de pasto, quilombolas, indígenas e povos de terreiros que ainda não foram beneficiados pelos projetos da CAR.
Os interessados deverão enviar uma proposta elaborada com apoio de uma instituição de assistência técnica e extensão rural (Ater), ou de uma secretaria municipal de agricultura ou desenvolvimento rural, ou de consórcios públicos que ofertem serviços de assistência técnica.
A meta prevista é financiar 300 propostas, cada uma no valor de até R$ 50 mil. As propostas devem ter entre 20 e 40 beneficiários e estarem relacionadas à produção, comercialização e ao consumo de alimentos saudáveis.
A Bahia tem atualmente cerca de 593 mil agricultores familiares, segundo dados divulgados em 2019 pelo censo agro, do IBGE. Eles representam 77,8% dos 762 mil estabelecimentos agropecuários da Bahia. A produção familiar emprega mais de 1,5 milhão de pessoas na Bahia, o equivalente a 72,3% do total de trabalhadores agropecuários do estado.
Licínio de Almeida : Com Média de 50% Recomendado Por Autoridades Sanitárias Não Conseguimos Atingir
Dados divulgados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), nesta quarta-feira (20), mostram que dos 417 municípios baianos, apenas 16 registraram índices de isolamento social acima dos 50%, mínimo recomendado por autoridades sanitárias. O índice, elaborado pela empresa InLoco, provedora oficial dos dados para o Estado, estima o percentual da população que está respeitando as recomendações de isolamento. As informações podem ser encontradas na plataforma online InfoVis Bahia, que contém dados de monitoramento da pandemia do novo corona vírus (Covid-19).

Moradores de região próxima a barragem com risco de rompimento protestam e revelam preocupação: 'Dia
Barragem do Rio dos macacos está com rachadura de quase 14 metros e se romper água pode atingir comunidade. Protesto ocorreu na manhã desta quinta (21).
Por TV Bahia.
Moradores do quilombo e da comunidade que fica próximo à Barragem Rio dos Macacos, localizada entre Simões Filho e Salvador, fizeram um protesto na manhã desta quinta-feira (21). A barragem possui uma rachadura de 14 metros e corre risco de romper, o que preocupa os moradores.
A manifestação ocorreu em um trecho da BA-526, entre Salvador e Simões Filho. De máscaras e com um pouco afastados uns dos outros, eles bloquearam a via no sentido Simões Filho. A situação causou lentidão no trânsito.
O grupo quer que a barragem passe por reparos. Eles dizem que a maior parte dos moradores não tem para onde ir e, apesar do risco, não tem como deixar suas casas.
"São dias difíceis, o nosso povo não está conseguindo dormir", disse o morador Orlando Santana.
Caso haja rompimento, a água pode atingir a comunidade do Bosque Imperial de Inema e também deixar os moradores do quilombo ilhados.
"Os moradores ficam em pânico. Está todo mundo desesperado. Já procurei a Marinha, o Ministério Público, a Codesal e ninguém faz nada. O que estou achando é que eles vão vir retirar as pessoas à força", disse Antônio Sério, outro morador.
Protesto em região próxima a Barragem, na região entre Simões Filho e Salvador, causou congestionamento — Foto: Reprodução/TV Bahia
Segundo o Ministério Público Federal (MPF), a Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia (Sudec) realizou uma inspeção na Barragem Rio dos Macacos no dia 7 de maio. Na ocasião, foi verificada a rachadura.
De acordo com a Sudec, a barragem é classificada como categoria de risco alto e dano potencial associado alto. No caso de um rompimento, não há tempo para retirar as famílias que vivem no entorno.
Cerca de 300 famílias vivem na comunidade do Bosque, que fica próxima à Base Naval de Aratu.
A fiscalização de barragens na Bahia é responsabilidade do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), que solicitou que os reparos sejam feitos o mais rápido possível.
Já a Marinha, responsável pela barragem, disse que adota todas as medidas para garantir a estabilidade e segurança da Barragem dos Macacos e está monitorando o local diariamente, que a estrutura está estável e o nível de água está sendo controlado.
Em nota, o MPF expediu uma recomendação, na última sexta- feira (15), à Marinha e ao município de Salvador para que ajam com urgência e eficiência, com medidas de proteção aos moradores que vivem próximos à barragem. As instituições deveriam informar em até cinco dias sobre o acatamento à recomendação e sobre as providências executadas, mas não há detalhes se houve esse informe.
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Barragem do Rio dos Macacos, entre Simões Filho e Salvador — Foto: Reprodução/TV Bahia
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Com cerca de 14 metros de rachadura, barragem do Rio dos Macacos na BA apresenta risco de rompimento — Foto: Reprodução/TV Bahia
Nova carga, com 48 respiradores, desembarca no aeroporto de Salvador
Governo da Bahia informou que materiais, fabricados na China, serão distribuídos entre as unidades de saúde da capital e do interior.
Por G1 BA.
Menos de 24h após a chegada de uma remessa, uma carga com 48 respiradores comprados pelo governo da Bahia desembarcou no aeroporto de Salvador. O secretário estadual da Saúde, Fábio Vilas-Boas, acompanhou a chegada do material no início da tarde desta quinta-feira (21).
Fabricados na China, os equipamentos serão utilizados para abertura de leitos nos centros de tratamento da Covid-19 montados na Arena Fonte Nova, Instituto Couto Maia e nos hospitais Ernesto Simões e do Subúrbio, em Salvador. Além disso, também serão levados para unidades do interior, como o Hospital do Oeste, em Barreiras, e Costa do Cacau, em Ilhéus, além de outras unidades contratadas pelo governo baiano.
"Duas pessoas podem usar um respirador durante um mês, e isso pode significar a preservação de, pelo menos, 96 vidas. Não descansaremos até que cheguem todos os respiradores necessários para abrir os mais de 600 leitos de UTI previstos nas ações de combate à pandemia", afirmou o secretário em nota.
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Secretário estadual da Saúde, Fábio Vilas-Boas, acompanhou a chegada do material — Foto: Elói Corrêa/GOVBA
Tele Coronavírus registra cerca de 40 mil atendimentos na Bahia
O serviço gratuito coloca pessoas em contato com voluntários da área da saúde através do telefone 155.
Por G1 BA
O serviço 'Tele Coronavírus', desenvolvido para tirar dúvidas da população acerca da Covid-19, registrou mais de 40 mil tele atendimentos neste mês de maio.
O canal de comunicação foi lançado no dia 24 de março deste ano. É um serviço gratuito, onde estudantes de medicina tiram dúvidas da população sobre o coronavírus. O atendimento é feito por telefone e supervisionado por professores.
A estrutura de atendimento, composta por 40 colaboradores da rede SAC, está montada no Centro Administrativo da Bahia (CAB). Os atendentes recepcionam as ligações e fazem uma triagem, aplicando um questionário específico. Se necessário, a ligação é transferida para um dos mil estudantes de medicina que participam voluntariamente do projeto.
A iniciativa é resultado de uma parceria entre governo do estado, Universidade Federal da Bahia e Fiocruz.
Também aderiram à ação as quatro universidades estaduais da Bahia: Uneb, Uesc, Uefs e Uesb. E há ainda as instituições privadas: Escola Bahiana de Medicina, FTC Salvador, Unifacs, Unime, UFRB e a Fesftech, esta última responsável pelo desenvolvimento de uma plataforma que é alimentada pelos voluntários.
Pela 1ª vez, Brasil soma mais de mil mortes ao balanço diário e agora tem 17.971 vítimas da Covid-19
Em 24 horas foram acrescentados 1.179 mortes. No mundo, só Estados Unidos (2.612), França (1.417), China (1.290) e Reino Unido (1.172) tiveram mais de mil mortes somadas em um único dia.
Por G1....
O Ministério da Saúde divulgou nesta terça-feira (19) seu mais recente balanço de mortes e casos confirmados de Covid-19. Os principais dados são:
- 17.971 mortes, eram 16.792 na segunda
- Em 24 horas, foram mais 1.179 novas mortes registradas
- 271.628 casos confirmados, eram 254.220 casos na segunda
- Em 24 horas, foram mais 17.408 casos
O número de mortes acrescentado ao balanço não retrata somente óbitos ocorridos nesta terça. De acordo com o ministério, 225 das mais de mil mortes foram registradas nos últimos 3 dias.
D️e acordo com o ministério, há 146.863 pacientes em acompanhamento (54,1% do total) e ️ 106.794 recuperados (39,3%).
Países que bateram mais de mil mortes
Com os dados desta terça, o Brasil se junta a um grupo com outros quatro países que já registraram mais de 1 mil mortes em apenas 24 horas.
O pico diário acima dos três dígitos foi também alcançado pelos Estados Unidos (2.612) em 29 de abril, pela França (1.417) em 7 de abril, pela China (1.290) em 17 de abril e pelo Reino Unido (1.172) em 29 de abril, segundo o levantamento da Universidade Johns Hopkins.
No caso da China, o número foi incluído em uma revisão das estatísticas, e não propriamente durante as semanas em que os casos estavam em crescimento.
Na Espanha e na Itália, dois dos países mais afetados pelo novo coronavírus na Europa, o pico diário se aproximou do milhar: em 27 de março a Itália registrou 919 mortos e a Espanha 961 em 2 de abril.
Recordes nos estados
Os números também foram recorde em ao menos dois estados: São Paulo registrou 324 novas mortes em um dia e ultrapassou 5 mil óbitos. No Rio de Janeiro, foram 227 mortes e agora o estado passa de 3 mil mortes por Covid.
Licínio de Almeida : Teste Rápido Positivado em trabalhadores da Gilfer, Dão Negativo no LACEN-BA.
Depois do prefeito Licíense Frederico Vasconcelos pedir testes rápidos em funcionários da GILFER e testar POSITIVO, o prefeito juntamente com a Secretaria Municipal de Saúde, recolheu e encaminhou amostras dos pacientes para fazer a contraprova no Laboratório Central de Saúde Pública (Lancen-Ba).
Na noite desta terça-feira(18) a Secretaria Municipal de Saúde atualizou o boletim informativo onde destaca que dos 5 (cinco) testes encaminhados para o laboratório 3 (três) deram negativo e os outros 2 (dois) continua a aguardar os resultados.
Em contato com o site Portal Licínio, o prefeito Licíniense destaca a importância da prevenção e pontua afirmando que as medidas adotas para o nosso município com prevenção e isolamento não podem afrouxar por causa do resultado e que o período da quarentena deve a cada dia ser levado a sério.
Veja o Boletim.:
Licínio de Almeida : Prefeitura Adquire Veículo Próprio Para Fortalecer as Necessidades da Saúde.
Com mais essa aquisição, a gestão municipal espera melhorar ainda mais a qualidade dos serviços prestados à sociedade, pois tem a certeza que melhorará consideravelmente a agilidade no transporte de pessoas e exames.

Licínio de Almeida: Bahia Mineração (Bamin) Faz Doação a Nosso Municipio.
A Prefeitura Municipal de Licínio de Almeida, recebeu doação de cestas básicas, luvas e álcool gel 70% da empresa Bahia Mineração (BAMIN). As doações vão reforçar as ações de saúde, sanitárias e sociais das equipes das Secretarias Municipais de Saúde e Desenvolvimento Social no enfrentamento à pandemia do novo corona vírus.
"As cestas básicas que também contêm produtos de higiene serão distribuídas para famílias em vulnerabilidade social, seguindo os protocolos sócio assistenciais e de controle e prevenção à Covid-19, como parte das medidas de apoio às famílias que mais precisam.
As luvas e os galões de álcool gel 70% serão destinados aos profissionais de saúde e voluntários que atuam nas ações da linha de frente do combate ao corona vírus. “Essa parceria entre poder público e iniciativa privada é importante para o município e esses insumos auxiliar o trabalho dos nossos profissionais de saúde”, destacou o Prefeito Frederico Vasconcellos.
Por Licínio em Foco .
Prefeitura de SP instala câmaras frigoríficas no cemitério da Vila Formosa, na Zona Leste da cidade
Maior cemitério da América Latina recebeu dois contêineres. Eles serão usados quando local registrar 400 sepultamentos por dia. Por conta da pandemia, também foram instaladas torres de iluminação para viabilizar enterros noturnos.
Por Marcel Lopes, TV Globo — São Paulo.
A Prefeitura de São Paulo instalou duas câmaras frigoríficas no cemitério da Vila Formosa, na Zona Leste, para dar apoio na preservação de corpos para sepultamentos durante a pandemia de coronavírus. Como revelou o G1, houve aumento de 18% nos enterros na cidade.
O Complexo da Vila Formosa é o maior cemitério da América Latina e um dos que mais recebe vítimas de Covid-19.
O local ficou conhecido internacionalmente após estampar a capa do jornal norte-americano "Washington Post" com uma imagem aérea que mostrava uma imensidão de covas abertas e, em 30 dias depois, todas ocupadas e fechadas.
Cada uma das câmaras terá capacidade para manter 20 urnas. A equipe técnica está terminando de instalar as ligações elétricas e as prateleiras que vão acomodar os caixões.
Os dois contêineres ficam próximo à área de velório, ao lado de uma tenda montada e que será o centro de logística pra sepultamento de casos suspeitos de morte por coronavírus.
A prefeitura diz os contêineres serão usados quando o cemitério passar a registrar 400 sepultamentos por dia, independente da causa dos óbitos.
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Cemitério da Vila Formosa, na Zona Leste de SP — Foto: Marcel Lopes/G1
Na última terça-feira (12), 338 pessoas morreram na capital paulista.
A gestão municipal não descarta a possibilidade de disponibilizar a mesma estrutura nos cemitérios Cachoeirinha, na Zona Norte, e São Luiz, na Zona Sul. A instalação vai depender da necessidade e quantidade de manejo de corpos em cada um deles.
Torres de iluminação para viabilizar sepultamentos noturnos — Foto: Marcel Lopes/TV Globo
Antes das câmaras, o Vila Formosa já tinha recebido torres de iluminação. Como o cemitério não fazia enterros após 18h, a prefeitura alugou torres de iluminação para que seja possível ampliar os enterros para o período noturno, o que evitaria que muitos corpos aguardassem de uma vez só a reabertura do cemitério para, só então, os corpos serem sepultados.
São cinco torres móveis que funcionam com abastecimento a diesel que serão ligadas caso o número total de enterros na cidade ultrapasse 400 por dia. Com isso, Cachoeirinha e São Luiz também poderão receber esse tipo de iluminação.
De acordo com o Serviço Funerário da capital, a médica histórica de sepultamentos é de 240 por dia na primavera/verão e costumava a chegar a 300 no outono/inverno.

Prefeitura coloca contêineres refrigerados pra atender demanda de enterros na Vila Formosa
Farmacêutica americana anuncia descoberta de anticorpo que neutraliza o coronavírus
Abiofarmacêutica norte-americana Sorrent Therapeutics divulgou nesta sexta-feira (15) um estudo onde descreve ter descoberto um anticorpo que neutraliza o novo coronavírus (Sars-CoV-2), causador da Covid-19.
De acordo com o comunicado publicado pelo laboratório, em testes in vitro, o novo recurso, chamado de STI-1499, foi capaz de evitar completamente que o vírus infecte as células. Os resultados, porém, ainda serão submetidos a revisões para que seja confirmada a descoberta.
“Queremos enfatizar que existe uma cura. Existe uma solução que funciona 100% Se tivermos o anticorpo neutralizador em nossos corpos, não será previsto distanciamento social. Você pode reabrir a sociedade sem medo”, disse o fundador e diretor-presidente da Sorrento Therapeutics, Henry Ji, em entrevista ao canal de televisão norte-americano “Fox News”.
Bolsonaro manda ministro da Saúde interino liberar cloroquina a todos os pacientes com covid-19
Opresidente Jair Bolsonaro (sem partido) mandou o general Eduardo Pazuello, ministro da Saúde interino após Nelson Teich pedir exoneração, assinar o novo protocolo da pasta que libera o uso da cloroquina para todos os pacientes com covid-19, incluindo os com sintomas leves. As informações são do jornal Estado de S.Paulo.
De acordo com a publicação, o protocolo avalizado por Pazuello deverá ser baseado na resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM). Em abril, a entidade liberou a aplicação de cloroquina em pacientes com sintomas leves, mas ressaltou que a decisão foi tomada “sem seguir a ciência”, apenas para encerrar a polarização em torno do medicamento.
Atualmente, os protocolos do Ministério da Saúde recomendam o medicamento para pacientes em ambiente hospitalar e em estado moderado ou grave.
'A vida é feita de escolhas. E eu hoje escolhi sair', afirma ex-ministro Nelson Teich
Pela manhã, Teich teve encontro com o presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto. Em seguida, assessoria da pasta anunciou a demissão. Ex-ministro não explicou o motivo da decisão.
Por Gustavo Garcia, G1 — Brasília.
Um dia antes de completar um mês no cargo e em meio à explosão de casos e mortes pela epidemia do coronavírus no país, o ex-ministro da Saúde Nelson Teich afirmou nesta sexta-feira (15), em pronunciamento no Ministério da Saúde, que "escolheu" deixar a pasta.
Ele fez a afirmação durante um rápido pronunciamento no auditório do ministério ao lado do secretário-executivo, general Eduardo Pazuello, e de técnicos da pasta.
"A vida é feita de escolhas. E eu hoje escolhi sair", afirmou o ex-ministro.
Até esta sexta-feira (15), segundo levantamento exclusivo do G1 junto às secretarias estaduais de saúde, o Brasil acumulava 14.455 mortes provocadas pela covid-19 e 212.198 casos confirmados da doença.
O ex-ministro não explicou o motivo que o levou a tomar a decisão. Em entrevista no Palácio do Planalto após a fala de Teich, o ministro Braga Neto (Casa Civil) disse que ele saiu por "questão de foro íntimo".
Teich disse que não aceitou o convite para ser ministro em razão do cargo. "Eu aceitei porque achava que poderia ajudar o Brasil e ajudar as pessoas", afirmou.
Pela manhã, ele teve um encontro com o presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto. Em seguida, a assessoria da pasta anunciou a demissão. É a 11ª mudança em ministérios em pouco mais de 14 meses de governo.
Ao deixar o auditório do Ministério da Saúde logo após após o pronunciamento, sem dar entrevista, o ex-ministro foi questionado se o motivo da saída era a insistência do presidente Jair Bolsonaro em relação ao uso da cloroquina como medicamento a ser adotado logo no início dos sintomas da covid-19, doença provocada pelo coronavírus. Teich não respondeu.
Em sua fala, o ex-ministro agradeceu ao presidente Jair Bolsonaro pela oportunidade de ter comandado o ministério e elogiou a dedicação da equipe que trabalhou com ele.
"Eu agradeço ao presidente Jair Bolsonaro a oportunidade que ele me deu de fazer parte do Ministério da Saúde. Isso era uma coisa muito importante pra mim. Seria muito ruim na minha carreira não ter tido a oportunidade de atuar no ministério pelo SUS [Sistema Único de Saúde]. Eu escrevi uma vez que eu sou uma pessoa formada. Eu nasci graças ao serviço público. Sempre estudei em escola pública. Minha faculdade foi pública, minhas residências foram em hospitais federais. Eu fui criado no sistema público.", declarou.
Ele disse que deixou pronto para governadores e secretários estaduais um plano de combate ao coronavírus. Segundo o ministro, um programa de testagem também está pronto para ser aplicado.

Trajetória no ministério
Teich deixou o cargo antes de completar um mês à frente da pasta. Apesar de uma nota oficial do ministério dizer que ele pediu demissão, assessores da Saúde afirmaram que o ministro foi demitido.
Nelson Teich tomou posse em 17 de abril. Essa é a segunda saída de um ministro da Saúde em meio à pandemia do coronavírus. Teich havia substituído Luiz Henrique Mandetta.
Assim como Mandetta, Teich também acumulou divergências com o presidente Jair Bolsonaro sobre as medidas para combate ao coronavírus.
Nos últimos dias, o presidente e Teich tiveram desentendimentos sobre:
- o uso da cloroquina no tratamento da covid-19 (doença causada pelo vírus). Bolsonaro quer alterar o protocolo do SUS e permitir a aplicação do remédio desde o início do tratamento.
- o decreto de Bolsonaro que ampliou as atividades essenciais no período da pandemia e incluiu salões de beleza, barbearia e academias de ginástica
- detalhes do plano com diretrizes para a saída do isolamento. O presidente defende uma flexibilização mais imediata e mais ampla.
Sikêra Jr aparece fazendo exercícios durante tratamento para recuperação do coronavírus
Depois da foto que chocou o país, uma imagem bem melhor de Sikêra Jr ganhou a internet nesta semana. O apresentador, que se recupera do coronavírus, apareceu fazendo exercícios. Segundo informações divulgadas pela colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia, a atividade, acompanhada por fisioterapeutas, é para melhorar a respiração e a circulação sanguínea.
"Ele está se recuperando bem e acredito que daqui a 20 dias já vai poder ter alta e apto para poder voltar a trabalhar", contou Jerônimo Correa, um dos profissionais que cuida do apresentador da RedeTV!. No vídeo, quem aparece é João Paulo Ribeiro, sócio de Jerônimo, e os dois são responsáveis pelo tratamento de Sikêra Jr.
"O João tirou a máscara para fazer o vídeo, mas ele já teve a Covid-19, está totalmente curado e não tem mais risco de contaminação. O Sikêra também já passou da fase viral, mas usamos máscaras de proteção, sim", explicou Jerônimo à coluna. Ele confirmou que durante as sessões, o apresentador utiliza um oxigênio suplementar.
Licínio de Almeida : Secretaria Municipal de Saúde Emite Nota de Esclarecimento de Covid-19 no Mun
Hoje 12/05/2020, a Secretaria Municipal de Saúde através da Equipe de Controle Epidemiológico, após solicitação do prefeito Frederico Vasconcelos (Dr Fred), submeteu ao teste r´pido para COVID-19 em todos os trabalhadores da empresa GILFER residentes fora do município de do município de Licíninio de Almeida, e que iriam retornar ao trabalho na pavimentação asfáltica ligando Licínio de Almeida a Urandi, pois alguns destes, estiveram de foga durante os últimos 08( oito dias ) e visitaram seus famílares em municípios com caso confirmados de COVID-19.
Após a coleta de material, foram detectados 04 (quatro ) funcionários como POSITIVO para COVID-19. Como medida preventiva o prefeito municipal editou um Decreto Suspendendo Temporáriamente a Obra , além de impor a todos os funcionários da referida empresa que fiquem em quarentena, e os testados como positivo além do isolamento social, vão ser Monitorados diáriamente pela Equie de Controle Epidemiológico, também será realizado nova coleta e encaminhado para o LACEN/BA.
Lembramos que o teste rápido não consiste em exame diagnóstico, mais sim um método para triagem. Este Governo Municipal preza sempre pela transparência das infrmações.
Pedimos a todos que continuem com as medidas de prevenção, FIQUE EM CASA, mais se precisarem sair, USEM MÁSCARA .
O site PORTALLICINIO presente em váios grupos de WHATSAPP e em várias redes sociais, está presenciando várias informações desencontradas e comprometedoras, e no dever de manter todos bem informados vem aqui aproveitar do espaço para esclarecer uma coisa.:
Criar e divulgar fake news são crimes e Promotores de Justiça são orientados quanto ao combate contra as informações falsas que podem agravar a pandemia do coronavirus.
Os atos relacionados à criação, à divulgação e à disseminação de informações falsas podem ser enquadrados em pelo menos oito artigos do Código Penal e um do Código Eleitoral, com penas que vão desde a aplicação de multas até a prisão e a perda de direitos políticos. A conclusão é do Gabinete Gestor de Crise do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), que elaborou um estudo para orientar os Promotores de Justiça no combate a esse tipo de conduta, que se tornou um risco a mais ao controle da pandemia de covid-19.
A publicação de notícia sabidamente inverídica (fake news) no intuito de ofender a honra de alguém poderá caracterizar um dos tipos penais dos arts. 138, 139 e 140, todos do Código Penal, cumulados com a majorante do art. 141, III, do Código Penal, a depender do caso concreto;
a veiculação de fake news, quando o agente visa dar causa à instauração de procedimento oficial contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente, poderá configurar o delito de denunciação caluniosa, tipificado no art. 339 do Código Penal, sendo que presente a finalidade eleitoral o crime será o do art. 326-A do Código Eleitoral;
de acordo as circunstâncias do caso concreto, a conduta de disseminação de notícias falsas poderá estar tipificada no art. 286 do Código Penal (incitação ao crime), no qual o agente induz, provoca, estimula ou instiga publicamente a prática de determinado crime;.
Fique atento e antes de espalhar uma notícia, espere que ela seja confirmadas por uma instituição competente ao caso.
Enfermeira indígena da Amazônia ajuda na luta contra coronavírus nas horas vagas; FOTOS
Vanderlecia Ortega dos Santos, ou Vanda para seus vizinhos, oferece os únicos cuidados de prevenção à sua comunidade indígena de 700 famílias contra o surto de Covid-19 que devasta Manaus.
Por Reuters.
Vicente Piratapuia, 69 anos e da etnia piratapuia, estava com febre e mal conseguia respirar, mas se recusava a abandonar sua casa nos arredores de Manaus, capital do Amazonas.
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Vanda examina o paciente Vicente Piratapuia enquanto sua esposa Apolonia Antonia Martins Bare observa, em sua casa — Foto: Bruno Kelly/Reuters
Foi preciso que uma técnica de enfermagem de sua comunidade indígena falasse duro para convencê-lo de que morreria, caso se recusasse a acompanhá-la ao pronto-socorro.
Vanderlecia Ortega dos Santos, ou Vanda para seus vizinhos, se ofereceu para proporcionar os únicos cuidados de prevenção à sua comunidade indígena de 700 famílias contra o surto de Covid-19 que devasta Manaus.
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Casas improvisadas no Parque das Trios — Foto: Bruno Kelly/Reuters
É uma batalha dura. O Parque das Tribos, assentamento precário com descendentes de 35 comunidades indígenas, carece de eletricidade e saneamento na maioria das casas. Com frequência as ambulâncias se recusam a recolher seus doentes graves por não haver nenhuma clínica de saúde pública nas proximidades.
Vanda conversa com o marido Sidnei dos Santos do lado de fora de casa — Foto: Bruno Kelly/Reuters
Quando a pandemia de coronavírus começou a se espalhar pelo Brasil, indígenas que vivem dentro ou nas proximidades de cidades se viram em um limbo perigoso, já que a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) concentra seus recursos àqueles que moram em terras indígenas.
Segundo o Sesai, a pandemia já matou 10 indígenas, mas a organização indígena Apib estimou nesta semana que ao menos 18 indígenas brasileiros já pereceram se as mortes em áreas urbanas forem contadas. É difícil precisar o número real de casos em localidades muitas vezes remotas do interior do país.
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Vanda usa uma máscara com a mensagem 'Vidas indígenas importam' enquanto coloca equipamentos de proteção individual antes de sair de casa — Foto: Bruno Kelly/Reuters
"Neste momento de pandemia, os parentes que estão morrendo vítimas dessa doença continuam com essa identidade negada, uma vez que o Estado e a Sesai não reconhecem a morte deles enquanto indígenas", diz Vanda, membro da etnia witoto, do extremo norte do Rio Amazonas, na fronteira com a Colômbia.
O Sesai informou que os indígenas que moram nas cidades deveriam recorrer ao sistema de saúde pública do país.
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Vanda ajusta a luz em uma sala de exames na Fundação Alfredo da Mata de Dermatologia Tropical e Venereologia, onde trabalha — Foto: Bruno Kelly/Reuters
Uma porta-voz do prefeito de Manaus disse que a saúde indígena é uma questão federal, e não responsabilidade do município.
Manaus, que está sofrendo o surto per capita de COVID-19 mais mortal do Brasil, viu a doença sobrecarregar hospitais, cemitérios e a capacidade das autoridades de contabilizar os mortos.
Vanda, de 32 anos, nasceu na comunidade ribeirinha de Amatura e se mudou há 10 anos para Manaus, onde se tornou técnica em enfermagem. Ela trabalha tratando pacientes de câncer de pele em uma clínica da cidade.
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Vanda visita um paciente — Foto: Bruno Kelly/Reuters
Mas, desde o inicio da epidemia ela esta usando seu tempo livre para atender chamados nas casas de sua comunidade, monitorando potenciais sintomas da COVID-19 atraves de um grupo de WhatsApp que ela criou.
Esta semana ela esta monitorando 40 casos suspeitos do novo coronavírus. Ela indicou cinco casos urgentes para os serviços de emergência, incluindo uma idosa que precisou ser levada de carro pois não havia ambulância.
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Vanda aplica uma injeção de dipirona em sua paciente Sabrina de Sales Benzaquem, de 34 anos, que estava com febre e suspeita de ter sido infectada pela COVID-19 — Foto: Bruno Kelly/Reuters
Vanda dá analgésicos e outros medicamentos básicos aos seus pacientes, além de orientações para evitar o contágio. Ela faz visitas domiciliares nas horas vagas usando um avental, luvas e máscara -- às vezes com um cocar tradicional dos witotos com penas de arara.
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Vanda abraça sua sobrinha Maria Eduarda Ribeiro Ortega — Foto: Bruno Kelly/Reuters
A fome chegou à comunidade antes do vírus, alerta Vanda. O distanciamento social imposto para refrear o surto abalou a economia local e acabou com a renda tanto das mulheres que fazem artesanato ou trabalham como empregadas em lares de Manaus, quanto dos homens que trabalham em canteiros de obras.
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Vanda, sua mãe Brazileia Martimiano Barrozo e sua amiga Natalina Martins Ricardo, da tribo Bare, inspecionam um pedaço de tecido que será usado para produzir máscaras protetoras para a comunidade — Foto: Bruno Kelly/Reuters
"Diante de toda essa negação de falta de assistência, eu tive a iniciativa de criar uma campanha em redes sociais, pedindo que as pessoas nos doassem alimento e kits de higiene", explica Vanda.
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Vanda conversa com Robson Santos da Silva, chefe da SESAI (Secretaria de Saúde Indígena), enquanto participa de um protesto durante a visita oficial do ministro da Saúde Nelson Teich ao principal hospital da cidade Delphina Rinaldi Abdel Aziz — Foto: Bruno Kelly/Reuters
Quando o ministro da Saúde, Nelson Teich, visitou Manaus nesta semana, Vanda e duas amigas o receberam com um protesto diante do hospital de referência Delphina, o principal da cidade, exigindo atenção médica para a população indígena.
As três usavam máscaras feitas pela mãe de Vanda estampadas com a frase "Vidas indígenas importam".
A manifestação levou a uma reunião com o chefe do Sesai, Robson Santos da Silva, que disse que um hospital de campanha em Manaus prometido pelo governo federal teria uma ala para pacientes indígenas com o coronavírus.
No entanto, um porta-voz do ministério disse que a construção do hospital terá que esperar enquanto o governo se concentra primeiro na expansão das instalações existentes em Manaus.
Veja mais fotos:
Vanda trabalha no computador enquanto sua sobrinha Maria e seu sobrinho Davi assistem TV no mesmo cômodo — Foto: Bruno Kelly/Reuters
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Maria desenhou pinturas indígenas no rosto de sua boneca — Foto: Bruno Kelly/Reuters
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Vanda e Sidney com o amigo Luiz Tukano, da tribo Tukano — Foto: Bruno Kelly/Reuters
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Vanda dirige para o trabalho — Foto: Bruno Kelly/Reuters
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Vanda chega com Vicelonia Albuquerque Martins e Vicente Piratapuia em uma UPA após Piratapuia ter febre alta e dificuldade para respirar — Foto: Bruno Kelly/Reuters
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Vanda conversa com uma colega na Fundação de Dermatologia Tropical e Venereologia 'Alfredo da Matta' — Foto: Bruno Kelly/Reuters
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Vanda conversa com uma paciente durante visita a sua casa — Foto: Bruno Kelly/Reuters
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Vanda e a professora e artista Natalina Martins, da tribo Baré, conversam com um vizinho na entrada de sua casa — Foto: Bruno Kelly/Reuters
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Vanda posa para uma foto — Foto: Bruno Kelly/Reuters
Enfermeira com Covid-19 em estado grave passa por parto de emergência e vê a filha só duas semanas
Luiza nasceu no dia 26 de abril, e encontro virtual foi na sexta-feira (9). Neste Dia das Mães (10), pai pôde segurar a filha, depois de cumprir quarentena, e reuniu a família em vídeo.
Por Gabriela de Palhano e Priscilla Monteiro.
Assim como em muitas famílias, o Dia das Mães da enfermeira Rusia da Silva Roma de Goes, 42 anos, foi de encontro a distância por causa da Covid-19. Mas a chamada de vídeo foi a primeira vez em que mãe, pai e a pequena Luiza se reuniram, depois de duas semanas de angústia em hospitais da Zona Sul do Rio.
Rusia deu à luz Luiza no dia 26 de abril, mas não pôde ver a filha, pois já estava entubada, afetada pelo coronavírus. Na internação, dia 24 de abril, ambas estavam bem; no sábado, exames alarmaram a equipe médica.
“Realizamos uma tomografia computadorizada e vimos muito comprometimento do pulmão”, conta Monica Barros, diretora da maternidade Santa Lúcia, em Botafogo. “Era iminente ajudar a mãe a respirar; então optamos por fazer a interrupção da gestação”, emenda a médica.
Rusia estava na 35ª semana de gravidez — mal tinha entrado no oitavo mês — e teve de ser transferida da Santa Lúcia para o CTI do Pró-Cardíaco. Lá, respirou com a ajuda de aparelhos até a última sexta-feira (8).
No sábado (9), foi para um quarto e finalmente viu a filha, por vídeo.
Luiza sorri ao ouvir a voz da mãe pelo tablet — Foto: Reprodução/TV Globo
Rusia (no tablet), Ednaldo e Luiza no Dia das Mães — Foto: Reprodução/TV Globo
Angústia no parto
Enquanto a equipe médica trazia Luiza à luz com Rusia entubada, Ednaldo Souza de Goes estava com Júlia, a filha mais velha, de 8 anos, dentro do carro esperando notícias.
“Eram duas da madrugada, eu não sabia o que fazer. Se ia para a rua, se ficava no hospital, se ficava no carro. Comecei a chorar. Minha filha chorando também, foi muito angustiante”, lembra o pai.
Ednaldo conta que Luiza teve de ser reanimada após o parto. “Ter que ir para casa sozinho com a Júlia foi muito ruim”, diz.
O pai só viu a caçula neste domingo. Ele estava em isolamento por causa da Covid-19. “Ela reconheceu a minha voz, ficou procurando”, conta.
Bebê sem coronavírus
Luiza está bem e não foi contaminada com a Covid-19. Os médicos aguardam que agora que ela ganhe peso para receber alta. A mãe está melhor a cada dia.
“Estou muito feliz que estou melhorando. Não vejo a hora de pegar minha pequena”, afirma Rusia.
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Rusia, já no quarto, vê a filha pelo celular — Foto: Reprodução/TV Globo
Pesquisa aponta crescimento de 105% de casos de Covid-19 em Feira de Santana após flexibilização do
Após permitir que lojas com até 200 metros quadrados reabrissem as portas, cidade saltou de 58 para 119 casos confirmados de coronavírus.
Por G1 Bahia.
Um estudo realizado por um coletivo que inclui pesquisadores do Instituto Federal da Bahia (IFBA), da Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB) e voluntários do CoronaVidas.net aponta que os casos de coronavírus em Feira de Santana cresceram 105% desde o dia 21 de abril, quando a prefeitura do município decidiu flexibilizar o funcionamento do comércio, com a reabertura de estabelecimentos com até 200 metros quadrados.
No dia 21, Feira de Santana registrava 58 casos de coronavírus. Desde então, até a última sexta-feira (8), o município identificou 61 novos infectados e totalizou 119, com destaque para a semana seguinte ao decreto que autorizou a retomada do comércio, quando a curva de contaminação saltou de, em média, três casos por dia para um pico de 19 notificações em apenas 24 horas.
O pesquisador Fábio Barreto, que é mestre em Tecnologias aplicáveis à Bioenergia e doutorando em Difusão do Conhecimento (UFBA/IFBA), aponta que Feira de Santana demorou 24 dias para ter os primeiros 12 casos. Para atingir 50 casos, foram necessários 46 dias. Três semanas após a flexibilização do isolamento, o número mais que dobrou.
“"Feira de Santana teve um aumento significativo no número de casos. Esse número de casos acontece a partir da flexibilização do comercio. O modelo de incubação do coronavírus acontece a partir de sete dias e dura até 14 dias. Essa curva começa a crescer exatamente nessa mudança, onde temos um achatamento que deixa de existir. É preocupante. Quando você começa a perceber os números, que são exponenciais, a previsão é de que se tenha um aumento mais significativo nos próximos dez dias”, disse o pesquisador.
“Saímos de 58 para 119 casos no intervalo de 18 dias. Os dados representam um alerta para que as medidas de isolamento social sejam intensificadas em vez de afrouxadas, e podem ajudar a tomada de decisões por parte dos gestores públicos”.
O pesquisador aponta que o cenário pode piorar bastante ao longo de maio, caso a cidade não volte a adotar medidas restritivas mais duras.
“O que nos preocupa é que, em menos de três semanas, se tem o dobro dos casos de 46 dias. Temos um gráfico exponencial. Se fazemos uma projeção até o fim de maio, teremos mais de 300 pessoas infectadas em Feira de Santana. E isso preocupa. Medidas devem ser tomadas para que o distanciamento social ocorra, de forma que a cidade tenha a preocupação com o aumento de casos”, declarou.
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Evolução dos casos de coronavírus em Feira de Santana — Foto: Divulgação / Coronavidas
O prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins, concedeu entrevista coletiva na manhã desta segunda-feira e afirmou que a flexibilização do comércio não pode ser encarada como razão principal para o aumento de casos de coronavírus no município. Ele destacou que a cidade registrou aglomerações em mercados, durante a distribuição do auxílio fornecido pelo governo do estado para estudantes, e também nas agências bancárias, com a busca pelo auxílio emergencial do governo federal.
“"Esses dados mostrados por uma pesquisa, que é bem específica, direcionada, é bom que se coloque que foi feita sem avaliar muitas situações. No dia 20 de abril o governo do estado começou a pagar benefícios para 60 mil famílias de Feira de Santana. Estudantes foram para supermercados pegar a cesta básica. Isso ocorreu até semana passada. No dia 22 de abril, o governo federal começou a pagar o auxílio emergencial. A maior aglomeração não foi o comércio, foi a fila na Caixa Econômica. Tivemos transmissão comunitária. O número de aumento de casos é previsto. A Universidade de Feira de Santana projetava 200 casos para essa semana, mas não chegamos a esse número”, declarou Colbert Martins.
“Estamos flexibilizando há um bom tempo. É bom colocar o gráfico e dizer que está subindo, mas está subindo na Bahia inteira. Qual era a opção? Fechar a Caixa? Proibir famílias de pegar a cesta básica do governo?”, questionou o prefeito de Feira de Santana
Até a amnhã desta segunda-feira, a Bahia havia registado mais de 5,5 mil casos confirmados de coronavírus, com 202 mortes.
Distribuição de máscaras de proteção
Além de realizar pesquisas sobre o coronavírus, o coletivo Coronavidas arrecada doações para adoção de ações que contribuam na luta contra a COVID-19. Fábio Barreto conta que, na Bahia, foram distribuídas mais de 22 mil máscaras de proteção, repassadas ao governo do estado para auxiliar médicos em unidades hospitalares da rede pública.
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Pesquisador Fábio Barreto, do projeto Coronavidas — Foto: Divulgação / Coronavidas
“O Coronavidas tem o papel de unir a sociedade civil. Hoje temos mais de 550 pessoas como voluntários em quatro estados do país, 18 cidades, que se envolvem em ações que combatam o coronavírus. Entregamos mais de 22 mil unidades no estado da Bahia. Tudo doação. A gente não entrega nada para o setor privado. Agora entregaremos máscaras de acrílico para a Caixa Econômica. Agente entende que o profissional que está ali, o bombeiro que atua para organizar a fila, o estagiário, o servidor, se adoecerem na agencia bancária, a gente vai ter um caos maior naquele ambiente de pagamento de auxílio”, comentou o pesquisador.
Para fazer uma doação, é preciso entrar no site do coletivo, escolher o projeto que se quer auxiliar e preencher os dados necessários. Na Bahia, estão disponíveis para doações ações em Feira de Santana, Ilhéus, Itabuna, Jequié e Vitória da Conquista.
Unidade do Lacen começa a funcionar em hospital de Vitória da Conquista para realização de testes de
Laboratório tem capacidade de realizar pouco mais de 190 testes por dia e também vai atender mais outros 31 municípios da região.
Por TV Sudoeste.
Novo centro de testagem de coronavírus é aberto em Vitória da Conquista
Uma unidade do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) começou a funcionar nesta segunda-feira (11), em um hospital de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, para a realização de testes da Covid-19.
O laboratório fica no Hospital Esaú Matos e, a partir desta segunda, as amostras dos testes serão analisadas na unidade. No domingo (10), já foram colhidas mais de 40 delas para serem testadas no local.
"Durante o mês de abril, realizamos todo o processo de credenciamento e treinamento da equipe. A partir de ontem, no caso, o Lacen estadual nos habilitou realizar todo o fluxo aqui, desde a coleta até a emissão do laudo", explicou o diretor da Fundação Pública de Saúde, Diogo Azevedo.
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Unidade do Lacen começa a funcionar em hospital de Vitória da Conquista para realização de testes do coronavírus — Foto: Reprodução/TV Sudoeste
Vitória da Conquista é a primeira cidade do interior da Bahia a realizar o exame padrão ouro pra confirmação da Covid-19. O laboratório tem capacidade de realizar pouco mais de 190 testes por dia e vai atender Vitória da Conquista e outros 31 municípios da região.
"A gente, hoje, tem a capacidade de realizar 98 testes a cada 7 horas. Fizemos uma parceira com a universidade federal, que proporciona um número maior de testagem, de exames finalizados. Inicialmente nós vamos fazer um número um pouco menor, até a equipe se adaptar e a gente conseguir fazer os testes com número total por dia", disse Diogo.
Pra realizar os testes, o laboratório passou por uma readequação. Foram criadas três salas isoladas para o trabalho com as amostras do coronavírus.
"Primeiro, a gente separa a amostra. Como ela é altamente contagiosa, então precisa de toda uma capela e um procedimento específico. E as outras duas para poder fazer a manipulação da placa para amplificação", contou a bioquímica Rosimara Andrade.
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Laboratório tem capacidade de realizar pouco mais de 190 testes por dia — Foto: Reprodução/TV Sudoeste
Além disso, técnicos do laboratório passaram por um treinamento em Salvador para aprenderem o método utilizado para realização do procedimento, o RT PCR.
"A primeira etapa se chama extração, a gente extrai e fica apenas o vírus. A segunda etapa, que é a amplificação, que é o equipamento RT, onde você amplifica e detecta se existe carga viral ou não", explicou Rosimara.
As duas fases do teste demoram, em média, sete horas para ficarem prontas, o que vai garantir o diagnósticos em até 24h.
Casal é preso com 170 kg de maconha escondida em carro roubado na BR-101, na Bahia
Apreensão ocorreu em trecho de Alagoinhas. Segundo PRF, droga estava sob assoalho, bancos e porta-malas do veículo.
Por TV Subaé.
Um casal, de 22 e 38 anos, foi preso com 170 kg de maconha escondida em um carro durante uma fiscalização na BR-101, trecho de Alagoinhas, cidade a 124 km de Salvador. A informação é da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Segundo a PRF, a apreensão aconteceu na manhã de sábado (9), no Km 101. Após darem ordem de parada ao veículo, os agentes solicitaram documentos pessoais e do veículo para consulta nos sistemas da polícia, quando perceberam o nervosismo no motorista.
De acordo com a PRF, durante a entrevista, houve contradições e informações desencontradas em relação ao motivo da viagem. A equipe realizou uma vistoria no carro e encontrou 10 sacos de embalagem com a droga, escondidos sob o assoalho, bancos e porta-malas. Além disso, também foi encontrada uma grande quantidade de dinheiro.
Após consulta no sistema de dados, os policiais também notaram que o veículo estava com registro de furto datado em agosto de 2019, na cidade de Campinas (BA). Os presos, o veículo e o entorpecente foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil da região. A pena para o crime de tráfico de drogas pode chegar a 15 anos de prisão.
A PRF informou que para informações, denúncias, comunicação de crimes e acidentes, basta ligar no número de emergência 191.
Licínio de Almeida : Município terá uma redução de 34,23% no primeiro repasse do FPM de maio.
Após buscar solução nacional para falta de respiradores, ministério recebe só 22% dos equipamentos.
Duas empresas brasileiras deveriam já ter entregue 2.240 aparelhos. Elas foram contratadas após fracasso na compra de aparelhos da China.
Por G1
O primeiro balanço da entrega de respiradores nacionais comprados pelo Ministério da Saúde aponta que o país só recebeu 22% dos equipamentos previstos para serem entregues em abril. A previsão era que as empresas Magnamed e Intermed entregassem 2.240 unidades dos equipamentos no mês passado, mas apenas 487 foram recebidas pelo governo federal.
Os dados foram apresentados nesta manhã pelo ministro da Saúde, Nelson Teich, durante audiência com deputados na Comissão Externa de Ações contra o Coronavírus. O ministro não deu detalhes sobre o atraso na entrega dos equipamentos.
Procurada pelo G1, a Magnamed contradisse o ministério e afirmou que tem 180 dias de prazo para a entrega dos equipamentos, mas afirmou que tenta antecipar a data de entrega. A empresa informou, também, que tem sido um desafio aumentar a produção em um curto espaço de tempo, pois grande parte dos componentes são importados e há uma forte concorrência. O G1 também entrou em contato com a Intermed para esclarecimentos sobre o cumprimento do cronograma, até a mais recente atualização desta reportagem não obteve retorno.
A compra foi fechada ainda na gestão de Luiz Henrique Mandetta. À época, ele afirmou que o valor dos contratos passaria de R$ 1 bilhão.
Slide sobre respiradores apresentado pelo Ministério da Saúde para deputados nesta quinta-feira (7) — Foto: Reprodução/Ministério da Saúde
Respiradores, UTI e testes
A entrega de respiradores é uma das ações tratadas como prioritárias pelo Ministério da Saúde desde a gestão do então ministro Luiz Henrique Mandetta. Ao lado dessa iniciativa, a gestão Mandetta também incluía neste mesmo patamar a intenção de ampliar a oferta de testes no Brasil e o aluguel de leitos de UTI. As ações tinham como meta fortalecer o sistema público de saúde.
No caso do aluguel de leitos, a estratégia não cumpriu a meta. O governo federal só entregou 17,5% dos 2 mil leitos de UTI alugados que foram prometidos para enfrentar a Covid-19 e editais foram cancelados. No caso dos testes, a meta é fazer 46 milhões de testes até dezembro, mas pouco mais de 10% dos testes já foram enviados aos estados.
Em relação aos respiradores, o alerta começou a soar definitivamente dentro do ministério no começo de abril: já prevendo os problemas que os hospitais teriam no atendimento aos pacientes, o ex-ministro chegou a falar que uma "possível" compra de 8 mil respiradores ajudaria a "acalmar" as capitais. Mandetta apontou sucessivas quebra de contratos na China, e disse que a saída encontrada foi apostar nos esforços da indústria nacional.
- Com mil respiradores atrasados, governo do RJ cancela contrato com duas empresas fornecedoras
Um mês depois de o segundo contrato nacional ter sido assinado, a situação não foi normalizada. Nesta quinta, durante a apresentação aos deputados, o novo ministro Nelso Teich lembrou dos problemas da gestão anterior, que previa a compra de 15 mil itens.
"A parte da situação de aquisição de respiradores, a gente tem uma proposta de produzir pelo menos 14,1 mil pelo Brasil. A gente teve uma dificuldade, na negociação, de trazer esses respiradores de fora", disse o ministro Nelson Teich.
O novo cronograma da pasta com três empresas brasileiras escalonou a entrega dos itens entre os meses de maio e julho. Em abril, a Magnamed deveria ter entregue 1,940 mil itens e a Intermed, outros 300. Na apresentação feita aos deputados, o ministério não detalhou qual o percentual entregue por cada uma delas.
Entenda a importância do equipamento
O equipamento é essencial para garantir a sobrevivência de pacientes com quadros severos da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Quando o paciente está com insuficiência respiratória por causa da doença, a troca gasosa nos pulmões fica comprometida. O aparelho chamado controla a pressão do ar para dentro de nossos pulmões, para que a troca gasosa se mantenha.
Para o paciente não ficar desconfortável, ele é sedado. O ventilador, em geral, é colocado na boca, e o tubo irá até a traqueia. Pelo ventilador, os profissionais de saúde podem escolher a porcentagem de oxigênio no ar fornecido ao paciente - índices maiores que o atmosférico, de 21%. Quanto mais comprometidos estiverem os alvéolos (aqueles saquinhos de ar do pulmão), mais oxigênio será necessário.
É importante entender que o aparelho não é um tratamento. Ele apenas poupa o organismo do esforço de respirar, até que o sistema imunológico reaja e combata o vírus, no caso da Covid-19.
No caso da Covid-19, os casos mais severos já registrados indicam que a recuperação é mais lenta que em outras doenças respiratórias. O paciente pode ficar cerca de duas semanas na UTI, com a ventilação mecânica.
Bolsonaro diz que vai vetar trecho da ajuda aos estados que libera reajuste salarial para servidores
Projeto previa congelamento de salários, mas deputados e senadores incluíram diversas categorias como exceções. Ministro da Economia quer congelamento até o fim de 2021.
Por Guilherme Mazui, G1 — Brasília.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (7) que vai vetar o trecho do projeto de ajuda aos estados que abre a possibilidade de reajuste salarial para diversas categorias de servidores públicos, mesmo em meio à pandemia do coronavírus.
A versão inicial do projeto previa que a ajuda financeira da União a estados e municípios tinha, entre as contrapartidas, o congelamento nos salários dos servidores. Durante a tramitação no Congresso, parlamentares incluíram no texto categorias que poderiam ter o reajuste. O projeto foi aprovado nesta quarta (6).
Antes de Bolsonaro afirmar que vai vetar o trecho, o ministro da Economia, Paulo Guedes, já havia dito que sugeriria o veto.
"O que nós decidimos? Eu sigo a cartilha de Paulo Guedes na economia. E não é de maneira cega, não. É de maneira consciente e com razão. E se ele acha que deve ser vetado, esse dispositivo, assim será feito. Nós devemos salvar a economia, porque economia é vida", disse Bolsonaro.
Guedes defendeu que o funcionalismo público fique sem aumento salarial até dezembro de 2021. Para o ministro, a medida vai ajudar o país a atravessar a crise gerada pela pandemia do coronavírus.
"Eu estou sugerindo ao presidente da República que vete, que permita que essa contribuição do funcionalismo público seja dada, para o bem de todos nós", afirmou Guedes.
De acordo com o líder do governo na Câmara, deputado Victor Hugo (PSL-GO), Bolsonaro deu o aval para incluir no projeto as categorias que poderiam ter aumento salarial. Entre as categorias estão policiais e profissionais de saúde (veja a lista mais abaixo).
"Eu, deste plenário, liguei para o presidente da República e me certifiquei de que essa era a melhor solução. E o presidente, 22h de ontem [terça-feira] falou: Victor Hugo, faça dessa maneira e vamos acompanhar para privilegiar esses profissionais que estão efetivamente na ponta da linha. E assim aconteceu", afirmou o deputado na quarta (6).
De acordo com o projeto, os seguintes servidores poderão ter reajuste de salário:
- funcionários públicos da área da saúde;
- funcionários públicos da área de segurança;
- militares das Forças Armadas;
- servidores da Polícia Federal (PF);
- servidores da Polícia Rodoviária Federal (PRF);
- guardas municipais;
- trabalhadores da educação pública como os professores;
- agentes socioeducativos;
- profissionais de limpeza urbana e de serviços funerários;
- profissionais de assistência social;
- servidores das carreiras periciais, como os peritos criminais.
Visita ao STF
O presidente e o ministro falaram com a imprensa após uma visita surpresa ao Supremo Tribunal Federal (STF). Eles levaram empresários da indústria para uma conversa com o presidente da Corte, ministro Dias Toffoli.
Na conversa, Bolsonaro, Guedes e os empresários expuseram a opinião de que medidas de isolamento social e restrição de mobilidade, para conter o avanço do coronavírus, não podem paralisar a economia. Desde que o vírus chegou ao país, Bolsonaro vem defendendo o relaxamento das medidas restritivas, tomadas por governadores e prefeitos.

Bolsonaro diz que alguns estados foram longe nas medidas restritivas
Restrições nos estados
A maioria dos estados têm estendido as medidas de restrição adotadas após o início da pandemia, e alguns têm tomado medidas mais rígidas.
Atualmente há dois estados no país que adotaram em algumas cidades, incluindo as capitais, o isolamento mais radical, o chamado "lockdown": Maranhão e Pará. Outros estados e municípios, como Rio de Janeiro e Fortaleza, também avaliam esta possibilidade de bloqueio total, e os ministérios públicos de Amazonas e Pernambuco pediram a adoção da medida, mas a solicitação foi negada pela Justiça.
Em Fortaleza, a prefeitura já intensificou a fiscalização do isolamento social, mas evita usar o termo "lockdow"'. Em São Paulo, a prefeitura ampliou o rodízio de veículo passa a vigorar inclusive aos fins de semana, e durante as 24 horas do dia.
Homens armados disparam contra barreira sanitária na BA e tiros atingem guarda municipal e agente de
Suspeita é de que o crime tenha sido uma retaliação de criminosos da região contra uma operação contra o tráfico de drogas realizada no último fim de semana.
Por G1 BA.
Bandidos disparam tiros contra barreira sanitária no oeste da Bahia — Foto: Reprodução
Homens armados dispararam contra uma barreira sanitária montada no município de Barra do Choça, na região sudoeste do estado, e deixaram duas pessoas feridas. O crime ocorreu na tarde da última segunda-feira (4). Os homens estavam em um carro branco e fugiram logo após a ação criminosa.
Uma guarda municipal e uma agente de saúde foram baleadas. A guarda municipal passará por cirurgia na tarde desta terça-feira (5), já que o projétil ficou alojado no joelho. A agente de saúde foi atingida na panturrilha e está em observação.
A suspeita é de que o crime tenha sido uma retaliação de criminosos da região contra uma operação contra o tráfico de drogas realizada no último fim de semana. Ninguém foi preso até a última atualização desta reportagem.
De acordo com a Polícia Militar, guarnições da 79ª Companhia Independente (CIPM) realizaram buscas em toda região, como apoio da 77ª e 92ª CIPM, da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Sudoeste e da Rondesp Sudoeste. Nesta terça-feira, equipes da 79ª CIPM e da Cipe Sudoeste seguem em diligência. A Polícia Civil investiga o crime.
Diante do ocorrido, a montagem das barreiras sanitárias em Barra do Choça foi suspensa. Nesta tarde, o prefeito da cidade, Adiodato Araújo, se reunirá com o secretário municipal de Saúde para planejar um meio seguro para que a medida volte a ser implementada.
Por meio das redes sociais, o secretário de Saúde do estado, Fábio Vilas Boas, comentou o caso.
“Apesar de atentados como esse, continuaremos trabalhando para proteger a população baiana na guerra contra a pandemia do novo coronavírus. Os resultados das barreiras sanitárias por toda a Bahia estão sendo muito positivos. E vai continuar”, escreveu.
Segundo a Sesab, Barra do Choça possui dois casos confirmados de coronavírus. Não há registro de mortes de pessoas com a doença no município.
Governador anuncia convocação de médicos de todo o Brasil para atuar na Bahia
Rui Costa esclarece que as vagas são apenas para médicos com situação regularizada, para atuarem em unidades da rede pública de saúde estadual.
Por G1 BA.
O governador Rui Costa anunciou, em live realizada na noite desta terça-feira (5), que vai publicar, na próxima quarta(6), nos principais jornais do país, a convocação de médicos para atuar na Bahia. Segundo Rui Costa, vão ser oferecidas vagas para profissionais de diferentes áreas e que tenham interesse em atuar no estado.
Rui Costa esclarece que as vagas são apenas para médicos com situação regularizada, para atuarem em unidades da rede pública de saúde estadual.
"Acho que está sendo publicado amanhã uma convocação dos médicos nos principais jornais do país, para convidar médicos do Brasil inteiro para vir trabalhar aqui, intensivistas, de várias especialidades. Se não preenchermos as vagas, vamos contratar outros médicos. A primeira chamada é para os médicos já com diploma regulado, tudo oficial, e que estejam no Brasil dispostos a vir trabalhar na Bahia. Ou de médicos que estão aqui ou médicos de outros estados. Vamos aguardar prazo para cadastro e registro. Se preenchermos as vagas, tudo bem. Estamos tomando as medidas".
"Amanhã sai chamamento só de médicos. Outros profissionais, como não tem tanta escassez, cada hospital faz seu chamamento", completou o governador.
Rui Costa também comentou o andamento das obras do Hospital Clériston Andrade 2, em Feira de Santana, Hospital Metropolitano, em Lauro de Freitas, além da situação da Fonte Nova, que vai abrir hospitais de campanha.
"Primeira semana de junho (vai estar pronto o Hospital Clériston Andrade 2). Hospital Metropolitano, até o final do mês. Obra civil foi finalizada hoje. Falta limpeza, ajustes internos. Teremos duas novas unidades. Fonte Nova vamos abrir esse mês. Estamos aguardando os respiradores", disse Rui.
O secretário de saúde, Fábio Vilas-Boas, também comentou a situação das novas unidades de saúde.
“Está terminando agora a obra de instalação das torres no Clériston Andrade. Teremos 40 leitos de UTI. Previsão de abertura é dia 7 de junho. Metropolitano vão ser mais 90 leitos de UTI. Ainda vai ter a Fonte Nova com 100 leitos de UTI”.
Homem que agrediu enfermeiras no DF é funcionário do Ministério dos Direitos Humanos
Renan da Silva Sena empurrou e xingou duas profissionais que participavam de ato pelo isolamento social. Ministério diz que ele era terceirizado e foi 'substituído' na segunda-feira (4).
Por Brenda Ortiz, G1 DF.
O homem que agrediu duas enfermeiras, na última sexta-feira (1º), durante um ato pelo isolamento social, em Brasília, era funcionário terceirizado do Ministério da Mulher da Família e dos Direito Humanos (MMFDH). Renan da Silva Sena é engenheiro eletricista e foi gravado ao xingar e empurrar duas enfermeiras que participavam do protesto em que trabalhadores da saúde levaram cruzes para a frente do Palácio do Planalto para simbolizar as mortes pela Covid-19
O ministério informou, durante a tarde, que Sena foi contratado em 5 de fevereiro deste ano e substituído na segunda-feira (4). A pasta disse ainda que desde 7 de abril ele "estava em trabalho remoto diante da pandemia" (veja íntegra da nota ao final da reportagem).
Durante a agressão às enfermeiras, Renan Sena estava acompanhado de mais duas pessoas, que foram identificadas como Marluce Carvalho de Oliveira Gomes e Gustavo Gayer Machado de Araújo. Marluce é empresária em Palmas, no estado de Tocantins, e Gustavo é proprietário de um instituto linguístico em Goiânia, Goiás.
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Perfil de Renan Sena no Facebook — Foto: Facebook/Reprodução
O engenheiro eletricista prestava serviço à Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (SNDCA), que coordena o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase). A pasta é responsável pela execução de medidas destinadas a adolescentes em conflitos com a lei.
Ele era funcionário da empresa G4F Soluções Corporativas Ltda, que tem um contrato com o Ministério dos Direitos Humanos no valor de R$ 20 milhões para prestação serviços operacionais e apoio administrativo.
O G1 entrou em contato com a empresa que presta serviço ao governo federal, que ficou de retornar às ligações.
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Enfermeiros fazem ato no DF para reforçar necessidade do isolamento social — Foto: Arquivo pessoal
O Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) solicitou à Polícia Civil a abertura de investigação para apurar agressões sofridas por enfermeiros e jornalistas durante manifestações neste fim de semana, em Brasília. A corporação terá 30 dias para finalizar o inquérito.
A apuração de um dos casos atende a um pedido do procurador-geral da República, Augusto Aras, que enviou ofício à Procuradoria de Justiça do MPDFT na última segunda-feira (4).
Na sexta-feira (1º) – Dia do Trabalhador – manifestantes vestidos de verde e amarelo tentaram interromper um protesto realizado por profissionais de saúde a favor do isolamento social. O ato foi organizado por enfermeiros e técnicos de enfermagem.
Já os profissionais de imprensa foram agredidos em frente ao Palácio do Planalto no domingo (3) enquanto cobriam ato em apoio ao governo Jair Bolsonaro (sem partido). A equipe do jornal ‘'O Estado de São Paulo' foi atingida por chutes, murros, empurrões e rasteiras.
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Confusão durante ato em favor do isolamento social, em Brasília — Foto: Arquivo pessoal
A manifestação dos profissionais de saúde ocorreu na manhã do feriado do Dia do Trabalhador, em frente ao Palácio do Planalto. O ato, segundo os organizadores, "era para reforçar a necessidade da população cumprir o isolamento social e prestar uma homenagem à memória dos 55 enfermeiros, técnicos e auxiliares que já perderam a vida na linha de frente do combate ao coronavírus".
Usando jaleco e máscaras, os manifestantes seguravam cruzes em referência aos mortos por coronavírus no país, e erguiam cartazes com frases como "enfermagem em luto pelos profissionais vítimas da Covid-19. Fique em casa".
Por volta das 9h30, um homem vestido de verde e amarelo – que depois foi identificado como Renan Sena – começou a filmar os profissionais. Na camisa, ele estampava os dizeres "meu partido é o Brasil".
Em seguida, ele se exaltou, gritou com os manifestantes e chamou uma enfermeira de "medíocre". Na imagem, Sena parece segurando a mulher com força. O grupo deixou o local, por volta das 11h30, acompanhado de policiais militares.
Nota do MMFDH
"O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) informa que Renan da Silva Senna não faz mais parte da equipe de prestadores de serviços terceirizados desta pasta. O ex-colaborador não possui qualquer acesso à rede de dados nem às informações internas do órgão desde a sua saída.
Ele foi contratado, no dia 5 de fevereiro, como prestador de serviços terceirizado após processo seletivo realizado pela empresa G4F. Não há, portanto, qualquer vínculo direto com Administração Pública Federal.
A empresa seleciona os profissionais com base nos critérios técnicos definidos pelo Ministério no termo de referência no qual a contratação foi baseada.
Ele atuava como assistente técnico administrativo na Coordenação-Geral de Assuntos Socioeducativos, onde cumpriu as tarefas demandadas até 7 de abril.
A partir desse dia, o funcionário, que estava em trabalho remoto diante da pandemia, deixou de responder todas as tentativas de contatos telefônicos e e-mails da unidade.
Diante disso, o Ministério imediatamente informou à empresa G4F sobre a ausência de Renan. A empresa conseguiu o contato no dia 23 de abril.
O MMFDH solicitou a substituição do funcionário no dia 23 de abril. Prontamente, a empresa G4F deu início aos trâmites legais necessários à efetivação da rescisão contratual, que foi concluída no último dia 4 de maio, com a substituição do prestador de serviço terceirizado. O substituto, inclusive, já começou a trabalhar. O Ministério já dava o assunto por encerrado.
Importante esclarecer que o motivo de o e-mail do ex-colaborardor continuar funcionando decorre do fato de que, apesar de o acesso ter sido bloqueado, as contas ainda recebem mensagens até que sejam concluídos os trâmites internos de exclusão do nome do usuário no servidor de correio eletrônico.
Portanto, o simples fato de uma caixa receber mensagens não vincula necessariamente o seu destinatário ao Ministério. No caso, por exemplo, não há possibilidade de acesso nem resposta por parte do ex-colaborador às mensagens recebidas.
Por fim, o MMFDH ressalta que repudia qualquer ato de violência e agressão, principalmente contra profissionais de saúde em um momento que eles devem ser ainda mais respeitados e valorizados.
Assim, é importante ressaltar que este Ministério tem realizado uma série de ações de enfrentamento a todos os tipos de violência desenvolvidas no âmbito de suas pastas temáticas, assim como ações de enfrentamento às consequências sociais da pandemia do novo coronavírus - sempre de acordo com as orientações do Ministério da Saúde.
Cumpre-nos também informar que, durante todo este processo, a empresa prestadora de serviços agiu com agilidade, ética e presteza no atendimento do pedido de substituição do funcionário, que ocorreu pelos episódios acima relatados."
Trump diz que acompanha 'de perto' o 'surto sério' de novo coronavírus no Brasil e sugere suspender
Presidente dos EUA afirma que avanço da pandemia de Covid-19 no Brasil tomou rumo diferente na comparação com outros países da América do Sul. Ele discute suspensão de voos entre os 2 países com governadores norte-americanos.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (28) que "acompanha de perto" o que chamou de "surto sério" de novo coronavírus no Brasil. O republicano ainda alertou que o país tomou um rumo diferente no combate à pandemia de Covid-19 na comparação com outros países da América do Sul.
"O Brasil tem um surto sério, como vocês sabem. Eles também foram em outra direção que outros países da América do Sul, se você olhar os dados, vai ver o que aconteceu infelizmente com o Brasil", disse Trump.
A afirmação do presidente norte-americano veio em resposta a perguntas sobre os voos internacionais ainda em operação. Ainda há viagens aéreas entre Brasil e EUA, mas em menor frequência devido à pandemia.
- ÚLTIMAS NOTÍCIAS: Atualizações sobre a pandemia de Covid-19 em 28 de abril
O governador da Flórida, Ron DeSantis, estava na reunião com Trump e disse que ainda não vê necessidade de suspender de vez os voos de Miami e Fort Lauderdale ao Brasil. Porém, o presidente insistiu:
"Se precisar [interromper voos], nos avise".
Depois, Trump disse que avalia testar passageiros de voos internacionais saídos de "áreas muito infectadas" e afirmou que "o Brasil está chegando nessa categoria". "Acho que eles vão ficar bem, eu espero que eles fiquem bem. Ele é muito amigo meu, o presidente [Jair Bolsonaro]", acrescentou.
"Acho que a América do Sul é um lugar que deve ser falado [sobre os voos para os EUA], porque tem muitos negócios de lá com a Flórida", disse Trump.
Embaixada alerta norte-americanos no Brasil
Passageiros aguardam para retirar bagagens no Aeroporto de Cumbica em Guarulhos — Foto: Marina Pinhoni/G1
A Embaixada dos Estados Unidos alertou na semana passada que norte-americanos no Brasil devem se organizar para voltar aos EUA a não ser que estejam preparados para permanecer em solo brasileiro "por um período indefinido", por causa da pandemia de novo coronavírus.
Em mensagem publicada no site oficial da representação, a Embaixada diz que há apenas nove voos em operação por semana entre o Brasil e os EUA — todos saindo do estado de São Paulo. Essas decolagens, segundo a nota, podem diminuir nos próximos dias.
"O governo dos EUA não está estudando no momento voos de repatriamento do Brasil", diz a nota.
A nova orientação veio quase um mês depois de a Embaixada dos EUA pedir aos norte-americanos no Brasil que retornassem imediatamente ao país de origem, com o agravamento da crise de Covid-19 no mundo.
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Ambulâncias estacionadas em Nova York, com arranha-céus de Manhattan ao fundo, em foto de sexta-feira (24) — Foto: Andrew Kelly/Reuters
Os Estados Unidos concentram quase um terço dos mais de 3 milhões de casos registrados até esta terça-feira de novo coronavírus no mundo, segundo monitoramento da Universidade Johns Hopkins. O país também registra o maior número de vítimas de Covid-19: mais de 56 mil morreram com a doença.
Enquanto isso, a curva de casos e mortes no Brasil continua em crescimento, e o país já é o décimo com mais mortes pela Covid-19 em todo mundo, também de acordo com a Johns Hopkins.
Após revolta de famílias, Prefeitura de Manaus volta atrás e cancela enterros com caixões empilhados
Método pretendia colocar um caixão em cima do outro em valas mais profundas e foi anunciado nesta segunda-feira (27). Manaus tem média de 100 enterros por dia há uma semana.
Por Carolina Diniz, G1 AM.
Diante da repercussão negativa sobre o empilhamento dos caixões de pessoas mortas em Manaus, a prefeitura voltou atrás e informou que não serão mais realizados sepultamento em ''sistema de camadas'' no cemitério público Nossa Senhora Aparecida.
O método, que pretendia colocar um caixão em cima do outro em valas mais profundas, chegou a ser divulgado nesta segunda-feira (27) e causou revolta entre familiares. Em novo comunicado, divulgado nesta terça, a prefeitura diz que vai manter o modelo de valas comuns, chamadas de trincheiras, "como já vinha ocorrendo, preservando a identidade dos corpos e o vínculo das famílias".
Manaus tem enterros noturnos, e caixões passam a ser empilhados
Com uma média atual de 100 sepultamentos por dia, os cemitérios públicos de Manaus registraram recorde de enterros neste domingo, quando 140 enterros foram feitos em 24 horas. Até esta segunda, o Amazonas já registrava mais de 3,9 mil casos de Covid-19 - com 320 mortes.
No sistema atual, são realizados cinco sepultamentos por vez, em uma vala comum, com os caixões posicionados lado a lado. Na noite desta segunda-feira aconteceram enterros de noite no cemitério. Segundo a prefeitura, caso haja a necessidade para atender a demanda do dia os enterros serão "estendidos para as famílias que já estão no interior do espaço".
Nesta segunda (27), ao anunciar o empilhamento de caixões, a Prefeitura de Manaus afirmou que a medida tinha sido tomada por conta da alta demanda de enterros na capital e para atender a projeção de mais enterros.
Ao longo do dia, foram registrados 109 enterros na capital e nove cremações. Destes:
- 10 morreram pela Covid-19
- 47 morreram por síndrome ou insuficiência respiratória
- 30 tiveram registro de causa "indeterminada ou desconhecida"
- 31 não tiveram detalhes sobre causa da morte
Cruzes com identificação são colocadas nos túmulos para facilitar localização pelos familiares no cemitério público no bairro Tarumã, em Manaus. — Foto: Carolina Diniz/G1 AM
Colapso no sistema funerário
Antes da pandemia pelo novo coronavírus, a média de sepultamentos em Manaus era de 30 por dia, segundo o Sindicato das Empresas Funerárias do Estado (Sefeam). Há mais de uma semana, cartórios da capital também estenderam o regime de plantão para atender alta demanda de registro de óbito.
Empresas privadas informaram que só possuem estoque de urnas funerárias para os próximos dias, caso a quantidade de enterros permaneça alta. Equipes do cemitério realizam um trabalho para convencer familiares a adotaram pela cremação, evitando uma superlotação no local.
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Prefeitura de Manaus estima que 4.260 enterros sejam realizados na capital no mês de maio — Foto: Carolina Diniz/G1AM
Sepultamentos em números
- 09/4 – 39 sepultamentos 39 / 3 por Covid-19
- 10/4 – 47 sepultamentos / 5 por Covid-19
- 11/4 – 51 sepultamentos / 10 por Covid-19
- 12/4 – 64 sepultamentos / 6 por Covid-19
- 13/4 – 58 sepultamentos / 5 por Covid-19
- 14/4 – 64 sepultamentos / 4 por Covid-19
- 15/4 – 88 sepultamentos / 7 por Covid-19
- 16/4 – 75 sepultamentos / 4 por Covid-19
- 17/4 – 96 sepultamentos / 3 por Covid-19
- 18/4 – 89 sepultamentos / 6 por Covid-19
- 19/4 – 122 sepultamentos / 6 por Covid-19
- 20/4 – 104 sepultamentos / 9 por Covid-19
- 21/4 – 136 sepultamentos / 4 por Covid-19
- 22/4 – 120 sepultamentos / 7 por Covid-19
- 23/4 – 135 sepultamentos / 12 por Covid-19
- 24/4 – 128 sepultamentos / 13 por Covid-19
- 25/4 – 98 sepultamentos / 6 por Covid-19 / 4 cremados (102 total)
- 26/4 - 140 sepultamentos / 10 por Covid-19 / 2 cremados (142 total)
- 27/4 - 109 sepultamentos / 10 por Covid-19 / 9 cremados (118 total)

Manaus vive cenário de caos nos hospitais e nos cemitérios por causa do coronavírus
Mundo: Atletas mantendo a forma na quarentena
por Bem Estar.
O triatleta Lloyd Bebbington treina em uma piscina instalada em seu jardim em casa durante o surto da doença por coronavírus (COVID-19) em Newcastle-under-Lyme, no Reino Unido — Foto: Carl Recine/Reuters
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Vittoria Oliveri, de 13 anos, joga tênis com sua amiga Carola, de 11, nos telhados de sua casa em Finale Ligure, região da Ligúria, no noroeste da Itália, durante o isolamento do país com o objetivo de impedir a propagação da pandemia de COVID-19 — Foto: Marco Bertorello/AFP
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Isabelle, uma dançarina irlandesa do Moulin Rouge, pratica em sua casa em Paris, na França, no 29º dia de um estrito isolamento destinado a conter a propagação da pandemia do COVID-19 — Foto: Franck Fife/AFP
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A personal trainer Antonietta Orsini realiza uma aula de ginástica para seus vizinhos de sua varanda em Roma, na Itália, durante isolamento para evitar a propagação do coronavírus (COVID-19) em 18 de março — Foto: Remo Casilli/Reuters
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Um idoso se exercita no parque Tasmajdajn durante isolamento imposto para evitar a propagação da doença por coronavírus (COVID-19) em Belgrado, na Sérvia. Como parte das medidas do governo que visam aliviar as restrições devido ao surto de coronavírus, os pensionistas que estavam em isolamento de 24 horas agora podem se aventurar fora de suas casas por uma hora — Foto: Marko Djurica/Reuters
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O jogador da seleção brasileira de vôlei Isac Viana Santos controla uma bola ao lado de seu golden retriever enquanto se exercita em sua casa durante o surto de doença por coronavírus (COVID-19) em Belo Horizonte — Foto: Washington Alves/Reuters
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A nadadora Iman Avdic mantém sua forma praticando em uma pequena piscina de plástico dentro de uma estufa improvisada no pomar de seu avô em Doboj, na Bósnia e Herzegovina — Foto: Dado Ruvic/Reuters
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A atleta de pentatlo moderno Jo Muir treina esgrima na fazenda de seus pais em Haugh of Urr, no Reino Unido, durante o surto da doença por coronavírus (COVID-19) — Foto: Lee Smith/Reuters
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Jovens atletas treinam em um dojo que montaram em sua sala de estar durante o isolamento para evitar a propagação da doença por coronavírus (COVID-19) em Bruxelas, na Bélgica — Foto: Johanna Geron/Reuters
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O principal dançarino do Paris Opera Ballet Francesco Mura treina em sua casa, em Paris, durante o isolamento para impedir a propagação do COVID-19 (novo coronavírus) na França — Foto: Ludovic Marin/AFP
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Hadeel Alami, praticante de judô da Jordânia, usa o sofá como parte de seus treinamentos em sua casa durante o isolamento imposto pelo governo para evitar a propagação da doença por coronavírus (COVID-19) em Amã, na Jordânia — Foto: Muhammad Hamed/Reuters
A atleta de pentatlo moderno Jo Muir treina na fazenda de seus pais em Haugh of Urr, no Reino Unido, durante o surto da doença por coronavírus (COVID-19) — Foto: Lee Smith/Reuters
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Uma equipe médica faz alongamentos de ioga e exercícios respiratórios na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Clínica Hospitalar de Barcelona, na Espanha — Foto: Nacho Doce/Reuters
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Crianças e uma artista do 'Circo Millennium' se exercitam em Savona, região da Ligúria, no noroeste da Itália, durante o isolamento para combater o novo coronavírus — Foto: Marco Bertorello/AFP
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A atleta de pentatlo moderna Jo Muir treina na fazenda de seus pais em Haugh of Urr, no Reino Unido, após o surto da doença por coronavírus (COVID-19) — Foto: Lee Smith/Reuters
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Jo Proudlove e a filha Eve, de 9 anos, acompanham uma aula diária de exercícios online vestidas como super-heróis em casa em Londres, no Reino Unido, durante isolamento para evitar a disseminação da doença por coronavírus (COVID-19) — Foto: Toby Melville/Reuters
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A triatleta cubana Leslie Amat treina no telhado de sua casa em meio a preocupações com a propagação da doença por coronavírus (COVID-19) em Havana, Cuba — Foto: Alexandre Meneghini/Reuters
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Gerard se exercita com equipamentos de boxe no quintal de sua casa durante isolamento para evitar a disseminação da doença de coronavírus (COVID-19) em Belfast, Irlanda do Norte — Foto: Jason Cairnduff/Reuters
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Carola Pessina pratica tênis na escada antes de jogar com uma amiga no telhado de sua casa em Finale Ligure, região de Liguria, no noroeste da Itália, durante o isolamento do país para impedir a propagação da COVID-19 — Foto: Marco Bertorello/AFP
A dançarina Floor Eimers, do Dutch National Ballet, pratica movimentos em sua casa durante o surto da doença por coronavírus (COVID-19) em Amsterdã, na Holanda — Foto: Piroschka van de Wouw/Reuters>
O atleta palestino Atta Saker usa um recipiente de água como peso enquanto treina em sua casa durante a quarentena para evitar a propagação da doença por coronavírus (COVID-19) em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza — Foto: Ibraheem Abu Mustafa/Reuters
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Alexandra Gallo faz uma aula de Pilates on-line para se exercitar em sua casa em Sydney, na Austrália, após o estúdio de Pilates que ela frequentava fechar com a quarentena para conter a propagação da doença de coronavírus (COVID-19) — Foto: Loren Elliott/Reuters
O dançarino britânico de balé Luke Francis, membro da ópera de Leipzig, pratica durante uma sessão de treinamento on-line em seu apartamento Leipzig, na Alemanha, durante o isolamento para evitar a propagação do novo coronavírus — Foto: Ronny Hartmann/AFP
Um homem faz exercícios de remo na garagem de casa durante o isolamento para evitar a propagação da doença por coronavírus (COVID-19) em East Grinstead, no Reino Unido — Foto: Adam Oliver/Reuters
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Uma mulher faz exercícios de alongamento e respiração na varanda durante o confinamento em meio ao surto de doença por coronavírus (COVID-19) em Madri, na Espanha — Foto: Susana Vera/Reuters
Mais de uma tonelada de cocaína é apreendida escondida entre carga de mangas no porto de Salvador
Na última semana, Receita Federal já havia apreendido 800 kg de cocaína no mesmo local, também escondida em carga de mangas. material tinha porto de Roterdã, na Holanda, como destino.
Por G1 BA.
Uma carga de 1,1 tonelada de cocaína foi apreendida no porto de Salvador, na tarde de segunda-feira (27). Segundo a Receita Federal, a droga estava escondida em uma carga de manga e tinha como destino o porto de Roterdã, na Holanda.
Em 20 de abril, já havia sido realizada no porto da capital baiana uma apreensão de 800 kg de cocaína, também escondida em carga de manga, e com o mesmo destino.
Ainda de acordo com a Receita Federal, como nas apreensões anteriores, há a suspeita de que foi usada a técnica criminosa denominada “rip-off modality”, termo que define as apreensões em que a droga é inserida em uma carga lícita, sem o conhecimento dos exportadores e importadores.
A droga foi encaminhada para a Polícia Federal, que dará prosseguimento à investigação.
A receita federal ainda destacou que essa foi a quarta apreensão de cocaína em 2020 no porto de Salvador. Com a ação, o porto da capital baiana atingiu a marca de 3,7 toneladas de cocaína apreendidas neste ano, até momento.
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Droga foi apreendida na tarde de segunda-feira (27) — Foto: Divulgação/Receita Federal